🔴 TRÊS AÇÕES DE IA E O INVESTIMENTO QUE PODE MULTIPLICAR POR 42X EM 12 MESES – VEJA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

VAI VOLTAR A BRILHAR

Por que este ex-economista do Fed aposta no ouro mesmo após o tombo com a guerra

Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, o metal precioso é uma convicção de longo prazo; saiba como investir na tese de maneira descomplicada

barras de ouro certificados de ouro sorteio empiricus
Imagem: Remessa Online

O ouro entrou em 2026 assumindo o protagonismo do mercado financeiro global. Após um 2025 surpreendente, em que o metal precioso teve uma valorização superior a 60% e rompeu a barreira mítica dos US$ 5.000 por onça-troy, o ativo seguiu com um fôlego renovado, acumulando 20% de alta apenas em janeiro e fevereiro. Contudo, o brilho foi ofuscado recentemente por uma queda que trouxe a cotação para a casa dos atuais US$ 4.700. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, chefe de análise da Jubarte Capital, ex-economista do Federal Reserve e Ph.D. em Economia, o metal precioso é uma convicção de longo prazo. 

“A tendência subjacente do ouro foi amplificada em 2025 por pelo menos um driver, que foi a entrada de compradores de varejo. Os ETFs bombaram, criou-se uma demanda extra, um excesso que puxou o preço muito mais para cima. Surfamos essa onda, compramos essa tese e continuamos nela”, diz Mandel, referindo-se à estratégia da Jubarte. 

O ex-Fed participou do mais recente episódio do podcast Touros e Ursos, do Seu Dinheiro. Além do ouro, ele também falou das apostas da gestora em meio à volatilidade provocada pelas políticas de Donald Trump. Você pode conferir o episódio completo aqui. 

Fome de ouro 

O apetite pelo ouro não é mera especulação. Entre 2022 e 2025, os bancos centrais globais dobraram as compras, acumulando mais de 3.200 toneladas do metal precioso. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O motivo é a segurança: em um mundo no qual as moedas são usadas como ferramentas de sanções, o ouro é o único ativo que não depende de governos. 

Leia Também

VISÃO DO GESTOR

JGP vê empresas brasileiras espremidas em 2027 e alerta para o que pode acontecer se ajuste fiscal não vier

TOUROS E URSOS #295

Nem pânico, nem milagre: gestor de grandes fortunas diz como investir no governo Lula 4

“O ouro tem uma narrativa de longo prazo super construtiva. Há muita demanda vindo dos bancos centrais e dos investidores globais. Todo mundo está procurando uma alternativa ao dólar. O ouro se mostrou o ativo mais sensível a essa tendência de longo prazo. Essa tendência vai continuar”, diz Mandel. 

Além disso, essa corrida é alimentada pelo temor que ronda a saúde financeira das grandes potências. Com a dívida pública dos EUA ultrapassando os US$ 37,6 trilhões em 2026, o mercado busca no metal precioso uma reserva de valor contra a desvalorização do papel-moeda e contra a inflação. 

O paradoxo da crise: por que o ouro caiu na guerra? 

O ouro é comumente usado como hedge geopolítico, uma espécie de porto seguro em tempos de crises, como no caso das guerras. Então por que sofreu justamente com o conflito entre EUA e Irã? A resposta reside em um fenômeno técnico do mercado. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em momentos de crise aguda de liquidez, ocorre o chamado flush: investidores vendem tudo o que podem — inclusive o ouro — para fazer caixa rápido até que o sistema se reorganize. 

Mandel explica que esse movimento de venda muitas vezes parte dos próprios bancos centrais no calor do estresse. 

“Esse movimento é interessante porque o ouro é um hedge geopolítico, mas sofreu neste evento. Mas uma parte importante dessa história é que os bancos centrais venderam o metal no momento de estresse para mitigar o choque negativo. Não foi um seguro contra o choque, porque em momentos de choque às vezes a gente tem que vender”, afirma. 

Por isso, para Mandel, o ouro continua sendo o ativo mais sensível à tendência global de diversificação fora do dólar, e o tropeço recente é apenas um ruído em uma trajetória que ainda tem muito espaço para brilhar. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O preço deve retomar a tendência de longo prazo. Daqui a dois anos, vamos ver que o momento atual foi uma oportunidade de comprar. O fundamento não mudou e deve durar alguns anos”, diz. 

Selic em queda, dólar abaixo dos R$ 5 e petróleo em alta: o que fazer com o seu dinheiro em maio

Como investir de forma simples

Além da oportunidade do momento, explicada por Mandel, diversificar a carteira com uma parcela em ouro é recomendado pela maior parte dos analistas. Para isso, no entanto, não é necessário ter metal físico.  

Uma forma simples de investir no ativo é por meio de ETFs, fundos que acompanham índices de mercado e que têm cotas negociadas em bolsa. Suas taxas de administração são baixas, e a liquidez, elevada, sendo bastante acessíveis e fáceis de operar pelo investidor pessoa física. 

A bolsa brasileira tem hoje sete ETFs com exposição ao ouro. Quatro deles — GOLB11, GLDI11, GOLX11 e OURO11 — acompanham um índice da própria B3, o Índice Futuro de Ouro B3 (IFGold B3). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Trata-se de um indicador que reflete a rentabilidade de uma exposição comprada em contratos futuros de ouro, negociados na B3 sob o código GLD. 

Embora o metal seja cotado em dólar nos mercados internacionais, o IFGold B3 não tem exposição cambial, isto é, o investidor recebe apenas a variação do preço do contrato futuro do metal, mas fica protegido do sobe e desce da moeda norte-americana. 

Além disso, o retorno é acrescido da rentabilidade diária da taxa básica de juros brasileira, pois parte do índice é composta por ativos de renda fixa indexados ao CDI ou à Selic. 

A B3 conta ainda com três fundos de índice que investem em ETFs estrangeiros com exposição ao ouro: o GOLD11, ligado aos preços do ouro negociado em Londres; o GLDX11, com exposição ao preço à vista do ouro em barra; e o AURO11, exposto a opções de compra de ouro. São como versões brasileiras de ETFs gringos.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Veja mais detalhes sobre cada um desses ativos a seguir: 

GOLB11 

  • Nome: BTG Pactual B3 Ouro 
  • Gestora: BTG Asset 
  • Índice de referência: Índice Futuro de Ouro B3 (IFGold B3) 
  • Características: Composto pelo primeiro vencimento do Contrato Futuro de Ouro (GLD) e caixa mantido em títulos públicos Tesouro Selic (LFT). Oferece exposição ao preço do ouro, sem variação cambial, acrescido do diferencial de juros entre Brasil e EUA. 
  • Taxa de administração: 0,40% ao ano 

GLDI11 

  • Nome: It Now Gold BRL Fundo de Índice 
  • Gestora: Itaú Asset 
  • Índice de referência: Índice Futuro de Ouro B3 (IFGold B3) 
  • Características: Composto pelo primeiro vencimento do Contrato Futuro de Ouro (GLD) e caixa mantido em títulos públicos Tesouro Selic (LFT). Oferece exposição ao preço do ouro, sem variação cambial, acrescido do diferencial de juros entre Brasil e EUA. 
  • Taxa de administração: 0,40% ao ano 

GOLX11 

  • Nome: Trend ETF B3 Ouro 
  • Gestora: XP Asset 
  • Índice de referência: Índice Futuro de Ouro B3 (IFGold B3) 
  • Características: Composto pelo primeiro vencimento do Contrato Futuro de Ouro (GLD) e caixa mantido em títulos públicos Tesouro Selic (LFT). Oferece exposição ao preço do ouro, sem variação cambial, acrescido do diferencial de juros entre Brasil e EUA. 
  • Taxa de administração: 0,20% ao ano 

