WEG (WEGE3) apanha na B3 após um trimestre não tão perfeito. Quais linhas do balanço do 4T24 desagradaram os investidores?
Na avaliação do BTG Pactual, era necessário que o balanço da WEG (WEGE3) fosse perfeito, e não foi, com uma receita forte, mas margem frustrante — um leve déjà vu do resultado do terceiro trimestre, aliás.
A WEG (WEGE3) hoje enfrenta as dores da perfeição. Uma das ações mais cobiçadas pelos investidores, a empresa lidera as quedas do Ibovespa na manhã desta quarta-feira (26). O motivo? Ter entregado um resultado bom, mas não impecável, no quarto trimestre de 2024.
A fabricante de motores elétricos teve um lucro líquido de R$ 1,69 bilhão entre outubro e dezembro de 2024, queda de 2,9% em relação ao mesmo período de 2023, mas avanço de 7,3% na comparação trimestral.
- VEJA MAIS: 35 empresas divulgam resultados do 4T24 esta semana, e BTG Pactual revela suas projeções para as principais
O número veio em linha com o consenso do mercado, segundo dados reunidos pelo BTG Pactual.
Veja outros destaques do balanço da WEG no 4T24:
- Ebitda: R$ 2,3 bilhões no 4T24 (+30,5% a/a e +7,3% t/t);
- Margem Ebitda: 22,1% (+0,7 ponto percentual a/a)
- Receita operacional líquida: R$ 10,8 bilhões (+26,4% a/a);
- ROIC (retorno sobre o capital investido): 34,2% (-5 pontos percentuais a/a);
“Apresentamos mais um trimestre de resultados positivos, com manutenção no crescimento da receita e do resultado operacional, fruto do bom desempenho de grande parte dos nossos negócios de ciclo longo, da continuidade da demanda por nossos produtos e serviços nos diversos segmentos onde atuamos e da contribuição das últimas aquisições no exterior”, disse a companhia, em nota.
As ações da WEG iniciaram o pregão em forte queda, figurando entre as maiores baixas do Ibovespa. Por volta das 11h10, os papéis caíam 7,02%, a R$ 48,72.
Leia Também
Leia também: Dividendos da ‘fábrica de bilionários’: Weg (WEGE3) pagará mais de R$ 1 bilhão em proventos; saiba como receber
O balanço (im)perfeito da WEG (WEGE3) no 4T24
Na avaliação do BTG Pactual, era necessário que o balanço da WEG (WEGE3) fosse perfeito, e não foi, com uma receita forte, mas margem frustrante — um déjà vu do resultado do terceiro trimestre, aliás.
“Os resultados do 4T24 da WEG não foram tão bons quanto o esperado e reconhecemos que as expectativas eram altas, como de costume com a empresa”, avaliou o banco.
Apesar da falha nas expectativas, o BTG manteve recomendação de compra para as ações WEGE3, que trazem “exposição de alta qualidade” ao dólar, com forte momento de lucros.
Para o Itaú BBA, o balanço da WEG (WEGE3) no 4T24 foi marginalmente negativo, em um “resultado nada animador para uma história animadora”.
“Como gostamos de pensar, as ações da WEG se movem de acordo com as inflexões nas expectativas de crescimento e rentabilidade, e enquanto vemos risco de alta em nossos números vindos do crescimento acima do esperado, acreditamos que o mercado se concentrará na decepção com a rentabilidade, que atribuímos em grande parte ao mix”, afirmaram os analistas.
Mas para o Itaú BBA, o tombo das ações WEGE3 desta sessão abre uma oportunidade de compra para quem quer se tornar sócio da fábrica de bilionários da B3.
*Com informações do Money Times.
Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano
Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha
A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro
Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP
Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real
Perto da privatização, Copasa (CSMG3) fará parte do Ibovespa a partir de janeiro, enquanto outra ação dá adeus ao índice principal
Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais
3 surpresas que podem mexer com os mercados em 2026, segundo o Morgan Stanley
O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar
Ursos de 2025: Banco Master, Bolsonaro, Oi (OIBR3) e dólar… veja quem esteve em baixa neste ano na visão do Seu Dinheiro
Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira
Os recordes voltaram: ouro é negociado acima de US$ 4.450 e prata sobe a US$ 69 pela 1ª vez na história. O que mexe com os metais?
No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%
LCIs e LCAs com juros mensais, 11 ações para dividendos em 2026 e mais: as mais lidas do Seu Dinheiro
Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana
R$ 40 bilhões em dividendos, JCP e bonificação: mais de 20 empresas anunciaram pagamentos na semana; veja a lista
Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias
Musk vira primeira pessoa na história a valer US$ 700 bilhões — e esse nem foi o único recorde de fortuna que ele bateu na semana
O patrimônio do presidente da Tesla atingiu os US$ 700 bilhões depois de uma decisão da Suprema Corte de Delaware reestabelecer um pacote de remuneração de US$ 56 bilhões ao executivo
Maiores quedas e altas do Ibovespa na semana: com cenário eleitoral e Copom ‘jogando contra’, índice caiu 1,4%; confira os destaques
Com Copom firme e incertezas políticas no horizonte, investidores reduziram risco e pressionaram o Ibovespa; Brava (BRAV3) é maior alta, enquanto Direcional (DIRR3) lidera perdas
