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Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
Um sinal de alerta foi aceso para os investidores do setor de petróleo e gás: um novo conflito entre Irã, Israel e EUA pode incendiar (de novo) o mercado da commodity.
Os futuros de petróleo encerraram a semana passada com ganho acumulado de 3,14% no caso do WTI — usado como referência nos EUA — e de 4,06% no caso do Brent —o tipo usado como referência no mercado global, inclusive pela Petrobras (PETR4).
As notícias sobre a Venezuela, país que detém as maiores reservas comprovadas do mundo, depois da invasão dos EUA e da queda de Nicolás Maduro, juntamente com as renovadas ameaças de Donald Trump de tomar a Groenlândia mexeram diretamente com os preços do petróleo nos últimos dias.
Agora, uma conhecida fonte de tensão promete colocar ainda mais lenha nessa fogueira: o Irã, outro grande produtor que faz parte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).
Antes de entender como as tensões podem afetar o petróleo e, por consequência, as ações das petrolíferas na bolsa, é importante entender o que está acontecendo no Irã.
Desde o dia 28 de dezembro, os protestos contra a crise econômica ganharam força no país e se transformaram no desafio mais significativo do governo dos aiatolás nos últimos anos.
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O ápice, até o momento, ocorreu na última quinta-feira (8), quando manifestantes marcharam pelas ruas de cidades iranianas por quase 24 horas, em resposta a uma convocação do príncipe herdeiro exilado do país.
Reza Pahlevi, filho homônimo do xá que fugiu do Irã um pouco antes da Revolução Islâmica de 1979, mora nos EUA e chamou a população para as ruas na quinta-feira (8) e sexta-feira (9).
“Iranianos exigiram sua liberdade esta noite. Em resposta, o regime no Irã cortou todas as linhas de comunicação”, disse o príncipe exilado na ocasião.
Em resposta à mobilização, o regime bloqueou o acesso à internet e às chamadas telefônicas internacionais. Além disso, a repressão já matou pelo menos 116 pessoas, enquanto mais de 2 mil foram presas.
As tensões se agravaram neste domingo (11), quando o Irã elevou o tom contra EUA e Israel. O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Qalibaf, advertiu que forças norte-americanas e o território israelense se tornariam "alvos legítimos" caso Washington leve adiante uma ofensiva contra a República Islâmica.
Mais cedo, dois membros do alto escalão da Casa Branca disseram à Axios que o presidente norte-americano, Donald Trump, está avaliando várias opções para apoiar os protestos no Irã e enfraquecer o regime.
Essas discussões ocorrem após Trump dizer publicamente que estaria disposto a usar força militar caso o regime iraniano matasse manifestantes.
“Todas as opções estão sobre a mesa para Trump, mas nenhuma decisão foi tomada", afirmou a fonte sob anonimato.
Um segundo membro da Casa Branca disse que as discussões incluíram ataques militares, mas que a maioria das opções apresentadas ao presidente norte-americano neste estágio "não é cinética". As autoridades reconheceram que é difícil prever qual opção o republicano escolherá.
No sábado (10), o republicou foi às redes sociais dizer que “o Irã está olhando para a liberdade, talvez como nunca antes. Os EUA estão prontos para ajudar!”.
Enquanto os EUA dizem estar posicionados no Oriente Médio para defender seus interesses e aliados, Israel — que se prepara para voltar à guerra com o Hamas, de acordo com o Wall Street Journal — também assegurou acompanhar "de perto" os desdobramentos.
De acordo com a Reuters, Israel está em alerta máximo diante da possibilidade de qualquer intervenção dos EUA no Irã.
Mais cedo, o ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Sa'ar, defendeu a designação da Guarda Revolucionária do Irã (IRGC, na sigla em inglês) como organização terrorista pela União Europeia (UE).
A escaladas das tensões no Irã, com possível envolvimento de EUA e Israel, mexem diretamente com os preços do petróleo. Isso porque, além de ser um dos grandes produtores da commodity no mundo, Teerã tem outro trunfo na manga: o estreito de Ormuz.
Há quase um ano, os iranianos usaram a passagem para responder aos ataques dos EUA. Você pode relembrar aqui essa história. Novamente, uma potencial operação militar de Israel e dos EUA contra o Irã volta a ameaçar o transporte de petróleo e gás no Golfo.
O Estreito de Ormuz, localizado entre Omã e o Irã, é o corredor marítimo mais importante do mundo para o transporte de petróleo — as projeções da consultoria de energia Vortexa indicam que cerca de 20 milhões de barris de petróleo bruto, condensado e combustíveis passam pela região diariamente.
A via tem 33 quilômetros de largura por onde transitam navios vindos do Golfo Pérsico em direção do Mar Arábico — o trecho mais estreito tem apenas 3,2 quilômetros de largura, o que torna a passagem congestionada e perigosa.
Quando o parlamento iraniano aprovou o fechamento do estreito, em 22 de janeiro de 2025, o JP Morgan calculou o tamanho do estrago: se a interrupção de prolongasse, com a escalada do conflito no Oriente Médio, o preço do petróleo poderia chegar a US$ 130.
Naquele momento, o barril havia dado um salto de US$ 60 para US$ 75. Atualmente, o Brent está cotado na casa dos US$ 63 o barril, enquanto o WTI está na casa dos US$ 59.
“Os protestos no Irã parecem estar ganhando força, levando o mercado a se preocupar com possíveis interrupções”, disse o time do Saxo Bank.
Em 2025, quando as tensões envolvendo o Irã e Ormuz ganharam força, as ações da Petrobras ganham impulso na bolsa — não é muito difícil de imaginar que preços mais altos do petróleo são positivos para a estatal, já que implica no aumento das receitas.
Mais que isso: o petróleo mais caro ajuda na geração de caixa e na distribuição de dividendos não só da estatal como de outras petroleiras como a Prio (PRIO3).
Para as bolsas, a narrativa da escalada das tensões entre Israel, Irã e EUA é outra: a tendência é de que os investidores fujam dos ativos de risco e busquem abrigo em ativos considerados porto seguro como ouro e dólar. E o Ibovespa pode não escapar desse movimento.
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