O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Acordo prevê que Casas Bahia venda eletrodomésticos, eletrônicos e móveis dentro da plataforma do Mercado Livre a partir de novembro; parceria busca ampliar canais de venda e fortalecer operação digital da varejista brasileira
A Casas Bahia (BHIA3) parece estar seguindo o velho ditado: “se não pode contra eles, junte-se a eles”. A varejista anunciou, na manhã desta quinta-feira (23), uma parceria estratégica com o Mercado Livre (MELI34).
A partir de novembro, os produtos das categorias principais da Casas Bahia — como eletrodomésticos, eletrônicos e móveis — passarão a ser vendidos também na plataforma da argentina.
De acordo com o CEO da companhia, Renato Franklin, a aliança vai permitir que o grupo ganhe participação de mercado, escale suas operações e otimize o uso de seu ecossistema, que inclui soluções logísticas, financeiras e de serviços.
“Mais do que uma expansão de canal, trata-se de uma evolução no modelo de negócio do Grupo Casas Bahia — uma companhia cada vez mais eficiente, conectada e preparada para o futuro do varejo nacional”, afirmou o executivo.
Pelo lado do Mercado Livre, o vice-presidente sênior e líder no Brasil, Fernando Yunes, destacou que a chegada de uma marca tradicional e com forte conexão com o consumidor reforça o propósito da empresa de seguir desenvolvendo e fortalecendo o e-commerce no país.
“Essa parceria de longo prazo marca o início de uma nova fase para o comércio eletrônico de eletrodomésticos, eletrônicos e móveis no Brasil”, destacou Yunes. Cabe ressaltar que o Meli sempre teve dificuldade em para escalar a venda de eletrodomésticos na plataforma e a parceria pode ajudar a mudar isso, além de colaborar com a venda de produtos com maior ticket médio.
Leia Também
Vale lembrar que os modelos de negócio das duas companhias não se sobrepõem diretamente. Há uma clara diferenciação de posicionamento: o foco do Mercado Livre está nos produtos de ticket médio e baixo — itens de menor valor, que demandam uma logística mais ágil e simplificada.
Enquanto a Casas Bahia se concentra em vender eletrônicos e eletrodomésticos. É muito mais difícil entregar uma geladeira do que uma peça de automóvel, por exemplo.
Fora isso, os principais produtos vendidos pela Casas Bahia geralmente exigem parcelamento no crédito e isso gera um custo financeiro maior para a companhia, dado que prazos mais longos significam maiores despesas com juros.
Outro ponto relevante está no modelo de vendas adotado por cada empresa.
No caso do Mercado Livre, a esmagadora maioria das transações ocorre no formato 3P — quando a plataforma apenas intermedia a venda entre vendedores terceiros e consumidores, sem assumir a posse do estoque ou a responsabilidade pelo ciclo completo de venda.
Já a brasileira tem a maior parte de sua receita vinda do modelo 1P, no qual a empresa compra os produtos, mantém o estoque e realiza a venda direta ao consumidor. Esse formato exige mais capital, já que demanda investimento antecipado em mercadorias e maior gestão operacional.
Tanto é que a companhia destacou a parceria com o Meli como uma contribuição para que a Casas Bahia se consolide como líder na venda de eletrodomésticos, eletrônicos e móveis (1P) no varejo omnichannel brasileiro.
Mas é inegável que a gigante argentina se consolidou como uma força dominante no varejo brasileiro nos últimos anos, liderando o market share do e-commerce nacional. A Casas Bahia, por sua vez, ainda tem um longo caminho a percorrer nesse segmento — já que boa parte de suas vendas continua concentrada nas lojas físicas.
Nesse contexto, unir forças com o antigo “rival” parece uma jogada promissora para a companhia.
Mesmo após melhorar as projeções para a Telefônica Brasil, banco diz que o preço da ação já reflete boa parte do cenário positivo e revela uma alternativa mais atraente
A Ipiranga não é apenas mais uma peça no portfólio da Ultrapar; é, de longe, o ativo que mais sustenta a geração de caixa do conglomerado.
O desafio de recolocar os negócios no prumo é ainda maior diante do desaquecimento do mercado de materiais de construção e dos juros altos, que elevaram bastante as despesas com empréstimos
Com foco em desalavancagem e novos projetos, as gigantes do setor lideram a preferência dos especialistas
Estatal vai pagar R$ 8,1 bilhões aos acionistas e sinalizou que pode distribuir ainda mais dinheiro se o caixa continuar cheio
Operação encerra anos de tentativas de venda da participação da Novonor e abre caminho para nova fase de gestão e reestruturação das dívidas da companhia
Enquanto os papéis da petroleira disparam no pregão, a mineradora e os bancos perderam juntos R$ 131,4 bilhões em uma semana
Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno, diz Safra
Brasileiros agora podem pagar compras em lojas físicas argentinas usando Pix; veja o mecanismo
Com Brent acima de US$ 90 após tensão geopolítica, executivos da petroleira afirmam que foco é preservar caixa, manter investimentos e garantir resiliência
O Brent cotado acima de US$ 90 o barril ajuda no avanço dos papéis da companhia, mas o desempenho financeiro do quarto trimestre de 2025 agrada o mercado, que se debruça sobre o resultado
Bruno Ferrari renuncia ao cargo de CEO; empresa afirma que mudança abre caminho para uma nova fase de reestruturação
Venda da fatia na V.tal recebe proposta abaixo do valor mínimo e vai à análise de credores; Fitch Ratings rebaixa a Oi por atraso no pagamento de juros
Pacote envolve três companhias do grupo e conta com apoio da controladora e da BNDESPar; veja os detalhes
Pedido de registro envolve oferta secundária de ações da Compass e surge em meio à pressão financeira enfrentada pela Raízen
O consenso de mercado compilado pela Bloomberg apontava para lucro líquido de R$ 16,935 bilhões no período; já as estimativas de proventos eram de R$ 6,7 bilhões
A decisão ocorre após a empresa informar que avalia um plano de reestruturação financeira, que inclui uma injeção de R$ 4 bilhões
Decisão mira patrimônio pessoal dos envolvidos enquanto credores tentam recuperar parte de bilhões captados pelo grupo
Banco vê risco de depreciação mais forte da frota com nova enxurrada de carros chineses e diz que espaço para surpresas positivas diminuiu; veja a visão dos analistas
Empresa teve queda expressiva nos lucros líquidos, quando comparados ao ano anterior, porém o contexto da queda e outros dados foram vistos com bons olhos pelo mercado; confira