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Apesar de a empresa ter negado a venda de ativos para a Eneva (ENEV3), o BTG Pactual avalia que ainda há espaço para movimentações no portfólio
A Brava Energia (BRAV3) vem animando os investidores nesta semana, acumulando alta de mais de 17% nos últimos cinco pregões. E nem mesmo o comunicado que encerrou os rumores sobre uma possível venda de ativos de exploração e produção (E&P) para a Eneva (ENEV3) foi suficiente para conter a alta das ações.
Nesta quinta-feira (18), os papéis da companhia subiam 10,34%, a R$ 16,16, por volta das 12h30, figurando como a maior alta do Ibovespa. Já o principal índice da B3 registrava alta de 0,29%, aos 157.788,59 pontos.
Mas não é só o boato da venda dos ativos que chama a atenção dos investidores. Na quarta-feira (17), o diretor financeiro da petroleira brasileira, Luiz Carvalho, afirmou que a empresa está planejando investir US$ 550 milhões em 2026, segundo informações da Reuters.
O montante representaria um aumento de 10% em relação aos investimentos deste ano, que atingiu cerca de US$ 500 milhões, segundo estimativas da companhia. A declaração do diretor financeiro foi realizada durante um encontro com jornalistas.
O bom desempenho da BRAV3 na bolsa brasileira — a ação acumula ganho de mais de 31% no ano até aqui — vem na esteira dos rumores de que a Brava estaria negociando a venda de três poços de gás para a Eneva — operação estimada em cerca de US$ 450 milhões, com assessoria do Goldman Sachs.
Apesar de a empresa ter negado a transação, o BTG Pactual avalia que ainda há espaço para movimentações no portfólio da empresa no futuro, apesar de o anúncio ter jogado um balde de água fria nas expectativas para uma mudança no curto prazo.
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"O anúncio esfria o ruído de curto prazo em torno de M&As [fusões e aquisições]. Do ponto de vista estratégico, acreditamos que a porta segue aberta para eventuais movimentos de portfólio no futuro, dentro de uma abordagem disciplinada", afirmaram os analistas.
O banco ainda avalia que, no curto prazo, o foco da Brava está na execução operacional, na geração de caixa e na trajetória de redução da alavancagem.
Segundo o diretor financeiro, dois terços dos R$ 550 milhões previstos para o próximo ano serão destinados para a estratégia de expansão da Brava, que prevê a perfuração de quatro poços entre 2026 e 2027.
Já o restante do valor será investido em manutenção, de acordo com as informações da Reuters.
A petroleira também manteve seus planos de perfurar quatro novos poços, como parte dos esforços para ampliar a produção, apesar do cenário de preços mais baixos do petróleo.
Os dois primeiros poços previstos deverão entrar em operação no quarto trimestre de 2026 no campo de Papa-Terra, enquanto os outros dois entram no campo de Atlanta entre o primeiro e o segundo trimestres de 2027, de acordo com o executivo.
Os investimentos permitirão que a companhia atinja capacidade de produção de cerca de 100 mil barris de óleo equivalente por dia (boed) a partir de 2027.
Neste ano, a Brava registrou cerca de 90 mil boed, conforme já era previsto pela empresa.
Já para 2026, há uma perspectiva de recuo da produção, por conta de um declínio natural de campos, antes da entrada dos novos poços, de acordo com Carvalho.
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