🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap.

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

Camille Lima
Camille Lima
14 de janeiro de 2026
19:04 - atualizado às 18:07
bolsa brasileira ações ibovespa investimentos small caps
Imagem: Shutterstock

Depois de um 2025 que exigiu nervos de aço do investidor brasileiro — com a Selic no maior nível em duas décadas e o CDI funcionando como um colchão confortável —, 2026 começa com um sinal claro de virada. O ciclo de juros a 15% ao ano está com os dias contados. E é justamente essa transição que muda o jogo para os investimentos

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o BTG Pactual e o Santander, 2026 marca o ano de sair da inércia do CDI. A melhor janela para travar taxas elevadas na renda fixa prefixada, capturar ganhos e se posicionar para a retomada da bolsa já está aberta. E, segundo os analistas, ela pode não ficar assim por muito tempo. 

A projeção do BTG é de que a Selic termine 2026 em torno de 12%. O Santander também antecipa o início dos cortes ainda no primeiro trimestre do ano.  

Na prática, isso significa duas coisas: o CDI começa a desacelerar e o custo de oportunidade de ficar parado no pós-fixado aumenta — empurrando o investidor, aos poucos, para ativos de maior risco. 

A corrida para "travar" taxas na renda fixa antes da queda da Selic em 2026

Há um consenso entre os analistas: o relógio está correndo para quem quer capturar os prêmios da renda fixa antes do início efetivo do ciclo de cortes de juros. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se nos últimos anos o investidor pôde se dar ao luxo de ficar confortável no CDI, 2026 exige uma mudança de postura. Com juros em queda no horizonte, o pós-fixado perde atratividade relativa — e os analistas passam a defender uma migração gradual para títulos prefixados e atrelados à inflação

Leia Também

A aposta para 2026 está na recuperação da credibilidade do Banco Central, o que abre espaço para um ciclo de cortes bem recebido pelo mercado. Nesse cenário, os títulos públicos prefixados surgem como os grandes beneficiários do fechamento da curva de juros. 

No radar do BTG, aparecem as LTNs com vencimento em 2028 e 2029, justamente por capturarem esse movimento. O Santander concorda: os níveis atuais ainda permitem “travar” taxas elevadas por vários anos antes que o novo ciclo reduza esses retornos. 

Já nos títulos atrelados à inflação, há uma convergência sobre a NTN-B 2035. O título emerge como o favorito das duas casas, combinando juro real historicamente elevado com proteção contra eventuais solavancos inflacionários.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para os analistas, trata-se de uma assimetria rara: proteção no curto prazo e potencial de ganho de capital no médio e longo prazo com a queda das taxas reais. 

A bolsa ainda está barata — mas onde estão as oportunidades em ações em 2026? 

Se a renda fixa oferece o travamento de taxas, a bolsa entra em 2026 com outro apelo: valuation. Para os analistas, o mercado de ações brasileiro segue barato em termos históricos. A pergunta, portanto, não é “se”, mas “onde” buscar retorno. 

Há consenso em algumas teses. A Copel (CPLE6) aparece como um nome recorrente, impulsionada pela eficiência pós-privatização. A Prio (PRIO3) também figura entre as preferidas, sustentada pelo baixo custo de extração e crescimento consistente de produção. A Minerva (BEEF3) também aparece como uma tese forte no setor de proteína animal. 

O BTG adiciona à lista a Tenda (TEND3), apostando na recuperação do segmento de baixa renda dentro do Minha Casa, Minha Vida.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já o Santander amplia o leque com nomes como Vale (VALE3)Petrobras (PETR4)Telefônica Brasil (VIVT3) Totvs (TOTV3)

Há também uma leitura clara de que setores sensíveis a juros devem ganhar tração com a queda da Selic. Construção civil aparece com força — com Cyrela (CYRE3)Cury (CURY3) Direcional (DIRR3) —, além de shoppings, como Multiplan (MULT3), e empresas ligadas ao mercado de capitais, como o próprio BTG Pactual (BPAC11)

Crédito privado e infraestrutura entram no radar 

No crédito privado, o foco se desloca para qualidade e previsibilidade. O Santander destaca as debêntures incentivadas — especialmente nos setores de energia, saneamento e logística — como uma combinação atraente de retorno real elevado e isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas. 

Por sua vez, o BTG mira emissores com "fôlego de sobra" e balanços mais robustos. A Minerva aparece novamente, beneficiada pelo apetite chinês por carne bovina.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Eldorado Celulose surge como tese de desalavancagem após a consolidação do controle pela J&F, mesmo em um ambiente de preços de commodities menos favorável. 

Em infraestrutura, a debênture da Rialma ganha destaque entre os analistas pela previsibilidade de receitas e pelo avanço antecipado das obras de transmissão, reduzindo riscos de execução. 

Fundos e FIIs em 2026: oportunidade no desconto 

Com a Selic ainda alta, os fundos seguem negociando com desconto — e isso, para os analistas, é oportunidade. 

Entre os fundos imobiliários (FIIs), um nome aparece em consenso entre BTG e Santander: o BTG Pactual Real Estate Hedge Fund (BTHF11). O fundo é citado tanto pela flexibilidade de estratégia quanto pelo “duplo desconto” em relação ao valor patrimonial.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na alocação em FIIs, o Santander sugere uma divisão de 60% em fundos de papel — priorizando high grade (ativos de alta qualidade e boas garantias), como HGCR11 MCCI11, e 40% em tijolo, com foco em imóveis de qualidade com contratos longos nos segmentos de Renda Urbana, Logística e Shoppings, como TRXF11GARE11BRCO11 XPML11

Já o BTG foca em nomes como o KNSC11 (papel) e HGBS11 (shoppings) para capturar a retomada do consumo, além de destacar o JURO11 (infra) como alternativa para renda mensal isenta com potencial de marcação a mercado (valorização do título). 

Fora do universo imobiliário, o banco também aponta oportunidades em fundos multimercados e de ações, como Genoa Sagres (Macro)Ibiuna Long Biased (Ações) BTG Synergy Equity Hedge (Previdência)

Investimentos internacionais, alternativos e criptomoedas 

No cenário internacional, a tese que une os analistas é a da Inteligência Artificial. Ambos elegem Microsoft (MSFT34) e Amazon (AMZO34) como as melhores formas de exposição à nuvem (cloud) e IA.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Do lado dos semicondutores, o Santander avalia que a Nvidia mantém a liderança tecnológica em chips (GPUs) para treinamento de IA, especialmente com a nova arquitetura Rubin, que deve expandir suas margens. 

Já a Eaton é citada pelos analistas como uma tese complementar, beneficiada pela explosão da demanda energética dos novos data centers de IA. 

Já no mercado de criptomoedas, o BTG defende o Bitcoin (BTC) como reserva de valor estratégica e a Solana (SOL) como infraestrutura de alta eficiência para a tokenização de ativos reais.  

Veja outras duas apostas o BTG em ativos digitais: 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Ethereum (ETH): Tese de infraestrutura essencial para contratos inteligentes, tokenização e stablecoins. A demanda cresce com o uso real da rede por bancos e empresas. 
  • Aave (AAVE): Líder em empréstimos descentralizados, com lucros recorrentes e programa de recompra de tokens, capturando a migração do crédito para a blockchain

Por sua vez, o Santander prefere uma abordagem mais defensiva, focado em alternativas como o ouro e a diversificação global por meio de fundos de índice (ETFs) com hedge (proteção) cambial

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
FII DO MÊS

FII de papel ou tijolo? Em fevereiro, os dois são queridinhos dos analistas; confira os fundos imobiliários no pódio

5 de fevereiro de 2026 - 6:14

Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora

HORA DE COMPRAR?

A Prio (PRIO3) já deu o que tinha que dar? Depois de subirem 20% no ano, papéis ainda podem disparar; Itaú BBA aponta gatilhos

4 de fevereiro de 2026 - 18:42

A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas

VAI PERDER O BONDE?

“Investidor pessoa física só gosta de bolsa quando já está cara”, diz Azevedo, da Ibiuna

4 de fevereiro de 2026 - 17:31

Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa

TOUROS E URSOS #258

Ibovespa nos 200 mil pontos? Gringos compram tudo — mas cadê os investidores brasileiros

4 de fevereiro de 2026 - 14:00

Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano

BRASIL NO CENTRO DO MUNDO

Bolsa com força total: gringos despejam R$ 26,3 bilhões em janeiro na B3 e superam todo o fluxo de 2025

3 de fevereiro de 2026 - 20:00

Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes

MAIS ENERGIA PARA A CARTEIRA

Tchau, Vale (VALE3): BTG escolhe nova “vaca leiteira” para sua carteira de dividendos — saiba qual é a ação escolhida para renda passiva

3 de fevereiro de 2026 - 18:35

A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos

DA CIDADE PARA O CAMPO

BTAL11 migra para fiagro e terá primeiro programa de recompra de cotas; entenda os impactos para os cotistas

3 de fevereiro de 2026 - 14:02

A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão

MERCADOS HOJE

Ibovespa salta para históricos 187 mil pontos e dólar cai. Corte da Selic é um dos gatilhos do recorde, mas não é o único

3 de fevereiro de 2026 - 12:31

Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026

DEPOIS DE A HOLDING PEDIR RJ

Fictor Alimentos (FICT3) desaba 40% na B3. Por que o mercado não acreditou que a empresa ficará de fora da RJ da holding?

2 de fevereiro de 2026 - 15:34

Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação

DESTAQUES DA BOLSA

Raízen (RAIZ4) dispara, volta a ser negociada acima de R$ 1 e lidera as altas do Ibovespa na semana; veja os destaques

1 de fevereiro de 2026 - 15:00

Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice

CRIPTOMOEDAS HOJE

US$ 2,4 bilhões liquidados em 24 horas: Bitcoin (BTC) sofre nova derrocada e opera abaixo dos US$ 80 mil. O que explica?

1 de fevereiro de 2026 - 12:01

Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas

BALANÇO DO MÊS

Ibovespa dispara em janeiro e nenhum outro investimento foi páreo — nem mesmo o ouro

30 de janeiro de 2026 - 19:34

Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente

NÃO PERCA O PRAZO

Gol (GOLL54) vai sair da bolsa com OPA, mas adesão ao leilão não é automática; veja o que o investidor deve fazer

30 de janeiro de 2026 - 18:13

A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa

DESCE E SOBE

Fundo imobiliário TGAR11 cai 14% em três dias, mas BB-BI diz que não é hora de vender — entenda o que pode impulsionar o FII na bolsa agora

30 de janeiro de 2026 - 12:55

O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados

NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar