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Camille Lima

Camille Lima

Repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap.

SEGURADORAS

De seguro pet a novas regiões: as apostas da Bradesco Seguros para destravar o próximo ciclo de crescimento num mercado que engatinha

Executivos da seguradora revelaram as metas para 2026 e descartam possibilidade de IPO

Camille Lima
Camille Lima
4 de dezembro de 2025
11:32 - atualizado às 10:53
Fachada do Bradesco (BBDC4).
Fachada do Bradesco (BBDC4). - Imagem: Egberto Nogueira

Em um mercado que ainda engatinha, a Bradesco Seguros acredita que seu maior concorrente não é outra seguradora — é a falta de seguro no Brasil. E é justamente nesse espaço que ela pretende crescer.

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A seguradora enxerga um mercado brasileiro ainda subpenetrado, com nichos inexplorados, e acredita que está diante de uma janela que não pode perder.

Em conversa com jornalistas na manhã da última quarta-feira (3), na nova sede da Bradesco Seguros, na Avenida Paulista (SP), os executivos do grupo abriram os bastidores das apostas, ambições e vulnerabilidades para os próximos anos.

O fio condutor é inovar onde o seguro tradicional ainda não chegou — e fazer isso em escala.

O que 2026 reserva para a Bradesco Seguros

A seguradora chega ao próximo ano com metas ambiciosas e um mapa claro de alavancas:

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  • Ampliar a base de clientes;
  • Aumentar a oferta de coberturas complementares ao mesmo cliente;
  • Acelerar produtos inovadores (como IA e pet);
  • Reforçar Saúde e Previdência como motores estruturais; e
  • Transformar tecnologia em diferencial competitivo.

IPO? Não agora — o foco é outro

Mesmo com a bolsa em alta e investidores de olho em novos nomes do setor, o tão esperado IPO (oferta pública inicial de ações) da Bradesco Seguros continua na gaveta.

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Segundo o presidente Ivan Gontijo, uma eventual abertura de capital não está em discussão. A decisão é do controlador — o Bradesco (BBDC4), que hoje detém quase 100% da operação — que segue confortável com a operação integralmente dentro de casa.

O executivo afirmou que, apesar do momento positivo, por enquanto, não há sequer estudo interno sobre o tema.

“Este tema não está na mesa”, reforçou o presidente da seguradora, destacando que a prioridade é manter disciplina, margens sustentáveis e um ritmo de crescimento estável.

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Onde a Bradesco Seguros busca crescer, então?

A seguradora entra em 2026 com um plano em duas grandes frentes. A primeira é atacar a subpenetração dos seguros no Brasil, ampliando o alcance dos produtos em um país onde apenas cerca de 5% das grandes catástrofes têm cobertura segurada.

"Eu acredito muito na subpenetração, na oportunidade de ampliação da base de consumidores de seguros e principalmente na cobertura desse Gap Protection, que é oferecer mais cobertura para quem já foi [alcançado] pelo mecanismo de seguro. Esse cliente tem a oportunidade de ampliar a cobertura e, com isso, ampliar também o tamanho do nosso mercado de seguros”, disse o diretor financeiro (CFO) do grupo, Vinicius Marinho.

A estratégia envolve educação, comunicação e simplificação: o objetivo é tornar o seguro parte do planejamento financeiro das famílias.

A segunda frente é o chamado “gap protection”, que significa vender mais coberturas para quem já é cliente, expandindo o ticket e o tamanho do mercado. Segundo a empresa, esse é um caminho natural para crescer em um setor em que a base instalada é valiosa, mas ainda pouco explorada.

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No segmento de saúde, por exemplo, a seguradora mira expandir para regiões e faixas de renda ainda pouco exploradas, com foco especial na classe intermediária da pirâmide de saúde suplementar.

“As alavancas de crescimento passam a ser conquistar uma fatia maior de participação de mercado onde a gente já estava posicionado com os nossos produtos e avançar em mercados onde antes a gente não tinha o fit necessário em termos de produto para explorar, agora com produtos regionais e complementares, abrangendo uma camada intermediária da pirâmide de saúde suplementar no Brasil”, disse Carlos Marinelli, CEO da Bradesco Saúde.

