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No começo da semana, a companhia anunciou a ampliação de seu acordo de fornecimento de carne com a subsidiária do fundo soberado da Arábia Saudita, além de avanços nas aprovações para um possível IPO da Sadia Halal
Depois que uma subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita vendeu cerca de R$ 1,5 bilhão em ações da MBRF (MBRF3), os papéis caíram na bolsa. As ações recuavam 9,92% por volta de 14h30 desta quarta-feira (15).
A informação da venda saíram no Valor Econômico, e a companhia ainda não se posicionou. No mesmo horário, Minerva Foods (BEEF3) e JBS (JBSS32) recuavam 2,60% e 0,55%, respectivamente.
O fundo árabe ainda mantém uma participação de 11% na companhia, e parte dos recursos obtidos com a venda será destinada ao pagamento da aquisição da Olam Agri, empresa sediada em Singapura.
Ao Money Times, a MBRF informou que não comentará a movimentação.
No começo da semana, a companhia anunciou a ampliação de seu acordo de fornecimento de carne com a Saudi Agricultural and Livestock Investment Company (Salic) e avanços nas aprovações para um possível IPO da Sadia Halal.
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Para o BTG, a potencial geração de receita adicional pela MBRF com o novo acordo, que amplia volumes máximos contratados e inclui carne bovina, parecem movimentos naturais e fazem ainda mais sentido considerando que a MBRF é capaz de fornecer todas as proteínas. No entanto, não garante necessariamente que esses volumes serão efetivamente entregues.
O movimento busca fortalecer ainda mais a Sadia Halal, joint venture criada recentemente que controla todos os ativos anteriormente detidos pela MBRF no Oriente Médio (excluindo a Turquia) e que, na prática, recebe os volumes exportados do Brasil para a região.
O banco mantém sua recomendação neutra para MBRF, com preço-alvo de R$ 26, baseada na combinação de um nível relativamente elevado de endividamento e na expectativa de que as margens operacionais em 2026 sejam menores do que em 2025.
Em entrevista à Folha de São Paulo, o vice-presidente de mercado internacional e cadeia de suprimentos da empresa disse que o tempo médio para entregas de cargas no Oriente Médio passou de 40 para 60 dias dada as restrições impostas no Estreio de Ormuz.
Na semana passada, o CEO da MBRF, Miguel Gularte, disse que a empresa, apesar do aumento dos custos logísticos, conseguiu repassar maiores despesas aos clientes. “Os custos foram compartilhados de forma transparente, sem resistência, em um ambiente de demanda aquecida”, afirmou.
De acordo com o executivo, não há, até o momento, disrupções relevantes no fluxo de entregas.
Segundo Gularte, estoques já haviam sido posicionados estrategicamente no Oriente Médio e na Ásia desde 2024, inicialmente como resposta a questões sanitárias, como os casos de doença de Newcastle em 2024 e a gripe aviária no ano passado, o que acabou funcionando como uma proteção diante da guerra.
O BTG Pactual projeta resultados fracos para a MBRF em seus principais segmentos no 1T26. O banco prevê uma receita consolidada de R$ 40 bilhões (+1% a/a; -9% t/t) e EBITDA de R$ 2,7 bilhões (-12% a/a; -21% t/t), o que implica uma margem de 6,8%, queda de 100 pontos-base tanto na comparação anual quanto trimestral.
Para Mafrig, a projeção é de R$ 24,3 bilhões em receita, alta de 5% a/a, mas queda de 7% t/t, refletindo volumes sazonalmente mais fracos na América do Sul.
“Projetamos EBITDA de R$ 483 milhões, com margens estáveis na base anual, mas recuo de 120 pontos-base ante o 4T25. A rentabilidade na América do Sul deve se contrair diante da alta nos preços do gado no Brasil, enquanto na América do Norte as margens devem permanecer pressionadas, com o EBITDA próximo do breakeven, praticamente estável no comparativo anual”, veem Thiago Duarte e Guilherme Guttilla.
Na BRF, a expectativa é de receita estável contra o 1T25, em R$ 15,6 bilhões e EBITDA de R$ 2,3 bilhões, implicando margem de 14,8% (-290 pontos-base a/a; -20 pontos-base t/t). No mercado doméstico, as margens da BRF historicamente acompanham o spread do suíno.
“Com a virada do ciclo do suíno e spreads de frango doméstico praticamente estáveis na comparação trimestral, esperamos compressão de margens nesse segmento. As receitas na região devem permanecer relativamente estáveis ano contra ano, com crescimento de volumes sendo parcialmente compensado por preços ligeiramente menores”.
Já no segmento internacional, as margens devem melhorar, beneficiadas por spreads de frango mais fortes na comparação sequencial, o que deve compensar parcialmente a pressão sobre os resultados consolidados.
Com Money Times
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