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A petroquímica já havia anunciado, em meados deste mês, que a gestora fechou um acordo para assumir a participação da Novonor, equivalente a 50,1% das ações com direito a voto
A Petrobras (PETR4) anunciou que a novela envolvendo o futuro da Braskem (BRKM5) ganhou novos protagonistas. A Novonor (ex-Odebrecht) se prepara para sair de cena, enquanto o fundo Shine, da gestora IG4, assume o papel principal na trama.
Com o avanço das negociações para a venda da fatia da Novonor, a Petrobras comunicou ao mercado que a IG4 já levou a operação para análise do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), abrindo caminho para os próximos capítulos dessa transação bilionária.
“A participação da Petrobras em um possível novo acordo de acionistas da Braskem depende da definição dos termos finais da operação, da avaliação de seus direitos de preferência e tag along conforme o acordo atual, além das aprovações internas necessárias”, diz a estatal em nota.
No mercado, o reflexo foi imediato: as ações da Braskem avançaram mais de 3,5%, liderando as altas do Ibovespa em um pregão marcado por liquidez reduzida.
Segundo a Petrobras, o andamento das negociações não altera seus direitos. A petroleira seguirá monitorando e avaliando os efeitos da operação para decidir, se aplicável, sobre exercer ou não os direitos previstos no acordo de acionistas vigente ou até mesmo celebrar um novo acordo, quando apropriado.
Atualmente, a Novonor detém 50,1% das ações com direito a voto da Braskem e 38,3% do total de ações. Já a Petrobras possui 47% das ações votantes e 36,1% do total de papéis.
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O mecanismo de tag along funciona como uma proteção para acionistas minoritários em caso de mudança de controle. Os direitos da Petrobras de preferência e tag along estão assegurados pelo acordo vigente de acionistas da Braskem.
Em meados deste mês, a Braskem anunciou que a IG4 fechou um acordo para assumir a participação da Novonor na petroquímica.
Um destino para a fatia detida pela Novonor era aguardado pelo mercado há tempos, e o nome da IG4 já estava no radar.
A IG4 representa os bancos credores da companhia — Itaú, Bradesco, Santander, BB e BNDES –, que têm ações BRKM5 como garantia de empréstimos feitos à petroquímica.
A Novonor se comprometeu a transferir a participação na Braskem para um fundo da IG4, que passará a deter 50,111% do capital votante e 34,323% do capital total da petroquímica.
Após a conclusão da operação, a Novonor permanecerá com 4% da Braskem.
A IG4 acrescentou em outro comunicado que a operação envolve cerca de R$ 20 bilhões em dívida e não causará mudanças operacionais imediatas na Braskem.
*Com informações do Money Times
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