Novos mercados: o seguro pet e a reinvenção do seguro de vida

O portfólio da Bradesco Seguros está prestes a ganhar um novo integrante: o seguro pet. O produto será lançado já na primeira quinzena de dezembro, inicialmente para o segmento de alta renda e, posteriormente, para todo o mercado.

A expectativa é que o novo seguro seja disponibilizado para toda a base de clientes no segundo semestre de 2026.

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O desenvolvimento ocorre em parceria com uma empresa que opera no Brasil e no exterior — o nome, porém, ainda está sob sigilo.

A seguradora também mira mercados de alto potencial, como o seguro de celular — que cresce mais do que a carteira agro e se tornou a principal forma de entrada de novos consumidores no universo de seguros.

Hoje, a empresa oferece cobertura apenas para aparelhos novos — mas há a possibilidade de escalar para produtos usados, com eventuais parcerias com operadoras telefônicas e outros players do mercado.

Em paralelo, a companhia quer modernizar o seguro de vida tradicional. Hoje, mais de 50% dos sinistros pagos já estão ligados a coberturas utilizadas em vida — eventos como doenças, invalidez, internação, desemprego. O grupo vê nessa mudança de comportamento uma oportunidade de reforçar produtos mais completos e conectados ao cotidiano dos segurados.

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O impacto da tendência de wellness e longevidade

A tendência global de wellness — que mistura bem-estar, longevidade e hábitos saudáveis — está cada vez mais presente nas discussões internas da seguradora.

Para acompanhar essa mudança, a Bradesco Seguros criou uma plataforma de bem-estar voltada inicialmente aos funcionários, com cerca de 8 mil usuários ativos e engajamento superior a 90%.

A plataforma distribui pontos Livelo como recompensa por práticas saudáveis e deve ganhar escala nos próximos anos.

A lógica por trás da ferramenta é ampliar os pontos de contato com o cliente ao longo da jornada do seguro de vida e previdência, produtos de longa permanência. É uma tentativa de tornar a relação menos burocrática e mais contínua.

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A força da previdência, mesmo após o IOF, e o seguro de vida

No segmento de seguro de vida, pequenas e médias empresas (PMEs) são tratadas como uma alavanca clara de crescimento.

Há ainda a oportunidade de uma “maior inclusão dentro do sistema de seguros”: “Temos, como mercado, algo como 2% de penetração, mas a gente tem uma oportunidade gigantesca de, pelo menos, dobrar esse mercado ao chegar em camadas da população que, tradicionalmente, estão desprotegidas sob a ótica de seguro de vida”, afirmou Bernardo Castello, diretor-presidente na Bradesco Vida e Previdência.

Do lado da previdência privada, a reforma do IOF sobre o VGBL derrubou as receitas do produto em 40% no bimestre pós-mudança.

Mas a Bradesco Seguros tratou de realinhar a estratégia: reforçou a oferta de PGBL, acelerou a portabilidade e voltou a atenção para o segmento corporativo — já que as contribuições do empregador ficam fora dos limites da tributação.

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Hoje, a previdência fatura R$ 110 milhões por dia e soma 3 milhões de clientes. Segundo Castello, esse é um pilar estratégico para os próximos anos — especialmente com a aposta na adesão automática em planos coletivos, vista pelo executivo como grande vetor de expansão.

Tecnologia como motor da Bradesco Seguros — e não como suporte

Questionados sobre as inovações tecnológicas e ganhos com inteligência artificial (IA), o grupo afirmou que já investe mais de R$ 1 bilhão por ano em tecnologia, e esse número deve crescer.

A avaliação é que a IA entrou definitivamente no centro da estratégia, não apenas como ferramenta operacional, mas como vetor de criação de novos produtos e receitas.

As aplicações vão desde aceitação de risco e detecção de fraude até automação de processos — como vistorias de automóveis à distância.

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Mas há uma fronteira nova sendo explorada: os seguros para riscos decorrentes do uso de inteligência artificial. Os executivos afirmam que as empresas começam a mapear esses riscos — e que a proteção virá via mercado segurador.

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