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Os mercados começaram a semana sob tensão geopolítica, com guerra no Oriente Médio elevando o preço do petróleo e dividindo investidores, enquanto falas de Galípolo reforçam cautela do BC

A semana começou agitada para os mercados, com um sentimento misto em relação à guerra no Oriente Médio. Enquanto o presidente Donald Trump seguiu confirmando o discurso de progresso nas negociações para um cessar fogo, os Houthis, grupo extremista aliado do Irã, se envolveram no conflito.
Outro ponto de atenção do mercado foi a chegada de tropas norte-americanas na região, o que eleva a tensão de uma possível incursão terrestre no país persa. Teerã disse estar “contando os momentos” para destruir as forças americanas caso isso aconteça. Até agora, os ataques norte-americanos foram por via aérea.
As bolsas ainda repercutiram as falas do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, nesta manhã, em busca de sinais sobre a trajetória de juros nos EUA. O banqueiro central destacou que as expectativas para a inflação seguem ancoradas no curto prazo, mas é preciso monitorar com cautela os desdobramentos da guerra. Confira mais detalhes nesta reportagem do Seu Dinheiro.
Por aqui, o Ibovespa encerrou o pregão com avanço de 0,53%, aos 182.514,20 pontos. O dólar à vista subiu 0,12%, a R$ 5,2478. Lá fora, Wall Street fechou o dia sem direção única, o Dow Jones se valorizou 0,11%, enquanto S&P 500 e Nasdaq caíram 0,41% e 0,73%, respectivamente.
Na Europa, os principais índices encerram em tom positivo, com expectativa de avanço nas tratativas entre EUA e Irã. O índice pan-europeu Stoxx 600 terminou as negociações com alta de 0,94%, aos 580,73 pontos.
Além do embate no Oriente Médio, os investidores locais também reagem às falas do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, no Safra Macro Day.
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O banqueiro central justificou por que o Comitê de Política Monetária (Copom) optou por um corte de 0,25 ponto percentual (p.p) na Selic na última reunião, diferente das apostas iniciais do mercado antes do início da guerra, de 0,5 p.p.
Galípolo afirmou que a autoridade monetária fez isso justamente para “ganhar mais tempo” diante do cenário geopolítico instável. Em sua avaliação, a postura mais conservadora do BC é o que permite a calibragem da política monetária neste momento.
“A gordura acumulada com uma posição mais conservadora permitiu ganhar tempo para entender melhor o cenário e seguir com a trajetória planejada”, afirmou durante a sua participação no Safra Macro Day, nesta segunda-feira (30).
Por aqui, a Yduqs (YDUQ3) liderou as altas do Ibovespa, com avanço de 3,76%, negociada a R$ 11,59. confira as maiores altas abaixo:
Do outro lado, vieram as ações da Lojas Renner (LREN3) tiveram a maior desvalorização, com queda de 3,76% no mesmo horário, a R$ 11,59. Veja as maiores quedas:
ENTENDA
VEJA QUAL É
PEDIDO ENTREGUE
TEMPORADA DE BALANÇOS
DISPUTA PELO CAPITAL GLOBAL
MEXENDO NO PORTFÓLIO
CASTIGO DO MONSTRO
SURPRESA NEGATIVA
MERCADOS
TEMPORADA DE BALANÇOS
ALÍVIO PASSAGEIRO?
TEMPORADA DE BALANÇOS
EM EXPANSÃO
REABERTURA DE JANELA?
TEMPORADA DE BALANÇOS
CARTEIRA RECOMENDADA
BANCANDO O PREÇO DE CRESCER
DECEPCIONOU?
RESULTADOS TRIMESTRAIS
ENGORDANDO A CARTEIRA