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Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
O Ibovespa encerrou a primeira semana completa de janeiro abaixo dos 164 mil pontos, mas com ganho de 1,76%, colocando o acumulado neste início de ano em 1,39%. Na transição de 2025 para 2026, com apenas três sessões, o principal índice da bolsa brasileira havia acumulado queda de 0,22%. O dólar à vista seguido no caminho oposto.
Na semana que acabou, os investidores estiveram de olho, principalmente, em dados de inflação — o índice de preços ao consumidor amplo (IPCA) de dezembro e de 2025 foi divulgado na sexta-feira (11), enquanto lá fora, foi o payroll, como é conhecido o principal relatório de emprego dos EUA, que este no radar.
Os dois indicadores acabaram colocando a taxa de juros — tanto a brasileira como a norte-americana — no centro das atenções.
Por aqui, a expectativa de corte de juros já neste mês praticamente saiu da mesa, jogando as apostas para março, enquanto lá, boa parte dos investidores entende que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) não precisa ter pressa para promover novos ajustes na política monetária.
Ainda no exterior, o mercado continuou de olho nos eventos ligados à Venezuela, enquanto entendia os principais pontos do acordo histórico entre o Mercosul e a União Europeia. Você pode conferir aqui os detalhes.
No câmbio, o dólar à vista terminou a semana passada em baixa de 0,43%, cotado a R$ 5,2658. A moeda norte-americana acumulou perda semanal de 1,10% e de -2,24% em janeiro, após alta de 2,89% no mês passado. Em 2025, o dólar recuou 11,18% frente ao real.
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No exterior, o índice DXY — que mede o comportamento do dólar em relação a uma cesta de seis moedas fortes — subiu e voltou a ser negociado acima dos 99,000 pontos, com máxima aos 99,264 pontos.
O iene caiu mais de 0,60% em meio a rumores de que a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, cogita dissolver a Câmara Baixa do país. O Dollar Index acumula alta de 0,70% na semana e de 0,85% no mês.
Para a semana que começa agora, os investidores vão encarar uma nova safra de indicadores com potencial para mercado tanto com o Ibovespa como com o dólar, por isso, vale a pena ficar de olho.
Na terça-feira (13), o Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicará a Pesquisa Mensal de Serviços de novembro. De acordo com as projeções do Bradesco, deve haver alta de 0,1% na variação mensal.
De acordo com o time de pesquisa econômica do banco, eventos ocorridos ao longo de novembro, como a COP30, podem introduzir alguma volatilidade nos resultados.
Na quinta-feira (15) será divulgada a venda no varejo que, segundo o Bradesco, deve ter tido uma pequena alta em relação a outubro.
Encerrando a semana, na sexta-feira (16), o Banco Central publicará o IBC-Br, indicador que serve como proxy para o Produto Interno Bruto (PIB) mensal.
Nos Estados Unidos, a atenção se voltará principalmente para os dados de inflação. Na terça-feira (13) será divulgado o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) de dezembro.
Na quarta-feira (14) saem as vendas no varejo e o índice de preços ao produtor (PPI), ambos referentes a novembro. O PPI é relevante por compor parte do cálculo do PCE — medida preferida pelo Federal Reserve para monitorar a inflação.
As vendas no varejo, por sua vez, ajudarão a avaliar o ritmo da atividade no final de 2025, fator determinante para as decisões da próxima reunião de política monetária marcada para o fim de janeiro.
“Paralelamente, o mercado seguirá acompanhando os desdobramentos geopolíticos das recentes ações norte-americanas e possíveis indicações para a futura presidência do Federal Reserve”, diz o time do Bradesco em relatório.
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