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Movimento do dia vai além do noticiário da estatal — e ajuda a explicar o comportamento do setor
A Petrobras (PETR4) começou o dia puxando um rali quase solitário na bolsa brasileira. Depois de uma manhã marcada pela aversão ao risco, com o Ibovespa no vermelho, as petroleiras passaram a avançar em bloco — e, por momentos, foram as únicas ações no campo positivo.
Além da Petrobras, Brava Energia (BRAV3), Petroreconcavo (RECV3) e Prio (PRIO3) figuraram entre as maiores altas do índice ao longo da manhã e neste início de tarde.
Por volta das 13h30 (de Brasília), as ações ordinárias da Petrobras (PETR3) subiam 3,16%, enquanto as preferenciais PETR4 tinham alta de 1,98%. Quem lidera os ganhos do Ibovespa é a Brava, com alta de 5,54%. Já a Petroreconcavo avançava 0,98% e Prio, 1,47%.
No sentido oposto, o Ibovespa recuava 1,13%, aos 183.163,32 pontos, pressionado pelo aumento da aversão ao risco.
O movimento de ganhos das petroleiras por aqui tem origem no exterior, com o petróleo em alta diante das incertezas geopolíticas, mas ganhou tração local após a Petrobras anunciar uma nova descoberta.
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Mais cedo, a estatal informou a identificação de petróleo de “excelente qualidade” no campo de Marlim Sul, no pré-sal da Bacia de Campos.
“O intervalo portador de petróleo foi constatado através de perfis elétricos, indícios de gás e amostragem de fluido. As amostras posteriormente seguirão para análises laboratoriais, que permitirão caracterizar as condições dos reservatórios e fluidos encontrados”, afirmou a companhia.
A notícia chega poucos dias depois de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defender a criação de uma reserva estratégica de combustíveis para suavizar preços e garantir o abastecimento em momentos de crise.
A proposta, porém, é estrutural e de longo prazo — e não traz alívio imediato em um ambiente em que o mercado reage quase em tempo real às tensões geopolíticas e à volatilidade do petróleo.
O valor da descoberta aparece no horizonte. Projeções da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) indicam que a produção brasileira deve atingir o pico por volta de 2030, com cerca de 5,3 milhões de barris por dia, e entrar em declínio a partir de 2031, recuando até 4,4 milhões em 2034.
Nesse cenário, novas descobertas são essenciais para sustentar a produção e a geração de caixa da Petrobras na próxima década.
Se a notícia da Petrobras não explica o rali sozinha, o pano de fundo externo completa o quadro.
O mercado de petróleo voltou a subir diante da crescente desconfiança em relação a um acordo entre Estados Unidos e Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio.
Com os ataques se prolongando na região, o Brent — negociado na Intercontinental Exchange (ICE) — avançava para cerca de US$ 102 o barril. Já o WTI, referência dos EUA negociada na New York Mercantile Exchange (Nymex), era cotado em torno de US$ 94.
O presidente norte-americano, Donald Trump, tem alternado sinais entre negociação e escalada do conflito, uma combinação que mantém os investidores em alerta.
Enquanto o Pentágono ordena o envio de tropas à região, negociadores dos EUA seguem tentando avançar com propostas de paz — ainda sem sucesso.
A resposta inicial do Irã à proposta dos Estados Unidos foi dura: segundo uma autoridade sênior iraniana ouvida pela Reuters, o plano é visto como “unilateral e injusto”. Ainda assim, a mesma fonte indicou que há espaço para negociação, desde que “o realismo prevaleça em Washington”.
“O mercado segue sensível às manchetes sobre o conflito entre Estados Unidos e Irã, com sinais mistos quanto a uma possível resolução”, afirmou a XP Investimentos em relatório pela manhã.
“Apesar de autoridades iranianas indicarem que estão revisando uma proposta norte-americana, o país reiterou que não pretende conduzir negociações diretas com os EUA, mantendo elevada a incerteza”, completou.
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