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A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
O ano começou em ritmo acelerado para os mercados — e o Ibovespa entrou em 2026 com o pé no acelerador. Em meio a dados econômicos do ano passado ainda sendo digeridos e a um noticiário carregado de ruídos políticos e geopolíticos, a bolsa brasileira conseguiu emplacar uma semana de ganhos, enquanto o dólar perdeu força frente ao real.
O principal índice da B3 acumulou valorização de 1,76% e encerrou a última sessão aos 163 mil pontos. Já o dólar à vista terminou a semana cotado a R$ 5,3658, com queda de 1,10% no período.
No radar doméstico, o Caso Master roubou a cena e adicionou uma dose extra de cautela aos negócios. Declarações no Tribunal de Contas da União (TCU), recursos apresentados pelo Banco Central e decisões ainda pendentes mantiveram o mercado em compasso de espera, à espera do próximo capítulo — que deve começar a ser escrito no plenário da Corte no dia 21 de janeiro.
Do lado dos dados, a inflação trouxe um alívio moderado. O IPCA acelerou em dezembro, mas fechou 2025 dentro do intervalo de tolerância da meta do Banco Central, sem mudar, por ora, a aposta majoritária do mercado de que o ciclo de corte da Selic pode começar em março.
Lá fora, o cenário seguiu turbulento. Tensões geopolíticas ganharam força após a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela e novas declarações do presidente Donald Trump, que voltou a levantar a possibilidade de ampliar a influência de Washington sobre a Groenlândia — aumentando o grau de incerteza global logo na largada do ano.
A ponta positiva do Ibovespa foi liderada por Cogna (COGN3), com revisões positivas de bancos. Na última quarta-feira (7), o JP Morgan elevou a recomendação de COGN3 de neutra para compra, com preço-alvo de R$ 6,50 em dezembro deste ano.
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Na avaliação dos analistas Marcelo Santos e Livea Mizobata, as ações da educacional seguem negociadas a um valuation “atrativo”, mesmo após a alta de 240% em 2025. A dupla também vê uma perspectiva sólida de crescimento na companhia.
Já na sexta-feira (9) foi a vez do UBS BB. O banco revisou as estimativas para a educacional e manteve a recomendação neutra dos papéis e o preço-alvo em R$ 4.
Os analistas consideram que a melhora dos fundamentos da Cogna pode sustentar os níveis atuais de valuation – “precificando de forma justa a relação risco-retorno da companhia”, afirmaram Andre Salles, Leonardo Olmos e Eduardo Resende.
| CÓDIGO | NOME | VARIAÇÃO SEMANAL |
| COGN3 | Cogna ON | 17,57% |
| CVCB3 | CVC ON | 14,55% |
| CSNA3 | CSN ON | 13,10% |
| USIM5 | Usiminas PNA | 9,53% |
| EMBJ3 | Embraer ON | 8,20% |
| B3SA3 | B3 ON | 7,67% |
| TOTS3 | Totvs ON | 7,47% |
| RAIZ4 | Raízen ON | 6,25% |
| MULT3 | Multiplan ON | 6,10% |
| MRVE3 | MRV ON | 5,83% |
No início da semana, o UBS BB reduziu em 10% a sua projeção de lucro líquido para a empresa para R$ 511 milhões em 2026 e para R$ 566 milhões em 2027.
Segundo o banco, a revisão incorpora o menor fluxo de visitantes em shoppings em dezembro, em especial durante o período natalino.
Com a atualização, o UBS cortou o preço-alvo de CEAB3 de R$ 23 para R$ 20 nos próximos 12 meses. A recomendação de compra, porém, foi mantida.
| CÓDIGO | NOME | VARIAÇÃO SEMANAL |
| CEAB3 | C&A Modas ON | -13,05% |
| AZZA3 | Azzas 2154 | -6,70% |
| TAEE11 | Taesa units | -4,53% |
| WEGE3 | Weg ON | -4,46% |
| VIVA3 | Vivara ON | -4,06% |
| CYRE4 | Cyrela PN | -3,66% |
| MBRF3 | MBRF ON | -3,26% |
| PCAR3 | GPA ON | -2,78% |
| IRBR3 | IRB Re ON | -2,31% |
| ASAI3 | Assaí ON | -2,22% |
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