Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

VAI VOLTAR A BRILHAR

Por que este ex-economista do Fed aposta no ouro mesmo após o tombo com a guerra

Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, o metal precioso é uma convicção de longo prazo; saiba como investir na tese de maneira descomplicada

Julia Wiltgen
8 de maio de 2026
7:30 - atualizado às 18:57
barras de ouro certificados de ouro sorteio empiricus
Imagem: Remessa Online

ouro entrou em 2026 assumindo o protagonismo do mercado financeiro global. Após um 2025 surpreendente, em que o metal precioso teve uma valorização superior a 60% e rompeu a barreira mítica dos US$ 5.000 por onça-troy, o ativo seguiu com um fôlego renovado, acumulando 20% de alta apenas em janeiro e fevereiro. Contudo, o brilho foi ofuscado recentemente por uma queda que trouxe a cotação para a casa dos atuais US$ 4.700. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, chefe de análise da Jubarte Capital, ex-economista do Federal Reserve e Ph.D. em Economia, o metal precioso é uma convicção de longo prazo. 

“A tendência subjacente do ouro foi amplificada em 2025 por pelo menos um driver, que foi a entrada de compradores de varejo. Os ETFs bombaram, criou-se uma demanda extra, um excesso que puxou o preço muito mais para cima. Surfamos essa onda, compramos essa tese e continuamos nela”, diz Mandel, referindo-se à estratégia da Jubarte. 

O ex-Fed participou do mais recente episódio do podcast Touros e Ursos, do Seu Dinheiro. Além do ouro, ele também falou das apostas da gestora em meio à volatilidade provocada pelas políticas de Donald Trump. Você pode conferir o episódio completo aqui

Fome de ouro 

O apetite pelo ouro não é mera especulação. Entre 2022 e 2025, os bancos centrais globais dobraram as compras, acumulando mais de 3.200 toneladas do metal precioso. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O motivo é a segurança: em um mundo no qual as moedas são usadas como ferramentas de sanções, o ouro é o único ativo que não depende de governos. 

Leia Também

“O ouro tem uma narrativa de longo prazo super construtiva. Há muita demanda vindo dos bancos centrais e dos investidores globais. Todo mundo está procurando uma alternativa ao dólar. O ouro se mostrou o ativo mais sensível a essa tendência de longo prazo. Essa tendência vai continuar”, diz Mandel. 

Além disso, essa corrida é alimentada pelo temor que ronda a saúde financeira das grandes potências. Com a dívida pública dos EUA ultrapassando os US$ 37,6 trilhões em 2026, o mercado busca no metal precioso uma reserva de valor contra a desvalorização do papel-moeda e contra a inflação

O paradoxo da crise: por que o ouro caiu na guerra? 

O ouro é comumente usado como hedge geopolítico, uma espécie de porto seguro em tempos de crises, como no caso das guerras. Então por que sofreu justamente com o conflito entre EUA e Irã? A resposta reside em um fenômeno técnico do mercado. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em momentos de crise aguda de liquidez, ocorre o chamado flush: investidores vendem tudo o que podem — inclusive o ouro — para fazer caixa rápido até que o sistema se reorganize. 

Mandel explica que esse movimento de venda muitas vezes parte dos próprios bancos centrais no calor do estresse. 

“Esse movimento é interessante porque o ouro é um hedge geopolítico, mas sofreu neste evento. Mas uma parte importante dessa história é que os bancos centrais venderam o metal no momento de estresse para mitigar o choque negativo. Não foi um seguro contra o choque, porque em momentos de choque às vezes a gente tem que vender”, afirma. 

Por isso, para Mandel, o ouro continua sendo o ativo mais sensível à tendência global de diversificação fora do dólar, e o tropeço recente é apenas um ruído em uma trajetória que ainda tem muito espaço para brilhar. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O preço deve retomar a tendência de longo prazo. Daqui a dois anos, vamos ver que o momento atual foi uma oportunidade de comprar. O fundamento não mudou e deve durar alguns anos”, diz. 

