O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
As arbitrariedades tarifárias de Peter “Sack of Bricks” Navarro jogaram a Bolsa americana em um dos drawdowns mais bizarros de sua longa e virtuosa história
“Por anos acreditei na possível superação de conflitos, justamente por crer na nossa capacidade de resolução. Pensava comigo que embora a neutralidade fosse impossível, era sim possível a conciliação pacífica a partir de uma comunicação eficaz. Hoje, vejo diferente. Os conflitos nos moldam”.
(Nastassja Martin)
As arbitrariedades tarifárias de Peter “Sack of Bricks” Navarro jogaram a Bolsa americana em um dos drawdowns mais bizarros de sua longa e virtuosa história.
Em meio a um contexto pós-eleições totalmente market friendly, com núcleos de inflação cedendo e economia forte, o S&P 500 saiu de um pico acima dos 6 mil pontos em meados de fevereiro para um vale logo abaixo dos 5 mil pontos em 8 de abril.
Quase -20%, em questão de semanas; isso é o que podemos chamar de erro não forçado.
A queda – drástica e rápida – flertou com a entrada em um bear market, mas foi salva por um senso oportuno de recuperação no intraday.
Não que a ameaça do urso tenha sido descartada por completo em 2025, mas ela foi ao menos postergada com a pausa corrente nas tarifas.
Leia Também
Por ora, resta-nos juntar preces para que Scott Bessent volte a tomar as rédeas da política econômica nos EUA. God knows he’s trying.
Até o término do primeiro semestre, provavelmente saberemos se é o caso de alimentar sonhos de excepcionalismo ao norte dos 6 mil pontos, ou amargar pesadelos de repúdio ao sul dos 5 mil pontos de S&P.
A diferença entre uma e outra direção é radical, assim como são radicais as distribuições de frequência que caracterizam um bear market na (até o momento) principal economia do mundo.
Embora não exista uma definição formal de entrada no território dos ursos, o gráfico abaixo sugere que o limiar de -20% de queda parece ser mesmo emblemático.

No curso histórico desde 1940, são 32 ocorrências de drawdowns entre -10% e -20%, contra 14 eventos descrevendo perdas de -20% ou mais.
Com algum conforto metodológico (e desespero emocional), podemos concluir também que a abertura da porta do bear market levaria-nos direto ao mundo do completo desconhecido, já que o gatekeeper dos -20% não funciona tão bem para defender os limites de -30% ou -40%.
Na dúvida, esse é um teste estatístico que preferimos não experimentar.
Melhor escutar o alerta das feras sob uma distância segura.
As quedas e polêmicas na agenda do novo gestor; e o “enfant terrible” do Tour de France
Conheça os números da Cimed e entenda tudo o que está por trás da estratégia agressiva de inovação da companhia e qual é o preço que ela está pagando pelo seu sucesso
Nesta semana, o humor com Smart Fit finalmente começou a melhorar, após a divulgação dos temidos resultados do 1T26. Ao contrário do que se pensava, a companhia mostrou forte expansão de margem bruta.
Com a chegada da gestora Patria no segmento de shopping centers, o fundo Patria Malls (PMLL11) ganhou nova roupagem e tem um bom dividend yield. Entenda por que esse FII é o mais recomendado do mês de maio
Entre previsões frustradas, petróleo volátil e incerteza global, investidores são forçados a conviver com dois cenários opostos ao mesmo tempo
Na seleção da Ação do Mês, análise mensal feita pelo Seu Dinheiro com 12 bancos e corretoras, os setores mais perenes e robustos aparecem com frequência
Veja como deve ficar o ciclo de corte de juros enquanto não há perspectiva de melhora no cenário internacional
O quadro que se desenha é de um ambiente mais complexo e menos previsível, em que o choque externo, via petróleo e tensões geopolíticas, se soma a fragilidades domésticas
Odontoprev divulga seu primeiro balanço após a reorganização e apresenta a BradSaúde em números ao mercado; confira o que esperar e o que mais move a bolsa de valores hoje
Fiagros demandam atenção, principalmente após início da guerra no Irã, e entre os FIIs de papel, preferência deve ser pelo crédito de menor risco
Na abertura do livro O Paladar Não Retrocede, Carlos Ferreirinha, o guru brasileiro do marketing de luxo, usa o automobilismo para explicar como alto padrão molda nossos hábitos. “Após dirigir um carro automático com ar-condicionado e direção hidráulica, ninguém sente falta da manivela para abrir a janela.” Da manivela, talvez não. Mas do torque de um supercarro, […]
Para ser rico, o segredo está em não depender de um salário. Por maior que ele seja, não traz segurança financeira. Veja os cálculos para chegar lá
Para isso, a primeira lição é saber que é preciso ter paciência pois, assim como acontece na vida real (ou deveria acontecer, pelo menos), ninguém começa a carreira como diretor
Entenda como a Natura rejuvenesceu seu negócio, quais os recados tanto do Copom quanto do Fed na decisão dos juros e o que mais afeta o seu bolso hoje
Corte já está precificado, mas guerra, petróleo e eleições podem mudar o rumo da política monetária
Entenda por que a definição da Selic e dos juros nos EUA de hoje é tão complicada, diante das incertezas com a guerra e a inflação
A guerra no Irã pode obrigar a Europa a fazer um racionamento de energia e encarecer alimentos em todo o mundo, com aumento dos preços de combustíveis e fertilizantes
Guerras modernas raramente ficam restritas ao campo militar. Elas se espalham por preços, cadeias produtivas, inflação, juros e estabilidade institucional
Entenda o que esperar dos resultados dos maiores bancos brasileiros no 1T26; investidores estarão focados nos números que mais sofrem em ciclos de crédito mais apertado e juros maiores
Governo federal corta apoio a premiação internacional e engrossa caldo do debate sobre validade do Guia Michelin