O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Estudo da Brand Finance aponta que apenas duas instituições da América do Sul estão entre as 500 marcas mais valiosas do mundo; ambas são brasileiras
Juntando-se a gigantes como Apple, Google e Microsoft, dois bancos brasileiros tradicionais ganharam espaço no prestigiado ranking de marcas mais valiosas do mundo, feito anualmente pela Brand Finance.
O Itaú (ITUB4) e o Banco do Brasil (BBAS3) ocupam, respectivamente, o 274º e o 467º lugar, consagrando-se como as únicas marcas da América do Sul a figurar na classificação.
O valor de marca do Itaú subiu 3% de um ano para o outro e atingiu US$ 8,6 bilhões. O BB viveu uma trajetória inversa: caiu 4%, a US$ 5,2 bilhões.
No topo do ranking, estão as big techs. Mais uma vez, a Apple foi eleita a marca mais valiosa do planeta, seguida por Microsoft, Google, Amazon e Walmart.

Segundo a consultoria Brand Finance, as duas instituições solidificaram uma posição como “pedras angulares da economia brasileira”, ao adotarem uma gestão estratégica e inovarem em um cenário econômico complexo.
“O valor duradouro do Itaú e do Banco do Brasil decorre de sua capacidade de se adaptar às mudanças econômicas, alavancar sua importância histórica e se conectar com os consumidores em vários níveis”, disse a empresa em comunicado.
Leia Também
Apesar de representar em uma métrica numérica, a Brand Finance considera alguns fatores intangíveis para ranquear as empresas e entender a percepção dos consumidores sobre elas.
"O ranking global das marcas mais valiosas reflete não apenas o sucesso financeiro, mas também a eficácia da gestão estratégica de marcas na navegação de mercados complexos e competitivos”, comenta Eduardo Chaves, diretor geral da Brand Finance no Brasil.
O Itaú alcançou a posição de marca mais valiosa do Brasil pela oitava vez consecutiva. Tal avaliação positiva se deve, principalmente, à familiaridade muito alta que o banco tem com o público brasileiro.
Outras iniciativas da instituição também ajudaram nessa boa percepção. A transformação digital empreendida pela companhia, por exemplo, ajudou a reter os clientes mais jovens. Campanhas de marketing bem-sucedidas e associações com grandes eventos (como o Carnaval e o Rock in Rio) fizeram bem à imagem da marca, posicionando-a como confiável e relacionável.
Ajuda também o fato de que o Itaú tem “garotos-propaganda” de peso, como Ronaldo Fenômeno, Madonna e Jorge Ben Jor, que fizeram parte da campanha “Feito de Futuro”.
“O banco entrega consistentemente resultados robustos, sustentados por um portfólio diversificado de serviços, incluindo banco de varejo, banco de investimento e gestão de patrimônio. Essa estabilidade financeira reforça seu valor de marca”, comenta a Brand Finance.
O Banco do Brasil, uma das instituições financeiras mais antigas do país, tem a tradição jogando a seu favor. Além disso, por ser um banco estatal, também é visto como mais estável e confiável pelos consumidores.
A alta capilaridade da empresa, que tem agências até nos lugares mais remotos do território brasileiro, também é um ponto bem positivo quando se fala de presença e valor de marca.
“Como uma entidade estatal, o BB desempenha um papel crucial na implementação de políticas públicas, como financiamento agrícola e programas de crédito para pequenas empresas. Esse papel reforça sua relevância e valor aos olhos do público”, diz o relatório.
Executivos destacam desempenho operacional recorde em teleconferência, apesar do prejuízo contábil no 4T25
Os papéis da companhia chegaram a subir mais de 8% nesta sexta-feira (13) com a revisão do preço-teto do leilão de reserva
Os papéis da mineradora acumulam ganho de 22% em 2026; saiba se ainda há espaço para mais ou se VALE3 chegou ao topo da valorização para o ano
Com os recentes rebaixamentos feitos por agências de classificação de risco, a produtora acredita que será mais difícil vender ativos, recuperar créditos fiscais e até pegar crédito no mercado, já que perdeu o grau de investimento
A renúncia acontece em um momento sensível para a empresa, que atravessa processo de privatização por meio de oferta de ações na Bolsa
Seis anos após crise contábil, resseguradora tenta consolidar virada enquanto enfrenta novas arbitragens de acionistas
Projeções da Bloomberg indicavam expectativas mais altas de receita e Ebitda, depois do recorde de produção e da volta ao topo do ranking global de minério
Com a Raízen afundando para a faixa de alto risco, a S&P passou a ver mais incertezas e riscos financeiros para a controladora
Antiga controladora da petroquímica teria sido responsável por evento pontual que pressionou indicador do BB, diz Money Times
Mesmo com pressão sobre volumes e margens, ABEV3 avança embalada por JCP e pelo humor do mercado; bancos divergem sobre o balanço
As ações da ex-Guararapes reagem positivamente ao balanço do quarto trimestre de 2025, com o melhor ano da série histórica para a varejista de moda
A Petrobras optou por não comprar a parte da Novonor para se tornar dona sozinha da petroquímica, nem vender sua própria fatia na mesma operação
FGC impõe reforço extraordinário e eleva contribuição anual dos bancos para recompor liquidez; entenda o impacto para o BB
Administração fala em “low teens” para o ROE e prioriza ajuste da carteira antes de aumentar remuneração ao acionista
A empresa fechou os últimos três meses de 2025 com um lucro 44,3% maior em base anual; XP diz que o trimestre foi consistente
A petroleira optou por não exercer seus diretos de preferência e tag along na operação, abrindo caminho para a gestora finalizar o negócio
Essa será a primeira vez que a Havan patrocina diretamente um produto da Globo desde que Jair Bolsonaro foi eleito à presidência
Ações do Assaí (ASAI3) disparam hoje com mais um avanço do atacarejo no mundo digital, apesar de resultado fraco
Operação ainda depende de aprovações regulatórias e reforça estratégia do banco no crédito digital
Apesar de um balanço mais forte que o esperado, o mercado ainda não se deu por convencido; entenda o que continua a frear o otimismo