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Bia Azevedo

Bia Azevedo

Jornalista pela Universidade de São Paulo (USP), já trabalhou como coordenadora e editora de conteúdo das redes sociais do Seu Dinheiro e Money Times. Além disso, é pós-graduada em Comunicação digital e Business intelligence pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

QUEM É VIVO SEMPRE APARECE. OU MELHOR: QUEM É OI

Depois de escapar da falência, Oi (OIBR3) volta a ser negociada na bolsa e chega a subir mais de 20%

Depois de a Justiça reverter a decisão que faliu a Oi atendendo um pedido do Itaú, as ações voltaram a ser negociadas na bolsa depois de 3 pregões de fora da B3

Bia Azevedo
Bia Azevedo
14 de novembro de 2025
16:52 - atualizado às 16:55
fachada de uma loja da Oi (OIBR3 e OIBR4)
Oi - Imagem: Divulgação

Quem é Vivo sempre aparece, ou melhor… quem é Oi (OIBR3). Depois de ter sua falência revertida pela Justiça, os papéis da telecom voltaram a ser negociados na bolsa de valores, depois de três pregões completos de fora da B3.

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Logo no retorno, por volta de 14h30, OIBR3 atingiu queda de 27,59%, a R$ 0,11. Desde então, os papéis entraram em vários leilões por oscilação máxima permitida. Já às 16h40, as ações avançam 11,11%, negociadas a R$ 0,20. 

Cabe lembrar que, como a ação é negociada na casa dos centavos, qualquer movimentação parece expressiva em termos de valorização percentual, mas não é grande coisa de fato.

Segundo o último balanço da companhia, referente ao segundo trimestre, a empresa tem 330 mil ações em circulação, entre ordinárias e preferenciais. Do total, 203,3 milhões eram negociadas no “free float” — ou seja, em livre circulação e disponíveis para negociação na bolsa de valores.

A Oi (OIBR3) que sempre aparece

Depois de ter a falência decretada há quatro dias, a telecom ressurgiu com o processo sendo revertido pela Justiça.

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A desembargadora Mônica Maria Costa, da Primeira Câmara do Direito Privado do TJ-RJ, decidiu suspender os efeitos da decretação de falência, concedendo à companhia uma nova chance de seguir com a recuperação judicial já aprovada e homologada — a segunda da empresa, vale lembrar.

A decisão judicial levou em consideração um pedido do Itaú Unibanco (ITUB4), um dos maiores credores do grupo. O bancão recorreu da decisão de falência, argumentando que a continuidade da RJ seria mais benéfica para todos os credores, incluindo o próprio.

Segundo a decisão, o Itaú alegou que a falência poderia resultar em prejuízos ainda maiores e que a empresa ainda possuía ativos suficientes para seguir com a reestruturação, desde que a venda dos ativos fosse realizada conforme o plano.

Você pode conferir detalhes da decisão que tirou a Oi da falência nesta reportagem do Seu Dinheiro.

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