Braskem (BRKM5) salta na bolsa com rumores de negociações entre credores e Petrobras (PETR4)
Os bancos credores da Novonor estão negociando com a Petrobras (PETR4) um novo acordo de acionistas para a petroquímica, diz jornal

As ações da Braskem (BRKM5) ganharam impulso na bolsa brasileira nesta quarta-feira (26) em meio a rumores de negociações com credores.
Por volta das 13h50, os papéis da petroquímica subiam 11,55% e lideravam a ponta positiva do Ibovespa, negociados a R$ 11,98. No acumulado de 12 meses, porém, BRKM5 ainda marca desvalorização de 53%.
Segundo o Valor, os bancos credores da Novonor (ex-Odebrecht) estão negociando com a Petrobras (PETR4) um novo acordo de acionistas para a petroquímica.
- VEJA MAIS: Especialistas revelam os ativos mais promissores do mercado para investir ainda hoje; confira
Fontes afirmam que as instituições financeiras decidiram executar as garantias, na forma de ações da Braskem, que possuem a dívidas de aproximadamente R$ 15 bilhões.
A expectativa é que a futura participação acionária de bancos como o Itaú Unibanco, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e BNDES seja alocada em um fundo de participações (FIP).
Em comunicado enviado à Comissao de Valores Mobiliários (CVM), a Petrobras afirmou que conduziu o processo de "due dilligence" — etapa fundamental para fusões ou aquisições — na Braskem para eventual exercício de tag along — isto é, o direito de o outro sócio vender a sua participação nas mesmas condições — na hipótese de venda das ações detidas pela Novonor na Braskem.
Leia Também
A estatal ainda afirmou que "segue estudando alternativas" e que decisões sobre investimentos e desinvestimentos são pautadas em análises criteriosas e estudos técnicos.
As finanças da Braskem (BRKM5)
Há meses, a Braskem (BRKM5) encontra-se sob uma forte pressão sobre as finanças - e vivenciou os efeitos de um "trimestre para esquecer" recentemente.
As perdas da companhia cresceram 259% na comparação anual, para um prejuízo líquido atribuível aos acionistas de R$ 5,649 bilhões no quarto trimestre de 2024.
O desempenho entre outubro e dezembro contribuiu para que o prejuízo líquido da empresa chegasse a R$ 11,320 bilhões no acumulado de 2024, uma deterioração de 147% na comparação com 2023.
O desempenho foi impactado pelos spreads — diferença entre o preço da matéria-prima e o preço dos produtos derivados — mais baixos no mercado de petroquímicos, além do efeito da variação cambial negativa no resultado financeiro consolidado.
- VEJA TAMBÉM: Mesmo com a Selic a 14,25% ao ano, esta carteira de 5 ações já rendeu 17,7% em 2025
O resultado financeiro líquido da empresa foi negativo em R$ 6,429 bilhões, 706% pior do que o de um ano atrás. Sem as variações cambiais, essa linha do balanço teria ficado negativa em R$ 1,7 bilhões, uma deterioração de 55% em relação ao resultado comparável no quarto trimestre de 2023.
Já a dívida líquida da Braskem aumentou em US$ 338 milhões em relação ao trimestre anterior — o que é cerca de 20% da capitalização de mercado da empresa atualmente.
Vale lembrar que a Braskem (BRKM5) anunciou no fim de 2024 uma reestruturação do alto escalão da petroquímica, com o objetivo de acelerar iniciativas de eficiência para enfrentamento ao ciclo de baixa do setor petroquímico, alinhadas com o atual direcionamento estratégico da companhia.
*Com informações do Valor.
É COMPRA
XP dá sinal verde para fundo imobiliário e recomenda compra — mas com uma ressalva
20 de outubro de 2026 - 15:07ESG
B3 realiza 2ª edição de toque de campainha dedicado à filantropia para levar a causa para dentro das empresas
20 de outubro de 2026 - 13:32DEPOIS DO TOMBO
Com queda de 30% em 2026, TRXF11 quer recomprar cotas, mas um ‘detalhe’ pode limitar a operação
20 de outubro de 2026 - 12:32MERCADOS HOJE
3 mil pontos em 13 minutos: o gatilho que disparou o Ibovespa antes da eleição
20 de outubro de 2026 - 12:04BILHÕES NO RALO
“O investidor trocou Vale por Petrobras”: a combinação que faz a mineradora perder R$ 24 bilhões enquanto o Ibovespa festeja
20 de outubro de 2026 - 10:29FOME RENOVADA
TRXF11 coloca maior centro de distribuição do Mercado Livre (MELI34) na carteira por R$ 250 milhões — mas volta atrás em outro negócio
19 de outubro de 2026 - 10:07'NÃO É HORA DE VENDER'
Ibovespa a 240 mil pontos? Inter explica por que ainda vê espaço para a bolsa subir
18 de outubro de 2026 - 15:30MOVIMENTOS TÁTICOS
Estrangeiros despejam R$ 19 bilhões na bolsa em outubro; desafio agora é transformar aposta eleitoral em fluxo permanente
17 de outubro de 2026 - 12:11RESUMO SEMANAL
Petrobras (PETR4) sobe mais de 6% e escapa do tombo do Ibovespa; veja o que movimentou a bolsa na semana
17 de outubro de 2026 - 9:58MUDANÇA DE ARES
Brasil é a melhor escolha na América Latina: BTG zera posição em Argentina e aposta em oito ações brasileiras
16 de outubro de 2026 - 19:27UM TEMPERO EXTRA
Não é só o rali eleitoral: BTG tem mais motivos para recomendar C&A (CEAB3), XP (XPBR31), Cyrela (CYRE3) e estas outras ações
16 de outubro de 2026 - 18:28DEPOIS DA FESTA
Ibovespa a 240 mil pontos? Mesmo após o rali eleitoral com Flávio Bolsonaro, Inter e Citi ainda veem espaço para a bolsa subir
16 de outubro de 2026 - 14:00TOUROS E URSOS #292
Juros altos vieram para ficar? Gestor da XP diz que investidor terá de reaprender a investir em um novo mundo
16 de outubro de 2026 - 12:17TARDE DEMAIS?
Casas Bahia (BHIA3) paga aluguel ao HSLG11, mas segue devendo ao FII; entenda como fica a ação de despejo
16 de outubro de 2026 - 10:38ALOCAÇÃO TÁTICA
Adeus ao CDI fácil: UBS rebaixa renda fixa pós-fixada e vê espaço para a bolsa brasileira saltar até 25%
15 de outubro de 2026 - 18:07TURNAROUND DA CARTEIRA
BC Fund (BRCR11) ganha força na bolsa com dividendos e mudanças no portfólio no radar; entenda os planos do FII
15 de outubro de 2026 - 17:30Conteúdo Empiricus
Opções: Como driblar o principal desafio deste mercado e buscar oportunidades com potencial de multiplicar o capital investido
15 de outubro de 2026 - 14:00MUDANÇAS EM CURSO
Os ETFs estão fazendo com os fundos o que os fundos fizeram com as ações há mais de 20 anos
15 de outubro de 2026 - 12:45TANQUE CHEIO NA BOLSA
Petrobras (PETR4) bate R$ 800 bilhões em valor de mercado pela primeira vez. O que está por trás do novo recorde?
14 de outubro de 2026 - 16:27O PÓDIO MUDOU