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Apesar de o horizonte mostrar a chegada de uma tempestade, há ações que podem fazer a carteira dos investidores navegar mais tranquilamente
Se as águas de março fecham o verão, como diz Tom Jobim, são as tempestades de maio que abrem a temporada de ajustes na rota dos investidores. O mês começou com o aumento das pressões no cenário macroeconômico global e com o conflito entre EUA e Irã estagnado em um impasse que levou a um bloqueio duplo do Estreito de Ormuz.
O resultado da disputa aparece nos preços do petróleo: os contratos futuros do Brent, referência internacional da commodity, seguem acima dos US$ 100 desde o fim de abril. Como consequência, as economias globais estão sentindo um aumento da pressão inflacionária, o que impulsiona os juros.
O Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Selic para 14,50% ao ano na última reunião, mas a ata divulgada na terça (5) mostrou que a inflação ainda preocupa. Os dirigentes sinalizaram a continuidade do ciclo de ajuste, mas o patamar elevado dos juros segue contribuindo para o cenário adverso.
Apesar de o horizonte mostrar a chegada de uma tempestade, há ações que podem fazer a carteira dos investidores navegar mais tranquilamente pelas águas turbulentas de maio.
Entre os doze bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro para a série Ação do Mês, três gigantes conquistaram quatro indicações e levaram a medalha de ouro: a Axia Energia (AXIA6), Itaú (ITUB4) e Petrobras (PETR4). Veja o ranking completo:

*Entendendo a Ação do Mês: todos os meses, o Seu Dinheiro consulta as principais corretoras do país para descobrir quais são as apostas para o período. Dentro das carteiras recomendadas, normalmente com até 10 papéis, os analistas indicam os três prediletos. Com o ranking nas mãos, selecionamos os que contaram com pelo menos duas indicações.
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Desde março, a Axia Energia vem sendo destaque na série Ação do Mês, e os analistas continuam com otimismo em relação à companhia de energia.
Segundo Ruy Hungria, analista da Empiricus Research, a empresa vem mostrando grandes evoluções operacionais após a privatização, mas ainda tem espaço para melhorias.
Vale lembrar que a Axia Energia passou por uma longa transformação, iniciada desde a sua privatização em 2022.
Além da troca de nome e de ticker, o processo incluiu a reestruturação de capital, com a redução de endividamento e de estruturas, revisão de contratos, corte de custos e venda de ativos considerados não essenciais.
Mas não é apenas a transformação que chamam a atenção dos analistas. O excesso de fontes intermitentes e gargalos de transmissão levam a preços mais elevados de energia, o que favorece a Axia.
Hungria avalia ainda que a companhia negocia com múltiplos interessantes, com 7,6 vezes o valor da firma/Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização. “A cada ano que passa, a Axia vem se consolidando como uma grande pagadora de dividendos”, afirmou.
Já o Santander, que também indicou a ação para o mês de maio, classifica a empresa como a favorita no setor elétrico para o banco. Os analistas destacam que a Axia anunciou as diretrizes para novos investimentos e dividendos em agosto de 2025.
A metodologia considera uma distribuição de dividendos de R$ 38 bilhões até 2030, o que representa um dividend yield (taxa de retorno de dividendos) de aproximadamente 19%, assumindo um preço de energia conservador de R$ 130 por megawatt-hora após 2027.
“Embora acreditemos que o aumento da distribuição de dividendos seja uma decisão ousada, interpretamos que isso naturalmente acelerará a reclassificação das ações (re-rating)”, avalia o Santander.
Não é só a Axia que está acostumada a ganhar na série do Seu Dinheiro. Esse é o segundo mês consecutivo que o Itaú entra na disputa pelo primeiro lugar.
Recomendado por Andbank, Nova Futura, Terra Investimentos e RB Investimentos, o banco é visto como o porto seguro para tempos de incerteza — como enfrentam as economias globais desde o início da guerra dos EUA contra o Irã.
A tese não se baseia apenas no tamanho do banco, mas na capacidade de execução. Para o Santander — que não recomendou a ação para o ranking de maio do Seu Dinheiro, mas incluiu ITUB4 na carteira neste mês —, o Itaú é mais do que um banco: “é um conglomerado financeiro com posições de liderança na maioria dos mercados em que opera”, afirma em relatório.
Eles ainda classificam o Itaú como uma das preferências no setor bancário e, recentemente, os analistas da casa elevaram o preço-alvo do Itaú de R$ 49,00 para R$ 50,00, reiterando a recomendação de compra.
Para os analistas, a grande escala e a presença diversificada do banco em diversos serviços financeiros resultam em menor volatilidade dos lucros.
Já a Planner, que também incluiu o Itaú na carteira geral de maio, enxerga que o banco se destaca pela gestão eficiente de crédito, transformação digital e forte geração de caixa.
Além disso, destacam a política de dividendos da empresa, com distribuições mensais de juros sobre capital próprio (JCP) e pagamentos complementares trimestrais.
Há quem diga que quem está vencendo a guerra entre EUA e Irã é a China. Porém, para os investidores locais, a verdadeira campeã no embate é a Petrobras.
Embora o conflito esteja pressionando as economias ao redor do globo, inclusive a brasileira, a alta dos preços do petróleo beneficia a estatal, que consegue vender sua produção por valores mais elevados.
Hungria, que também recomendou a ação da Petrobras em maio, avalia que, combinado com o crescimento de produção ao longo dos próximos trimestres, a estatal poderá distribuir ótimos dividendos.
A projeção da Empiricus Research é de um dividend yield próximo de 10%. Além disso, o analista lembra que a companhia ainda conta com possíveis gatilhos eleitorais.
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