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Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
As ações da Movida (MOVI3) sobem com força nesta quinta-feira (15), ocupando o primeiro lugar entre as maiores altas da bolsa. A valorização acontece depois de a companhia divulgar a prévia do quarto trimestre de 2025, indicando ter superado o guidance (projeções) em algumas linhas do resultado.
Por volta das 15h40, os papéis negociados fora do Ibovespa subiam 11,65%, negociados a R$ 10,54. No mesmo horário, o principal índice de ações da bolsa avançava 0,52%, nos 166.009,74 pontos.
No documento publicado ontem, a companhia reportou um lucro líquido de R$ 102 milhões no quarto trimestre de 2025, uma alta de 65% na comparação com o mesmo período do ano passado e 24% superior ao guidance.
O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) ficou em R$ 1,5 bilhão no entre outubro e dezembro, crescimento de 20% na base anual. A receita líquida somou R$ 3,7 bilhões, alta de 13% ante igual período de 2024.
A alavancagem foi de 2,6 vezes a relação entre dívida líquida e Ebitda, atingindo o menor nível dos últimos cinco anos, de acordo com a prévia não auditada. Assim, o número ficou no piso das projeções dadas ao mercado.
Para o BTG Pactual, os dados da prévia surpreenderam positivamente, com o lucro líquido sendo o principal destaque.
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“Os números superaram nossas expectativas e reforçaram a qualidade da capacidade de execução da Movida, em conjunto com sua estratégia de desalavancagem”, escreveram Fernanda Recchia, Lucas Marquiori, Marcel Zambello e Samuel Alckmin, em relatório.
A equipe ainda avaliou que a divulgação antecipada do 4T25 permite que a companhia e os investidores foquem integralmente na estratégia de 2026.
“Os resultados destacam as iniciativas de eficiência operacional aliadas ao processo contínuo de desalavancagem”, acrescentaram.
Na visão da Ágora Investimentos/Bradesco BBI, os números preliminares reforçam a tese de execução consistente da Movida, mesmo em um “ambiente desafiador” para o setor.
Os analistas André Ferreira e José Ricardo Rosalen destacaram que o lucro líquido superou o teto do guidance e das estimativas da casa, refletindo ganhos de eficiência e expansão de margem no aluguel, sustentados por ajustes tarifários e controle de custos.
“A estabilidade das margens no segmento de Seminovos, mesmo após cortes de IPI [imposto sobre produtos industrializados], indica disciplina na gestão de ativos e preservação de valor, enquanto o crescimento de clientes (+17% em base anual) sinaliza dinamismo comercial e fortalecimento da base RAC [Rent a Car]”, acrescentaram.
A dupla ainda avaliou que a redução da alavancagem reforça a solidez financeira da companhia, abrindo espaço para geração de valor em um cenário de juros em queda.
Os analistas da Ágora/Bradesco BBI veem MOVI3 negociando a múltiplos atrativos e com fundamentos operacionais “robustos”. Por isso, eles reiteraram a recomendação de compra das ações.
Após os resultados melhores do que o esperado, o BTG Pactual espera uma “trajetória mais normalizada de depreciação — ainda que a ser monitorada de perto — juntamente com um pano de fundo macro mais construtivo, à medida que o Brasil entra em um ciclo de afrouxamento monetário neste ano”.
O BTG também reiterou recomendação de compra para a ação, com preço-alvo em R$ 12, um avanço potencial de 27% em relação ao fechamento de ontem (14).
*Com informações do Money Times
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