O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Governo chinês incentiva consumo e uso do cartão de crédito, elevando expectativas por novos estímulos e impulsionando o mercado por aqui
Nem só de Donald Trump vive a bolsa. Quando a China entra em cena, também consegue dar uma injeção de ânimo nos investidores. Principalmente quando o governo de Xi Jinping decide dar novos passos na direção do incentivo ao consumo interno — ajudando, de quebra, o Ibovespa a subir mais de 2% e encerrar uma semana difícil próximo dos 129 mil pontos.
Nesta sexta-feira (14), a segunda maior economia do mundo determinou que bancos e instituições financeiras do país incentivem o consumo e estimulem o uso de cartões de crédito. A iniciativa faz parte de uma campanha para reaquecer os gastos da população.
A meta é recuperar a confiança dos consumidores chineses, que, preocupados com o emprego e o cenário econômico incerto desde a crise no setor imobiliário, têm preferido poupar a gastar.
A resposta do mercado foi imediata. Por aqui, o Ibovespa terminou o dia com alta de 2,64%, aos 128.957,09 pontos. O índice chegou a operar acima dos 129 mil pontos e flertar com o maior nível de fechamento desde 11 de dezembro, quando encerrou aos 129.593,31 pontos.
Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 3,14%.
O desempenho sólido de gigantes ligadas às commodities como Petrobras — PETR 4 subiu 3,08% e PETR3, 3,90% — e Vale (VALE3), que avançou 5,54%, foi favorecido pelos ganhos tanto do petróleo como do minério de ferro, que subiram hoje com as notícias de retomada do apetite chinês.
No mercado de câmbio, o movimento foi contrário. O dólar à vista renovou uma série de mínimas ao longo do dia, para terminar a sexta-feira cotado a R$ 5,7433 (-0,98%). Na semana, a moeda norte-americana acumula baixa de 0,81%.
Leia Também
Em Wall Street, as bolsas tiveram um respiro depois das fortes perdas provocadas pelos temores de que a política comercial de Trump possa levar a economia dos EUA à recessão.
O Dow Jones avançou 675 pontos para terminar o dia em alta de 1,66%, aos 41.488,19 pontos. O S&P 500 e o Nasdaq subiram 2,13% e 3,61%, respectivamente.
Uma queda de mais de 1% na quinta-feira (13) puxou o S&P 500 para o território de correção — isso aconteceu quando o índice recuou 10,1% em relação ao fechamento recorde registrado há apenas 16 dias. A liquidação da sessão arrastou o Nasdaq ainda mais para a correção.
Na Europa, o dia também foi de otimismo. As bolsas encerraram o pregão de hoje em alta, revertendo o tom negativo da abertura, impulsionadas pelo acordo para o aumento do endividamento público na Alemanha e pelo otimismo em relação a um possível cessar-fogo na Ucrânia.
Em Londres, o FTSE 100 subiu 1,05%, a 8.632,33 pontos. Já o DAX, de Frankfurt, avançou 1,65%, para 22.939,39 pontos, enquanto o CAC 40, de Paris, teve alta de 1,13%, fechando a 8.028,28 pontos.
O Ibex 35, de Madri, subiu 1,27%, a 12.984,70 pontos, enquanto o PSI 20, de Lisboa, avançou 0,73%, para 6.771,09 pontos. Em Milão, o FTSE MIB fechou em alta de 1,73%, a 38.655,30 pontos. Os números ainda são preliminares.
Na semana, o FTSE caiu 0,55%; o DAX perdeu 0,30% e o CAC 40 cedeu 1,14%. O FTSE Mib subiu 0,16% e o PSI 20 recuou 0,73%. O Ibex 35 moderou a queda semanal para 1,9%.
Na Ásia, o CSI 300, índice que acompanha as maiores empresas listadas nas bolsas de Xangai, saltou 2,6%, atingindo o nível mais alto em 2025.
Durante boa parte de seu governo, Xi Jinping manteve o foco no mercado externo. Mas, pela primeira vez, o estímulo ao consumo interno parece estar no centro da estratégia econômica chinesa.
Agora, as atenções se voltam para a próxima segunda-feira (17), quando autoridades do Ministério das Finanças, do Ministério do Comércio, do Banco Central e de outros órgãos do governo chinês devem anunciar novas medidas para aquecer a economia.
Por enquanto, além da ampliação do crédito ao consumidor, o governo tem investido em programas de troca de carros e eletrodomésticos. A ideia é incentivar a adoção de produtos mais eficientes em termos de energia e reduzir os estoques elevados causados pela demanda fraca.
Contudo, devido às incertezas econômicas do cenário atual, o país ainda pode adiar o afrouxamento financeiro esperado para a próxima quarta-feira (26) e postergar a decisão por mais tempo.
*Com informações do Money Times, Associated Press e Bloomberg
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos