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Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

CÂMBIO

O combo do mal: dólar dispara mais de 3% com guerra comercial e juros nos EUA no radar

Investidores correm para ativos considerados mais seguros e recaculam as apostas de corte de juros nos EUA neste ano

Carolina Gama
4 de abril de 2025
12:25 - atualizado às 13:59
dólar caro forte alto
Imagem: Shutterstock

A resposta da China às tarifas de Donald Trump está derrubando as bolsas mundo afora e fazendo o dólar ganhar força. Por aqui, a moeda norte-americana dispara mais de 3% — um movimento que também é visto no exterior. 

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O dólar à vista fechou o dia com alta de 3,68%, cotado a R$ 5,8350. Na semana, a moeda norte-americano terminou com valorização de 1,27%. No ano, no entanto, a desvalorização é de 5,6%.

O Ibovespa, por sua vez, recuou 2,96% na sessão de hoje, aos 127.256,00 pontos. 

Na renda fixa, o yield (rendimento) do título do Tesouro dos EUA de 10 anos caiu abaixo de 4% nesta sexta-feira, com os investidores correndo para ativos mais seguros, empurrando os preços para cima e as taxas para baixo. 

Mais cedo, a China anunciou tarifas de 34% a todos os bens importados dos EUA, em resposta ao tarifaço anunciado pelo governo Trump nesta semana. O Seu Dinheiro detalhou o anúncio e você pode conferir aqui.

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 As tarifas chinesas entram em vigor no próximo dia 10, segundo comunicado da Comissão Tarifária do Conselho Estatal divulgado nesta sexta-feira.

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Na quarta-feira (02), Trump anunciou tarifas recíprocas de 34% a importações da China, que se somam à tarifação anterior de 20% já em vigor.

"[O presidente chinês] Xi Jinping parece sentir que a economia da China é forte o suficiente para resistir a qualquer coisa que Trump faça contra ela em seguida", diz a Capital Economics. 

A consultoria britânica se refere ao fato de Trump já ter ameaçado responder a qualquer país de retaliar os EUA por conta do anúncio das tarifas recíprocas. 

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Dado de emprego também impulsiona o dólar

Não é apenas a guerra comercial que pesa sobre o câmbio. O payroll, como é chamado o principal relatório de emprego dos EUA, também ajuda na apreciação da moeda norte-americana. 

O payroll de março deu aos investidores um quadro misto da economia dos EUA. O país abriu 228 mil vagas no mês passado, acima da projeção de 140 mil, segundo a Dow Jones. A taxa de desemprego, em contrapartida, subiu para 4,2%. 

Trump elogiou o relatório desta sexta-feira em uma postagem do Truth Social como um exemplo de que sua política tarifária já está produzindo os resultados desejados.

ONDE INVESTIR EM ABRIL: Ações, pagadoras de dividendos, FIIs e BDRs para este mês

Os juros vão cair nos EUA?

O combo da guerra comercial e do dado de emprego fez os investidores correrem para se posicionar sobre o corte de juros nos EUA. 

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O mercado ampliou a precificação de uma redução mais agressiva pelo Federal Reserve (Fed) em 2025, mas manteve junho como o primeiro mês com chance majoritária para início dos cortes, segundo ferramenta de monitoramento do CME Group.

Após a divulgação do payroll, investidores moderaram expectativas de que o banco central norte-americano poderia começar os cortes mais cedo, em maio. 

No fim da manhã, a probabilidade de retomada do ciclo de relaxamento em maio era de 42,3%, abaixo dos 48,1% registrados quando a China retaliou tarifas recíprocas dos EUA. Já a chance de manutenção subiu a 57,7%.

O reposicionamento acontece depois que, na quinta-feira (3) à noite, o JP Morgan aumentou as chances de uma recessão nos EUA este ano de 40% para 60%.

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