O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No fim de semana, o noticiário foi dominado por rumores de que a aprovação do Cade para a combinação de negócios das gigantes do mercado pet está próxima de sair do papel
As ações da Petz (PETZ3) despontaram — com larga vantagem, diga-se de passagem — como a maior alta do Ibovespa na abertura do pregão desta segunda-feira (13).
Por volta das 10h30, os papéis da rede de pet shops saltavam 8,62%, negociados a R$ 4,41. No entanto, a companhia arrefeceu os ganhos pela manhã.
Com o desempenho robusto desta sessão, a empresa acumula valorização de quase 30% na B3 em um ano, com o valor de mercado estimado em torno de R$ 2 bilhões atualmente.
O salto das empresas acompanha a expectativa dos investidores quanto à fusão com a Cobasi.
No fim de semana, o noticiário foi dominado por notícias de que a aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), a autoridade antitruste do Brasil, para a combinação de negócios das gigantes do mercado pet está próxima de sair do papel.
Segundo o colunista Lauro Jardim, d’O Globo, o aval para a fusão entre as empresas do setor pet deve sair neste primeiro trimestre, sem restrições.
Leia Também
A notícia elevou os ânimos dos investidores, já que, no ano passado, o mercado especulava que o sinal verde do xerife concorrencial brasileiro deveria vir acompanhado da imposição de alguns remédios. Em fusões desse tipo, o ponto principal é saber quais lojas precisarão ser vendidas.
Na visão do Bank of America (BofA), há uma “justificativa convincente para a combinação pendente Petz/Cobasi e risco antitruste limitado”.
“Antecipamos extensas sinergias em vendas, margem bruta e despesas administrativas centrais. O mercado varejista brasileiro de animais de estimação também permanece altamente fragmentado, e percebemos a Petz posicionada para um papel de consolidação fundamental”, avaliaram os analistas.
A Petz (PETZ3) e a Cobasi anunciaram pela primeira vez os planos para uma combinação dos negócios em agosto de 2023, mas um acordo só foi selado em abril de 2024, após longas negociações entre as empresas.
A negociação aguarda a aprovação antitruste para seguir — ou seja, os reguladores estão avaliando se a junção das duas companhias não seria prejudicial ao mercado, com a possível criação de um monopólio.
Na época, o CEO da Petz, Sergio Zimmermann, afirmou que eventuais "remédios" do Cade e de outros reguladores poderiam surgir, mas não deveriam ser "amargos".
Já o presidente da Cobasi, Paulo Nassar, disse ao Broadcast que a concentração de mercado seria “irrelevante” após a fusão, o que deveria acarretar em restrições mais leves pelo Cade — isso se viessem. Segundo Nassar, as empresas têm, juntas, cerca de 2% das lojas de seu segmento no Brasil.
O acordo prevê incorporação de ações da Petz por uma subsidiária detida integralmente pela Cobasi, resultando na criação “do maior e mais integrado ecossistema pet do Brasil”, com uma receita líquida combinada de R$ 6,9 bilhões, Ebitda de R$ 464 milhões e mais de 20 marcas próprias de produtos de higiene, alimentação e lifestyle animal.
Nos termos do negócio, os investidores da Petz passarão a deter 52,6% das ações de emissão da companhia combinada.
Por sua vez, os acionistas da Cobasi restarão titulares das demais ações da empresa resultante da fusão, representando 47,4% do capital social.
Dessa maneira, a relação de troca se dará da seguinte forma: os acionistas da Petz receberão 0,0090445 ação da Cobasi por cada papel PETZ3 por eles detidos na ocasião do fechamento da operação.
Mais cedo nesta sessão, o Bank of America (BofA) também elevou o preço-alvo para as ações da Petz (PETZ3), de R$ 4,10 para R$ 4,50, mas manteve recomendação neutra para os papéis.
A nova cifra implica uma valorização potencial de 10,8% em relação ao último fechamento.
A projeção mais otimista dos analistas acompanha as “melhorias materiais nos preços de abertura e intermediários para alimentos para animais de estimação”, o que levou a um forte crescimento nas vendas.
Outro ponto positivo é o aumento da competitividade da Petz no segmento de alimentos premium, que começou a testar uma linha de alimentos para cães e gatos com preço premium em dezembro.
Para os analistas, a concorrência ainda é uma preocupação para o futuro da Petz, mas um aumento nas vendas pode pressionar os investidores que operam vendidos nas ações PETZ3.
*Com informações do Globo e do Money Times.
**Matéria atualizada às 13h45 para incluir novas informações.
Com minério em alta e fluxo estrangeiro, papel recupera fôlego e acumula ganhos de dois dígitos em 2026
O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora
Expectativa de trégua no Oriente Médio reduz prêmio de risco da commodity e pesa sobre ações de petroleiras na bolsa brasileira
Conhecida pelos celulares, a Samsung é maior fabricante mundial de chips de memória de alta performance
Apesar de o horizonte mostrar a chegada de uma tempestade, há ações que podem fazer a carteira dos investidores navegar mais tranquilamente
A gestora projeta que a retomada das vendas deve contribuir para recompor o caixa e viabilizar o retorno dos dividendos
Ações da mineradora recuaram com aversão ao risco global, enquanto minério de ferro avançou na China; bancos seguem otimistas com dividendos
Apesar das transações, a gestão do fundo imobiliário mantém o guidance de R$ 0,09 por cota no semestre
O banco elevou uma ação elétrica de neutra para compra, e citou outras duas empresas do setor que são consideradas as mais promissoras
Considerando a receita dos novos imóveis, a casa de análise enxerga potencial de geração de valor no médio prazo
O comunicado é uma resposta à notícia de que a controladora da Decolar considerava fazer uma oferta pela operadora brasileira de turismo
A operação envolve a alienação de 11 empreendimentos logísticos e reforça a estratégia de reciclagem de portfólio da companhia
A companhia anunciou que concluiu o acordo com o fundo soberano da Arábia Saudita para criação da Sadia Halal. O próximo passo é o IPO na bolsa de lá, com valor de mercado estimado ultrapassando os US$ 2 bilhões
Balanços corporativos também mexeram com índices de ações norte-americanos; petróleo caiu com possível acordo entre Irã e EUA
Já o carro das ações com pior desempenho foi puxado pela MBRF; veja os rankings completos das melhores e piores ações do mês
A falta de chips não é o único obstáculo da inteligência artificial para as empresas de tecnologia, que mostram que a corrida pela IA vai custar caro
Ao Seu Dinheiro, Rodrigo Koch, responsável pelas estratégias de ações da família Optimus, explica por que trocou a busca por “barganhas” pela segurança da liquidez
O espaço ocupado pela empresa representa cerca de 2% da área bruta locável (ABL) do BMLC11, o que limita o impacto operacional
A Iguatemi publica seu balanço do primeiro trimestre de 2026 (1T26) em 5 de maio e pode apresentar, de acordo com o Itaú BBA, crescimento de 9,6% na receita líquida
No câmbio, o dólar à vista fechou em alta, voltando a ficar acima dos R$ 5,00; confira o que mexeu com os mercados nesta quarta-feira (29)