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Segundo o banco, a companhia está vivendo um bom momento operacional, que deve ter continuidade em 2025, após um ‘ano notável’ em 2024
O ouro deve continuar sendo um ativo resiliente nos próximos anos e pode chegar a um preço médio de US$ 2.800 a onça até o final deste ano, nas projeções do Itaú BBA — e quem deve se beneficiar dessa alta é a mineradora canadense Aura, negociada no Brasil sob o ticker AURA33.
Não por acaso, os analistas do banco decidiram elevar o preço-alvo do papel de R$ 32 para R$ 40, projetando uma alta de aproximadamente 31% até o final do ano.
Apesar da relevância da commodity para o negócio da empresa, não foi só a alta do ouro que motivou o Itaú BBA a mudar o preço-alvo.
A avaliação também teve outros motivos: o bom momento operacional, o valuation atrativo e as perspectivas otimistas para geração de caixa e dividendos.
De forma geral, a Aura está vivendo um bom momento operacional, que deve ter continuidade em 2025, após um “ano notável” em 2024.
Como resposta a este momentum positivo da companhia, AURA33 acumula alta de 27% no acumulado do ano.
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E ainda dá tempo de colocar o ativo em carteira, porque, para o BBA, “esse rali ainda não acabou”.
Mesmo depois de já ter subido significativamente, o papel permanece com um valuation atrativo, segundo os analistas.
Além disso, a empresa tem ótimas perspectivas de geração de caixa para os próximos três anos. Já quando o assunto são dividendos, os analistas esperam um dividend yield médio de 6,5% nesse período.
O aumento dos preços do ouro também deixou o BBA mais otimista com as projeções para o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da mineradora canadense.
"Elevamos nossas estimativas de Ebitda em 8% para 2025, para US$ 360 milhões, devido às expectativas mais altas para os preços do ouro, que mais do que compensaram a visão mais conservadora sobre custos após o guidance atualizado”, escreveram.
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
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