O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Investidores correm para ativos considerados mais seguros e recaculam as apostas de corte de juros nos EUA neste ano
A resposta da China às tarifas de Donald Trump está derrubando as bolsas mundo afora e fazendo o dólar ganhar força. Por aqui, a moeda norte-americana dispara mais de 3% — um movimento que também é visto no exterior.
O dólar à vista fechou o dia com alta de 3,68%, cotado a R$ 5,8350. Na semana, a moeda norte-americano terminou com valorização de 1,27%. No ano, no entanto, a desvalorização é de 5,6%.
O Ibovespa, por sua vez, recuou 2,96% na sessão de hoje, aos 127.256,00 pontos.
Na renda fixa, o yield (rendimento) do título do Tesouro dos EUA de 10 anos caiu abaixo de 4% nesta sexta-feira, com os investidores correndo para ativos mais seguros, empurrando os preços para cima e as taxas para baixo.
Mais cedo, a China anunciou tarifas de 34% a todos os bens importados dos EUA, em resposta ao tarifaço anunciado pelo governo Trump nesta semana. O Seu Dinheiro detalhou o anúncio e você pode conferir aqui.
As tarifas chinesas entram em vigor no próximo dia 10, segundo comunicado da Comissão Tarifária do Conselho Estatal divulgado nesta sexta-feira.
Leia Também
Na quarta-feira (02), Trump anunciou tarifas recíprocas de 34% a importações da China, que se somam à tarifação anterior de 20% já em vigor.
"[O presidente chinês] Xi Jinping parece sentir que a economia da China é forte o suficiente para resistir a qualquer coisa que Trump faça contra ela em seguida", diz a Capital Economics.
A consultoria britânica se refere ao fato de Trump já ter ameaçado responder a qualquer país de retaliar os EUA por conta do anúncio das tarifas recíprocas.
Não é apenas a guerra comercial que pesa sobre o câmbio. O payroll, como é chamado o principal relatório de emprego dos EUA, também ajuda na apreciação da moeda norte-americana.
O payroll de março deu aos investidores um quadro misto da economia dos EUA. O país abriu 228 mil vagas no mês passado, acima da projeção de 140 mil, segundo a Dow Jones. A taxa de desemprego, em contrapartida, subiu para 4,2%.
Trump elogiou o relatório desta sexta-feira em uma postagem do Truth Social como um exemplo de que sua política tarifária já está produzindo os resultados desejados.
O combo da guerra comercial e do dado de emprego fez os investidores correrem para se posicionar sobre o corte de juros nos EUA.
O mercado ampliou a precificação de uma redução mais agressiva pelo Federal Reserve (Fed) em 2025, mas manteve junho como o primeiro mês com chance majoritária para início dos cortes, segundo ferramenta de monitoramento do CME Group.
Após a divulgação do payroll, investidores moderaram expectativas de que o banco central norte-americano poderia começar os cortes mais cedo, em maio.
No fim da manhã, a probabilidade de retomada do ciclo de relaxamento em maio era de 42,3%, abaixo dos 48,1% registrados quando a China retaliou tarifas recíprocas dos EUA. Já a chance de manutenção subiu a 57,7%.
O reposicionamento acontece depois que, na quinta-feira (3) à noite, o JP Morgan aumentou as chances de uma recessão nos EUA este ano de 40% para 60%.
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu