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Vale ficou para trás nos debates, mas uma outra empresa que tem brilhado na bolsa brasileira mereceu uma menção honrosa
Bancos internacionais têm destacado o Brasil como um dos mercados vencedores da desdolarização dos investimentos por investidores globais. Em um roadshow recente nos EUA, o time de research da XP constatou, de fato, um aumento do interesse dos estrangeiros por nomes expostos ao País.
Em relatório desta terça-feira (24), Lucas Laghi, Guilherme Nippes e Fernanda Urbano escrevem que a maioria das discussões se concentrou em avaliar o “risco x retorno” das empresas mais expostas ao ambiente doméstico brasileiro em um cenário de tendência de queda das taxas de juros.
LEIA MAIS: Hora de ajustar a rota – evento “Onde investir no 2º semestre” vai reunir gigantes do mercado financeiro para revelar oportunidades de investimento
“Embora os investidores não pareçam altamente posicionados no Brasil, acreditamos que [o foco nesse assunto] mostra um interesse crescente nas ações brasileiras”, diz o relatório.
Nesta semana, o UBS elevou a recomendação para ações brasileiras, de neutro para compra, com a mesma premissa de expectativa de ganhos no momento da virada da política monetária do país.
Segundo o relatório da XP, Marcopolo (POMO4) e Randon (RAPT4) são os nomes mais debatidos.
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A Marcopolo entrou no radar por dois motivos: o primeiro é a melhora no volume médio de negociações diárias, que bateu a faixa entre R$ 90 milhões e R$ 100 milhões, na média de seis meses; e o segundo é o valuation “barato”.
“Embora os locais pareçam já estar altamente posicionados em POMO4, ainda vemos espaço para os estrangeiros aumentarem a exposição”, diz o relatório.
No caso da Randon, os analistas avaliam que existem assimetrias positivas no modelo de negócio da empresa e de suas subsidiárias. Entretanto, preferem esperar a materialização de gatilhos para se tornarem mais positivos.
Entre os gatilhos estão a confirmação do início do ciclo de queda dos juros e a virada no ciclo do agronegócio, que pode melhorar o lucro com aumento das vendas pela empresa.
Gerdau (GGBR4) foi outro nome debatido, que levou a melhor sobre a Vale (VALE3).
O ceticismo dos investidores com a melhora da relação oferta e demanda na China fez com que a ação da Vale ficasse em segundo plano frente a possibilidade de se investir em mineração por meio da Gerdau.
Embora a maioria dos investidores tenha se mostrado cautelosa com as perspectivas para o aço no Brasil, segundo o relatório, os níveis de avaliação “deprimida” e a alta exposição aos EUA diante de um ambiente protecionista fez as ações GGBR4 brilharem.
Por fim, a Aura Minerals (AURA33) também ganha espaço nessa discussão.
À luz do cenário inflacionário global, tendências de desdolarização e aumento da demanda dos bancos centrais, os investidores se mostraram otimistas com os preços do ouro — mesmo após o forte desempenho recente.
Aliado a isso, a percepção de que a Aura tem bons números à frente (guidance entregue e novos projetos anunciados) e maior expectativa de liquidez das ações (oferta da Nasdaq a caminho), o interesse dos investidores aumentou em relação às reuniões anteriores da XP.
Vale também uma menção honrosa à Embraer (EMBR3).
Segundo o relatório, a percepção dos investidores é de que a empresa vive um momento muito positivo, com muitos pedidos e o bom desempenho na Paris Air Show 2025. Tudo isso acende um alerta para a possibilidade de alta das ações.
Porém, os níveis de avaliação dos papéis é um alerta. No momento, as ações da Embraer são consideradas “caras” pela XP.
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