Selic em queda, dólar abaixo dos R$ 5 e petróleo em alta: o que fazer com o seu dinheiro em maio

Como investir de forma simples

Além da oportunidade do momento, explicada por Mandel, diversificar a carteira com uma parcela em ouro é recomendado pela maior parte dos analistas. Para isso, no entanto, não é necessário ter metal físico.  

Uma forma simples de investir no ativo é por meio de ETFs, fundos que acompanham índices de mercado e que têm cotas negociadas em bolsa. Suas taxas de administração são baixas, e a liquidez, elevada, sendo bastante acessíveis e fáceis de operar pelo investidor pessoa física. 

A bolsa brasileira tem hoje sete ETFs com exposição ao ouro. Quatro deles — GOLB11, GLDI11, GOLX11 e OURO11 — acompanham um índice da própria B3, o Índice Futuro de Ouro B3 (IFGold B3)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Trata-se de um indicador que reflete a rentabilidade de uma exposição comprada em contratos futuros de ouro, negociados na B3 sob o código GLD

Embora o metal seja cotado em dólar nos mercados internacionais, o IFGold B3 não tem exposição cambial, isto é, o investidor recebe apenas a variação do preço do contrato futuro do metal, mas fica protegido do sobe e desce da moeda norte-americana. 

Além disso, o retorno é acrescido da rentabilidade diária da taxa básica de juros brasileira, pois parte do índice é composta por ativos de renda fixa indexados ao CDI ou à Selic

A B3 conta ainda com três fundos de índice que investem em ETFs estrangeiros com exposição ao ouro: o GOLD11, ligado aos preços do ouro negociado em Londres; o GLDX11, com exposição ao preço à vista do ouro em barra; e o AURO11, exposto a opções de compra de ouro. São como versões brasileiras de ETFs gringos.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Veja mais detalhes sobre cada um desses ativos a seguir: 

GOLB11 

  • Nome: BTG Pactual B3 Ouro 
  • Gestora: BTG Asset 
  • Índice de referência: Índice Futuro de Ouro B3 (IFGold B3) 
  • Características: Composto pelo primeiro vencimento do Contrato Futuro de Ouro (GLD) e caixa mantido em títulos públicos Tesouro Selic (LFT). Oferece exposição ao preço do ouro, sem variação cambial, acrescido do diferencial de juros entre Brasil e EUA. 
  • Taxa de administração: 0,40% ao ano 

GLDI11 

  • Nome: It Now Gold BRL Fundo de Índice 
  • Gestora: Itaú Asset 
  • Índice de referência: Índice Futuro de Ouro B3 (IFGold B3) 
  • Características: Composto pelo primeiro vencimento do Contrato Futuro de Ouro (GLD) e caixa mantido em títulos públicos Tesouro Selic (LFT). Oferece exposição ao preço do ouro, sem variação cambial, acrescido do diferencial de juros entre Brasil e EUA. 
  • Taxa de administração: 0,40% ao ano 

GOLX11 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Nome: Trend ETF B3 Ouro 
  • Gestora: XP Asset 
  • Índice de referência: Índice Futuro de Ouro B3 (IFGold B3) 
  • Características: Composto pelo primeiro vencimento do Contrato Futuro de Ouro (GLD) e caixa mantido em títulos públicos Tesouro Selic (LFT). Oferece exposição ao preço do ouro, sem variação cambial, acrescido do diferencial de juros entre Brasil e EUA. 
  • Taxa de administração: 0,20% ao ano 

OURO11 

  • Nome: B-Index ETF Ouro BRL B3 
  • Gestora: Bradesco Asset 
  • Índice de referência: Índice Futuro de Ouro B3 (IFGold B3) 
  • Características: Composto pelo primeiro vencimento do Contrato Futuro de Ouro (GLD) e caixa mantido em títulos públicos Tesouro Selic (LFT). Oferece exposição ao preço do ouro, sem variação cambial, acrescido do diferencial de juros entre Brasil e EUA. 
  • Taxa de administração: 0,20% ao ano 

GOLD11 

  • Nome: Trend ETF LBMA Ouro 
  • Gestora: XP Asset 
  • Índice de referência: LBMA Gold Price 
  • Características: Composto pelo ETF iShares Gold Trust (IAU US), da BlackRock, que segue o índice LBMA Gold Price, referência do preço do ouro negociado em Londres. 
  • Taxa de administração: 0,30% ao ano 

GLDX11 

  • Nome: Investo ETF Solactive Gold Spot Index Fundo de Índice  
  • Gestora: Investo 
  • Índice de referência: Solactive Gold Spot 
  • Características: Composto pelo ETF VanEck Merk Gold Trust (OUNZ), que segue o índice Solactive Gold Spot, referência do preço à vista do ouro em barra. Tem lastro em ouro físico. 
  • Taxa de administração: 0,30% ao ano 

AURO11 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Nome: Buena Vista Neos Gold High Income 
  • Gestora: Buena Vista 
  • Índice de referência: NEOS Gold High Income BR 
  • Características: Composto pelo ETF NEOS Gold High Income, que segue o índice homônimo, composto por opções de compra (“call options”) escalonadas de ouro. 
  • Taxa de administração: 0,98% ao ano 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VOLATILIDADE NOS MERCADOS

Petróleo cai até 11% com possível acordo no Oriente Médio e puxa tombo de Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3)

6 de maio de 2026 - 12:48

Expectativa de trégua no Oriente Médio reduz prêmio de risco da commodity e pesa sobre ações de petroleiras na bolsa brasileira

BEM-VINDA AO CLUBE

Samsung atinge valor de mercado de US$ 1 trilhão e não é (só) pelos celulares; veja motivos

6 de maio de 2026 - 10:43

Conhecida pelos celulares, a Samsung é maior fabricante mundial de chips de memória de alta performance

AÇÃO DO MÊS

Três gigantes são as apostas dos analistas para navegar as águas turbulentas de maio; confira o ranking completo

6 de maio de 2026 - 6:00

Apesar de o horizonte mostrar a chegada de uma tempestade, há ações que podem fazer a carteira dos investidores navegar mais tranquilamente

A FONTE SECOU?

FII CACR11 fecha torneira de dividendos e derrete 42% na bolsa; entenda o que aconteceu e quando os proventos devem voltar a pingar

5 de maio de 2026 - 10:24

A gestora projeta que a retomada das vendas deve contribuir para recompor o caixa e viabilizar o retorno dos dividendos

COMPRAR OU VENDER?

O gringo saiu e a Vale (VALE3) sentiu: ações caem 3% com debandada estrangeira e pressionam Ibovespa

4 de maio de 2026 - 18:40

Ações da mineradora recuaram com aversão ao risco global, enquanto minério de ferro avançou na China; bancos seguem otimistas com dividendos

EQUILIBRANDO A EXPOSIÇÃO

RBVA11 em expansão: FII adiciona Estácio, PBKids e Pátio Maria Antônia no portfólio por mais de R$ 100 milhões

4 de maio de 2026 - 17:32

Apesar das transações, a gestão do fundo imobiliário mantém o guidance de R$ 0,09 por cota no semestre

TOP PICKS DE ENERGIA

Nem Cemig (CMIG4) nem Axia Energia (AXIA3): Safra dá veredito de compra para uma ação elétrica e diz quais são as favoritas do setor

4 de maio de 2026 - 16:55

O banco elevou uma ação elétrica de neutra para compra, e citou outras duas empresas do setor que são consideradas as mais promissoras

SEM AQUISIÇÃO POR COTAS

Quer lucrar com a corrida do e-commerce? BTLG11 lança emissão aberta ao investidor — e você deveria entrar, segundo a Empiricus

4 de maio de 2026 - 15:05

Considerando a receita dos novos imóveis, a casa de análise enxerga potencial de geração de valor no médio prazo

SEM PROPOSTA

CVC (CVCB3) em alta na bolsa: companhia de viagens nega ter recebido proposta de aquisição para OPA

4 de maio de 2026 - 10:42

O comunicado é uma resposta à notícia de que a controladora da Decolar considerava fazer uma oferta pela operadora brasileira de turismo

RECICLANDO O PORTFÓLIO

LOG (LOGG3) fecha maior venda da história com acordo de R$ 1,02 bilhão com FII do Itaú; veja os detalhes da operação

4 de maio de 2026 - 10:05

A operação envolve a alienação de 11 empreendimentos logísticos e reforça a estratégia de reciclagem de portfólio da companhia

SADIA HALAL

IPO de US$ 2 bilhões a caminho: MBRF (MBRF3) dá passo final para colocar uma gigante na bolsa; veja detalhes

4 de maio de 2026 - 9:11

A companhia anunciou que concluiu o acordo com o fundo soberano da Arábia Saudita para criação da Sadia Halal. O próximo passo é o IPO na bolsa de lá, com valor de mercado estimado ultrapassando os US$ 2 bilhões

NOVAS MÁXIMAS

Bolsas de NY renovam recordes com esperança em relação à guerra no Irã; Nasdaq fecha acima dos 25 mil pontos pela primeira vez

1 de maio de 2026 - 18:26

Balanços corporativos também mexeram com índices de ações norte-americanos; petróleo caiu com possível acordo entre Irã e EUA

SOBE E DESCE

Duas siderúrgicas e um estranho no ninho: o que levou Usiminas (USIM5), Hapvida (HAPV3) e Gerdau (GGBR4) às maiores altas do Ibovespa em abril?

1 de maio de 2026 - 15:32

Já o carro das ações com pior desempenho foi puxado pela MBRF; veja os rankings completos das melhores e piores ações do mês

MAÇÃ DE OURO

Ação da Apple (AAPL) sobe depois de alta de quase 20% no lucro com sucesso do iPhone 17; saiba qual é o risco no horizonte

1 de maio de 2026 - 11:48

A falta de chips não é o único obstáculo da inteligência artificial para as empresas de tecnologia, que mostram que a corrida pela IA vai custar caro

SD ENTREVISTA

Bolsa brasileira não está barata, mas vale a pena pagar mais caro por boas empresas, afirma gestor da Itaú Asset

30 de abril de 2026 - 16:05

Ao Seu Dinheiro, Rodrigo Koch, responsável pelas estratégias de ações da família Optimus, explica por que trocou a busca por “barganhas” pela segurança da liquidez

INADIMPLÊNCIA NO ARRANHA-CÉU

FII BMLC11 leva calote e move ação de despejo contra locatária do prédio mais alto do RJ; entenda os impactos nos dividendos

30 de abril de 2026 - 11:40

O espaço ocupado pela empresa representa cerca de 2% da área bruta locável (ABL) do BMLC11, o que limita o impacto operacional

RENDA EXTRA PARA COMPRAS

Iguatemi (IGTI11) prevê investimentos e dividendos milionários para 2026; confira o anúncio da operadora de shopping centers

30 de abril de 2026 - 11:01

A Iguatemi publica seu balanço do primeiro trimestre de 2026 (1T26) em 5 de maio e pode apresentar, de acordo com o Itaú BBA, crescimento de 9,6% na receita líquida

PRESSÃO TOTAL

O dia em que o otimismo evaporou da bolsa, fez o Ibovespa fechar no pior nível em um mês e Nova York sucumbir

29 de abril de 2026 - 17:53

No câmbio, o dólar à vista fechou em alta, voltando a ficar acima dos R$ 5,00; confira o que mexeu com os mercados nesta quarta-feira (29)

JOIA RARA

Bradsaúde (ODPV3) faz olhos do Itaú BBA brilharem, que eleva a recomendação para compra; mas entenda qual é o risco

29 de abril de 2026 - 15:45

O Itaú BBA acredita que é uma uma operadora líder geradora de caixa, investimentos hospitalares de alto retorno e um perfil atrativo de dividendos

TOUROS E URSOS #268

O dólar está ‘no limite’? Por que este gestor especialista em câmbio não vê muito mais espaço para queda

29 de abril de 2026 - 14:30

Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, participou da edição desta semana do podcast Touros e Ursos. Para ele, a moeda norte-americana já se aproxima de um piso e tende a encontrar resistência para cair muito além dos níveis atuais

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia