Após mudança de nome e ticker, FII V2 Prime Properties ganha novo inquilino em imóvel em Alphaville — e cotistas comemoram
A mudança do XP Properties (XPPR11) para V2 Prime Properties (VPPR11) veio acompanhada de uma nova gestora, que chega com novidades para o bolso dos cotistas
O fundo imobiliário V2 Prime Properties (VPPR11) chegou em 2025 com mudanças. Até fevereiro, o FII atendia por XP Properties (XPPR11). Agora, além do novo nome, volta a trazer novidades — que serão sentidas no bolso dos cotistas.
O fundo anunciou um novo inquilino para o condomínio iTower Alphaville, localizado na cidade de Barueri, em São Paulo.
O VPPR11 não chegou a divulgar o nome do locatário, mas revelou que o ativo será alugado para uma holding patrimonial, que vai ocupar o 13º andar, com uma área de 1.519,20 metros quadrados.
Segundo o documento divulgado na noite de segunda-feira (31), o contrato tem duração de 36 meses, com valor mensal de R$ 121 mil, o que equivale a aproximadamente R$ 79,65 por metro quadrado.
A locação do imóvel aumenta a ocupação física do Edifício iTower de 82,7% para 90,4%. Já a vacância total do VPPR11 será reduzida, passando de 45,5% para 42,6%.
Os cotistas sentirão o peso do valor extra no bolso: a operação resultará em um impacto positivo mensal de R$ 0,02 por cota. O montante considera o aluguel e despesas de vacância.
Leia Também
- E MAIS: Especialistas revelam os ativos mais promissores do mercado para investir ainda hoje; confira
De XP Properties (XPPR1) para V2 Prime Properties (VPPR11): as mudanças do FII
Não foi apenas o nome do antigo XPPR11 que sofreu alterações: a mudança veio acompanhada de uma nova gestora. Os cotistas do fundo aprovaram, no fim de janeiro, a substituição da XP Asset pela V2 Investimentos.
A troca ocorreu após a solicitação da Capitânia Investimentos, cotista conhecida pela postura ativista em relação aos FIIs nos quais investe, em novembro de 2024. A companhia pediu a convocação de uma assembleia para a votação da substituição.
Na época, a XP Asset havia celebrado um contrato com o Capitânia Office FII (CPOF11) para a venda das participações de 40% no Edifício Faria Lima Plaza, que fazia parte do portfólio do XPPR11.
A venda do ativo gerou ruído entre os investidores. Isso porque o empreendimento era único da carteira que estava localizado na cidade de São Paulo, uma região considerada premium para o mercado de lajes corporativas.
Os outros dois ativos do FII ficam em Alphaville, Barueri — região que sofre com altas taxas de vacância.
Com a aprovação da troca de gestoras, também foi definido que o fundo ganharia um novo nome e ticker, válidos a partir de 5 de fevereiro deste ano.
Segundo o primeiro relatório gerencial do VPPR11, o FII possui mais de 42 mil cotistas. Já o portfólio é composto por dois empreendimentos: o Edifício iTower e o Edifício Corporate Evolution.
Em documento, a nova gestora afirmou que o principal objetivo é aumentar a ocupação dos dois imóveis, trazendo a vacância para zero e transformando o VPPR11 em um fundo de renda, com dividendos previsíveis e constantes.
Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano
Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha
A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro
Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP
Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real
Perto da privatização, Copasa (CSMG3) fará parte do Ibovespa a partir de janeiro, enquanto outra ação dá adeus ao índice principal
Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais
3 surpresas que podem mexer com os mercados em 2026, segundo o Morgan Stanley
O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar
Ursos de 2025: Banco Master, Bolsonaro, Oi (OIBR3) e dólar… veja quem esteve em baixa neste ano na visão do Seu Dinheiro
Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira
Os recordes voltaram: ouro é negociado acima de US$ 4.450 e prata sobe a US$ 69 pela 1ª vez na história. O que mexe com os metais?
No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%
LCIs e LCAs com juros mensais, 11 ações para dividendos em 2026 e mais: as mais lidas do Seu Dinheiro
Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana
R$ 40 bilhões em dividendos, JCP e bonificação: mais de 20 empresas anunciaram pagamentos na semana; veja a lista
Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias
Musk vira primeira pessoa na história a valer US$ 700 bilhões — e esse nem foi o único recorde de fortuna que ele bateu na semana
O patrimônio do presidente da Tesla atingiu os US$ 700 bilhões depois de uma decisão da Suprema Corte de Delaware reestabelecer um pacote de remuneração de US$ 56 bilhões ao executivo