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Para o BTG Pactual, o Inter apresenta um valuation descontado mesmo após uma “clara redução de risco na tese de investimento”. Entenda se compensa comprar as ações agora
Após entregar mais uma sequência de resultados fortes no segundo trimestre, com lucro recorde e expansão da rentabilidade, o Inter (INBR32) recebeu mais um selo de compra para suas ações.
O BTG Pactual elevou a recomendação para os BDRs (recibos de ações) do Inter negociados na B3, de neutra para compra.
Para os analistas, o banco digital encontra-se com um valuation descontado mesmo após uma “clara redução de risco na tese de investimento” e em meio à expectativa de apresentar uma rentabilidade de 15% para este ano.
“A ação passou por um rebaixamento, apesar de uma redução de risco na tese de investimento. Em resumo, acreditamos que a assimetria voltou a se tornar favorável — e estamos atualizando a recomendação para compra”, afirmou o BTG, em relatório.
Os BDRs do Inter operam em forte alta nesta quarta-feira (6). Por volta das 15h05, os papéis subiam 9,15%, cotados a R$ 39,36 na B3.
No segundo trimestre, o banco digital laranjinha teve um lucro líquido de R$ 332 milhões. Trata-se de um aumento de 49,2% em relação ao mesmo período do ano passado e de 8,3% contra o trimestre imediatamente anterior.
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A rentabilidade também continuou a crescer no trimestre. O ROE (retorno sobre o patrimônio líquido) chegou a 14,5% no trimestre, um aumento de 4,1 pontos percentuais (p.p) no comparativo anual e de 0,9 p.p na base trimestral.
“Apesar de um ambiente macroeconômico desafiador, nossa perspectiva para o restante de 2025 continua forte. Estamos confiantes de que este será um ano decisivo para avançar em nossos objetivos estratégicos de alcançar 60 milhões de clientes, uma eficiência operacional de 30% e ROE de 30% até 2027”, disse o CEO da Inter&Co, João Vitor Menin, em nota.
Por falar no ambicioso plano 60-30-30, o Inter (INBR32) também conseguiu avançar na jornada rumo aos 60 milhões de clientes.
A fintech registrou expansão de 18,2% na base de clientes em comparação com o mesmo período de 2024, encerrando o trimestre com 39,3 milhões de usuários. Em agosto, o banco digital conseguiu atingir o marco de 40 milhões de clientes totais.
Por outro lado, as despesas do Inter também cresceram de forma significativa no trimestre, com avanço de 32% na base anual, para R$ 873 milhões.
Mesmo assim, o índice de eficiência, que relaciona as despesas operacionais com a receita total, encerrou o período em 47,8%, redução de 1 p.p. na comparação anual e de 1,8 p.p. frente ao 1T25. Lembrando que quanto menor for o indicador, mais eficiente será o banco.
A receita bruta total do Inter somou R$ 3,16 bilhões no primeiro trimestre, um crescimento de 38% na comparação anual.
A carteira de crédito do banco Inter (INBR32) cresceu 22% na comparação anual e 7,6% na base trimestral, atingindo a marca de R$ 40,2 bilhões.
Já a inadimplência acima de 90 dias diminuiu 0,4 ponto percentual contra o segundo trimestre de 2024 e apresentou estabilidade frente ao trimestre anterior, em 4,6%.
Na avaliação do BTG, o segundo trimestre do Inter (INBR32) foi apenas “ok”, mas os indicadores estão bastante saudáveis e demonstram que o banco digital está no caminho certo para entregar as expectativas para o ano.
Para os analistas, há ainda um grande potencial para o Inter no consignado privado, já que o produto está bem alinhado com o apetite de risco do banco digital e praticamente ausência de risco de canibalização.
O Inter apresentou um crescimento considerável nos novos empréstimos de consignado privado, atingindo a marca de R$ 728 milhões no trimestre e 10% de participação de mercado dos novos empréstimos concedidos no período.
“Em nossa visão, o Inter está melhor posicionado para se beneficiar, dado o grande mercado endereçável do produto em relação ao seu valor de mercado e sua participação de mercado ainda baixa em empréstimos pessoais — o que também significa que há risco muito limitado de canibalização”, disseram os analistas.
Na leitura dos analistas, o progresso em relação às metas do plano 60-30-30 do Inter pode não ser linear, com alguma volatilidade ao longo dos trimestres. Porém, a direção final permanece intacta — e os múltiplos atuais das ações não parecem refletir nem mesmo um ROE de 20% para o banco digital.
“Por enquanto, mantemos nossas estimativas e preço-alvo para o final de 2025 inalterados, mas, nos níveis atuais — e após 20 meses de forte entrega — vemos motivos suficientes para atualizar a ação para compra”, escreveu o BTG.
Para o Citi, o Inter (INBR32) "tem as ferramentas para atingir o guidance" ambicioso até 2027, com um portfólio diversificado, voltado para empréstimos com garantia, que permite o crescimento.
O Citi tem recomendação de compra para as ações do Inter negociadas em Wall Street, com preço-alvo de US$ 9,00, o que implica em uma valorização potencial de 37,8% frente ao último fechamento.
Já a XP Investimentos avalia que o Inter (INBR32) apresentou resultados sólidos no 2T25, reforçando a visão de que o banco está em um caminho constante de crescimento e monetização.
“No geral, os resultados sustentam uma perspectiva construtiva para uma aceleração gradual da rentabilidade”, disse a corretora.
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