OURO11 

  • Nome: B-Index ETF Ouro BRL B3 
  • Gestora: Bradesco Asset 
  • Índice de referência: Índice Futuro de Ouro B3 (IFGold B3) 
  • Características: Composto pelo primeiro vencimento do Contrato Futuro de Ouro (GLD) e caixa mantido em títulos públicos Tesouro Selic (LFT). Oferece exposição ao preço do ouro, sem variação cambial, acrescido do diferencial de juros entre Brasil e EUA. 
  • Taxa de administração: 0,20% ao ano 

GOLD11 

  • Nome: Trend ETF LBMA Ouro 
  • Gestora: XP Asset 
  • Índice de referência: LBMA Gold Price 
  • Características: Composto pelo ETF iShares Gold Trust (IAU US), da BlackRock, que segue o índice LBMA Gold Price, referência do preço do ouro negociado em Londres. 
  • Taxa de administração: 0,30% ao ano 

GLDX11 

  • Nome: Investo ETF Solactive Gold Spot Index Fundo de Índice  
  • Gestora: Investo 
  • Índice de referência: Solactive Gold Spot 
  • Características: Composto pelo ETF VanEck Merk Gold Trust (OUNZ), que segue o índice Solactive Gold Spot, referência do preço à vista do ouro em barra. Tem lastro em ouro físico. 
  • Taxa de administração: 0,30% ao ano 

AURO11 

  • Nome: Buena Vista Neos Gold High Income 
  • Gestora: Buena Vista 
  • Índice de referência: NEOS Gold High Income BR 
  • Características: Composto pelo ETF NEOS Gold High Income, que segue o índice homônimo, composto por opções de compra (“call options”) escalonadas de ouro. 
  • Taxa de administração: 0,98% ao ano 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Selo de Melhores Fundos Imobiliários 6 de novembro de 2026 - 6:11
Petróleo Opep 5 de novembro de 2026 - 19:37
Representação de fundo imobiliário negociado em bolsa 5 de novembro de 2026 - 18:01
Dinheiro Salva Vidas - Proteção - Segurança - Emergência 5 de novembro de 2026 - 11:57
Imagem gerada por inteligência artificial mostra uma miniatura de shopping center dentro de um shopping. ao redor, há caixas com notas de reais, simbolizando dinheiro guardado em caixa, investimentos ou aquisições 5 de novembro de 2026 - 9:15
Logo do Itaú (ITUB4) 4 de novembro de 2026 - 16:23
Urna eleitoral com cédulas espalhadas em frente ao Capitólio dos Estados Unidos, com símbolos partidários em vermelho e azul 4 de novembro de 2026 - 14:01
Imagem com a bandeira do Brasil ao fundo e um gráfico vermelho com números e uma seta apontando para baixo representando a queda do ibovespa 4 de novembro de 2026 - 13:15
Gráfico de ações e bandeira do Brasil para representar a bolsa brasileira 3 de novembro de 2026 - 14:02
CSN Cimentos IPO CSNA3 CMIN3 recompra de ações 3 de novembro de 2026 - 12:49
Ilustração do Pacman comendo imóveis 3 de novembro de 2026 - 9:39
No campo petrolífero, ao entardecer, as bombas de petróleo estão em funcionamento. O reflexo das bombas e do belo pôr do sol na água cria a silhueta da unidade de bombeio ao entardecer 2 de novembro de 2026 - 16:19
Luiz Inácio Lula Da Silva vota no segundo turno da eleição 2026, em São Bernardo do Campo 2 de novembro de 2026 - 13:05
mulheres-B3-bolsa-de-valores-mercado 31 de outubro de 2026 - 18:07
Raios e nuvens escuras de uma tempestade emolduram o logo do Banco do Brasil (BBAS3) 31 de outubro de 2026 - 13:15
Touro da B3 triste 31 de outubro de 2026 - 9:15
Imagem traz a palavra Ibovespa em dourado, com tinta vermelha escorrendo pelas letras. Ao fundo, um gráfico em vermelho e azul 30 de outubro de 2026 - 18:23
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar