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Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, participou da edição desta semana do podcast Touros e Ursos. Para ele, a moeda norte-americana já se aproxima de um piso e tende a encontrar resistência para cair muito além dos níveis atuais
Para quem já viu o dólar acima dos R$ 6, viver um câmbio abaixo de R$ 5 parece motivo para festa — até porque, se desconsiderarmos as quedas dos últimos dias, a última vez em que a moeda esteve nesse patamar foi em março de 2024. No entanto, essa desvalorização parece estar próxima do limite.
Essa é a visão de Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, gestora especialista em câmbio e juros. Convidado da semana do podcast Touros e Ursos, do Seu Dinheiro, ele enxerga que o limite para a queda do dólar está perto dos R$ 4,90.
Cabe lembrar que a moeda encerrou as negociações da última terça-feira (28) a R$, 4,9824. No mês, as perdas ultrapassam 3,4%. No entanto, ao longo do pregão de hoje (29) a moeda voltou a superar levemente os R$ 5.
Na visão de Menezes, apesar do apoio de fatores externos — como o avanço nos preços do petróleo, que favorece nossa balança comercial enquanto exportadores — e dos juros elevados, há entraves estruturais que dificultam uma queda mais acentuada do dólar.
Entre eles, o déficit em conta corrente, projetado entre 2,5% e 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB), um nível considerado apertado para países emergentes. Isso significa que o Brasil ainda envia mais dólares ao exterior do que recebe, precisando atrair capital estrangeiro de forma constante para fechar essa conta.
Tem também o fator eleições: embora o calendário político possa gerar euforia nos mercados e pressionar o dólar para baixo em cenários de alternância de poder, Menezes avalia que esse efeito tende a ser passageiro.
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Para ele, o ponto central está no Congresso e no Senado, onde se concentra o real poder para promover reformas estruturais no Brasil. Sem o avanço dessa agenda, qualquer valorização mais forte do real perde fôlego rapidamente.
Nesta Super Quarta, os bancos centrais do Brasil e dos EUA entram em cena para anunciar suas decisões de política monetária, definindo o rumo das taxas de juros.
Por aqui, a expectativa é de corte de 0,25 ponto percentual, seguindo o plano de afrouxamento monetário, apesar das incertezas causadas pela guerra.
Segundo Menezes, o corte de 0,25 ponto percentual na Selic deve se confirmar, mas o espaço para novas quedas é limitado. O motivo seria a dificuldade do Banco Central para levar os juros abaixo de 13% ou 12,75% sem um ajuste fiscal mais consistente.
“Se a gente olha a inflação, o CDI ficou algo em torno de 9,6% a 9,8%, ou seja, juros reais bastante elevados. Ainda assim, a economia não desacelerou de forma relevante. Então eu me questiono qual é o nosso novo nível de juros reais de equilíbrio com essa expansão fiscal”, afirma Menezes.
Na prática, o gestor chama atenção para o fato de que, mesmo com um custo de crédito alto — que deveria esfriar consumo e investimentos —, a atividade segue resiliente.
Isso sugere que o chamado juro neutro, nível que equilibra a economia sem estimular nem frear demais, pode estar mais alto do que se imaginava.
Já no segundo bloco do programa, em que são escolhidos os ativos que mais se destacaram positiva e negativamente na semana, Donald Trump e o Partido Republicano aparecem como o Ursos da vez, em razão dos impasses nas negociações por paz no Oriente Médio.
Além disso, os mercados preditivos também entraram na categoria. A escolha reflete a mudança de tratamento regulatório: os mercados preditivos deixaram de ser vistos como investimento e passaram a ser enquadrados como apostas online. Com isso, ficaram sujeitos às regras das “bets”, o que já levou ao bloqueio de plataformas irregulares.
Do lado dos Touros, o destaque foi para a Hapvida (HAPV3). As ações têm tido uma alta de 20 no mês, mas segue como uma das teses mais controversas do mercado. Além da companhia, o Citigroup foi a escolha de Alfredo Menezes, que vê o banco como mal precificado e com potencial relevante de ganho de eficiência.
No setor de tecnologia, Nvidia e Intel também chamaram atenção: a primeira disparou após os resultados do primeiro trimestre de 2026, enquanto a segunda aparece como surpresa positiva ao recuperar espaço na corrida por chips no mundo da inteligência artificial.
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