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O executivo é prata da casa e fez parte de operações importantes para a empresa, controlada pela Simpar
A JSL (JSLG3) anunciou na noite da última terça-feira (21) uma mudança no comando. O Conselho de Administração elegeu Guilherme de Andrade Fonseca Sampaio para assumir o cargo de CEO de forma interina a partir do começo do ano que vem, em substituição a Ramon Peres Martinez Garcia de Alcaraz, que deixará a posição no fim do ano.
O processo de transição terá início no primeiro dia de novembro e se estenderá por 60 dias, sob a condução de Alcaraz, que permanecerá como acionista e conselheiro consultivo a partir de 2 de janeiro de 2026.
Segundo a companhia, a mudança está alinhada ao planejamento estratégico da JSL, visando iniciar um novo ciclo de desenvolvimento, com foco em eficiência, inovação, customização e aproveitamento da escala, capilaridade e diversificação da empresa.
Guilherme Sampaio acumulará, além da função de CEO, suas atuais atribuições como CFO e DRI, de acordo com fato relevante.
Guilherme Sampaio ingressou na JSL, empresa de logística controlada pela Simpar, em 2019, inicialmente na área de Planejamento Estratégico e M&A. O executivo participou de iniciativas como a reorganização societária que resultou na criação da Simpar e na relistagem da JSL, além de aquisições e avanços em automação e tecnologia.
Cabe lembrar que a Simpar como conhecemos hoje foi criada em 2020, quando o grupo passou por uma reorganização societária: a antiga JSL, que concentrava todas as operações (logística, locação, concessões e etc), foi transformada em uma holding, que passou a se chamar Simpar.
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As operações de logística foram separadas em uma nova empresa operacional, a JSL que existe hoje, relistada na B3 naquele ano. A Simpar também controla Movida e Vamos, entre outras.
Antes da JSL, Sampaio atuou por 13 anos na EY, nas áreas de Transações Corporativas, Mercado de Capitais e Estratégia Comercial para a América do Sul, disse a companhia.
O executivo é formado em administração de empresas, com especializações em finanças pela FGV e global supply chain management pela Wharton School of Business.
*Com informações do Money Times
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