O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Gestora fecha acordo com bancos credores, avança sobre ações da Novonor e pode assumir o controle da petroquímica
Depois de anos de impasses, negociações frustradas e uma longa espera do mercado, a Braskem (BRKM5) finalmente começa a enxergar um desfecho para uma das maiores incertezas de sua história recente: o controle acionário. A Novonor, antiga Odebrecht, está prestes a deixar de ser a principal acionista da petroquímica.
A mudança começou a ganhar contornos definitivos nesta segunda-feira (15), com um acordo entre a Novonor e o fundo de investimento em direitos creditórios (FIDC) Shine I, gerido pela Vórtx Capital e assessorado pela gestora IG4 Capital, para vender sua participação na Braskem.
As ações da Braskem amanheceram em forte alta nesta segunda-feira. Logo na abertura, os papéis BRKM5 saltavam 5,67%, cotados a R$ 8,39. Apesar da performance robusta hoje, a petroquímica ainda amarga desvalorização da ordem de 27% desde o início do ano.
O FIDC ligado à IG4 fechou um acordo definitivo e vinculante com os bancos credores da NSP Investimentos — Banco do Brasil, BNDES, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander. É a NSP a holding que concentra a participação acionária da Novonor na Braskem.
Nos termos do acordo, o fundo se compromete a comprar 100% dos créditos que os bancos detêm contra a Novonor — créditos esses garantidos, entre outros instrumentos, por alienações fiduciárias das ações da Braskem pertencentes à NSP Investimentos e a outras empresas do grupo Novonor.
Além da compra dos créditos, o FIDC Shine I e a Novonor também assinaram um acordo de exclusividade, com prazo inicial de 60 dias, para negociar e concluir uma potencial transação envolvendo as ações da Braskem detidas pela NSP Investimentos.
Leia Também
Durante esse período, a Novonor se compromete a não conduzir negociações paralelas ou contrárias à operação, com todos os esforços focados para fechar os documentos definitivos do negócio.
Se o acordo avançar conforme o previsto, um fundo de investimento gerido pela IG4 Capital deverá assumir o controle da Braskem. A expectativa é que a gestora passe a deter, direta ou indiretamente, 50,111% do capital votante da companhia e 34,323% do capital total da petroquímica.
Essa participação majoritária será consolidada por meio da quitação de parte dos créditos detidos pelo FIDC, consolidando a IG4 como a nova força de liderança da Braskem.
Já a Novonor não deve desaparecer por completo do quadro societário da Braskem, ainda que saia de cena do ponto de vista do controle.
O grupo permanecerá como acionista minoritário, com ações preferenciais equivalentes a cerca de 4% do capital social da Braskem — papéis que não conferem direitos de voto nem poder de governança.
Mudança na legislação nos EUA acelera planos do Walmart, enquanto o iFood já opera entregas aéreas em Aracaju para driblar gargalos logísticos
Entenda como tensões geopolíticas e o ciclo político brasileiro podem redesenhar as oportunidades no setor de petróleo, e por que a PRIO3 é a queridinha agora
Com a troca de CEO, a empresa dá início a um novo ciclo estratégico de expansão
A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
A companhia, que tenta se reestruturar, anunciou no fim do ano passado uma capitalização de R$ 797,3 milhões, voltada ao fortalecimento da estrutra financeira
Recomendação de compra foi mantida, mas com a classificação “alto risco”; banco prevê crescimento mais fraco de vendas e lucro líquido menor neste ano
O banco rebaixou as ações da seguradora de “compra” para “neutra”, alertando que o espaço para novas revisões positivas de lucro ficou mais limitado
Apple avalia nova arquitetura interna para “esconder” os sensores do Face ID nos modelos Pro
O banco elevou preço-alvo para as ações ENEV3 e vê gatilhos capazes de destravar valor mesmo após a forte alta recente; o que está por trás do otimismo?
Alcançando a mínima intradia desde agosto do ano passado, os papéis da companhia lideram a ponta negativa do Ibovespa nesta tarde
A expectativa é reduzir entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões ainda neste ano, criando condições para que a companhia invista em segmentos mais promissores
Geração de caixa recorde rouba a cena no 4T25, enquanto vendas seguem firmes; bancos reforçam a leitura positiva e mantêm recomendação de compra para o papel
Oferta terá participação restrita a investidores profissionais e prioridade concedida aos acionistas da companhia; volume de ações ofertadas poderá dobrar se houver demanda
Vendas disparam no 4T25, ritmo comercial acelera e reforça a tese positiva para a construtora, apesar do foco maior na queima de estoques e de um caixa ainda pressionado
A companhia se antecipou a movimento de minoritários, ocupando vagas no conselho e rejeitando pedido de assembleia feito por Rafael Ferri, que queria uma Assembleia sobre as vagas que estavam em aberto desde o fim de dezembro
Enquanto os holofotes apontam para o S26 Ultra, um detalhe discreto no modelo básico pode ser o verdadeiro salto da próxima geração: carregamento mais rápido
Autoridade monetária cita “violações graves” e diz que apurações seguem em curso; entenda o caso
Concessionária acumula nove autuações desde 2019 e é acusada de falhas graves em serviços essenciais; número oficial de afetados por apagão em dezembro sobe para 4,4 milhões
Os analistas passaram o preço-alvo para 12 meses de R$ 59 para R$ 58, com potencial de valorização de cerca de 7%
Após trocar de presidente e diretoria, banco convocou uma assembleia para deliberar sobre mudanças em seu conselho de administração