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A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra
Na contramão da queda acumulada da ação da Embraer (EMBJ3) na bolsa, a parte operacional da empresa dispara. A fabricante de aeronaves divulgou um salto de 47% nas entregas no primeiro trimestre deste ano em comparação ao mesmo período em 2025 e analistas do BTG Pactual, Itaú BBA e JP Morgan e XP enxergam um bom ponto de entrada para o papel.
Segundo a companhia, 44 aeronaves foram entregues, sendo 10 da aviação comercial — três delas do modelo E195-E2, a maior aeronave atualmente em produção pela Embraer nesse segmento.
O volume da unidade de negócios cresceu 43% em relação ao ano passado, quando foram entregues sete aeronaves.
Na aviação executiva, a Embraer entregou 29 jatos, alta de 26%. O desempenho foi impulsionado pelo maior número de entregas tanto de jatos leves quanto de médio porte, refletindo a demanda sólida e contínua no segmento, destaca a companhia.
Em defesa e segurança, a empresa entregou uma aeronave de transporte militar multimissão KC-390 Millennium e quatro A-29 Super Tucano, totalizando cinco aeronaves no trimestre.
Para 2026, a Embraer estima entregas entre 80 e 85 aeronaves na aviação comercial — crescimento de 6% ano contra ano —, e entre 160 e 170 aeronaves na aviação executiva — também com aumento médio de 6% na comparação anual.
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Desde a máxima do ano, alcançada em janeiro, ação da Embraer cai 21%. Apesar de registrar um desempenho mais animador na última semana, o papel ainda acumula queda de 8,6% em 2026.
O receio do mercado recai justamente sobre as entregas para 2026. A guerra no Irã também piorou o cenário, com receio sobre atrasos ou cancelamentos na carteira de pedidos da companhia em meio à escalada das tensões geopolíticas e do avanço de preços dos combustíveis.
Apesar do cenário atual, as equipes de análise da XP, do BTG, Itaú BBA e JP Morgan reforçaram a recomendação de compra para os papéis da Embraer.
O Itaú BBA vê como possíveis catalisadores de alta a entrega de resultados trimestrais acima das expectativas — o que pode levar a revisões positivas para o guidance de 2026 — e a concretização de um grande pedido de jatos comerciais da Índia, ligado à parceria da companhia com o Adani Group.
As expectativas do mercado apontam para um pedido potencial de 200 aeronaves E1, que, segundo estimativas, pode valer até US$ 5,1 bilhões e se materializar ainda neste ano.
Mesmo com a continuidade de um cenário macroeconômico incerto, a XP acredita que diversos fatores positivos estão sendo subestimados.
Os analistas destacam a carteira de pedidos mais robusta e diversificada da Embraer como um importante fator de redução de risco, com os pedidos atuais cobrindo cerca de 120% das estimativas de receita da aviação comercial até 2029.
O JP Morgan também afirma que as ações seguem descontadas em relação aos principais pares. A companhia é negociada a um múltiplo de 8,9 vezes o valor de mercado sobre Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização). Esse mesmo indicador da Airbus é 11,2 vezes EV/Ebitda, da Boeing é 36,1 vezes, enquanto a Bombardier é negociada a 12,8 vezes o múltiplo.
No início de março, o JP Morgan elevou o preço-alvo da Embraer para R$ 109. Em relação ao fechamento da última quinta-feira (2), trata-se de um potencial lucrativo de 34,6%.
Já o BTG Pactual tem recomendação de compra com um cálculo de preço-justo ainda maior: R$ 126. Com base no patamar atual, os analistas projetam uma alta de até 55,6% para o papel EMBJ3.
*Com informações do Money Times.
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