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O republicano, que viu seu patrimônio diminuir em 10%, enfrenta 34 acusações criminais e pode encarar quatro anos de prisão por cada uma delas

Donald Trump parece ter começado a semana com o pé esquerdo. Após sair do ranking dos maiores bilionários do planeta, a fortuna do ex-presidente dos EUA continua a evaporar — e o republicano ainda enfrenta nesta segunda-feira (15) um julgamento que pode levá-lo à prisão.
Vale destacar que esta é a primeira vez na história em que um ex-presidente dos Estados Unidos é julgado criminalmente.
Mas vamos por partes, a começar pelas finanças. O patrimônio de Trump vem encolhendo dia após dia, de acordo com a revista Forbes. Para se ter uma dimensão, só hoje, a riqueza do político diminuiu mais de 10%, e agora está estimada em US$ 4 bilhões.
Com isso, o republicano passa a ocupar o 790º lugar na lista de pessoas mais ricas do mundo — o que levou seu nome a desaparecer do ranking da Bloomberg, que coleta dados apenas dos 500 maiores ricaços da atualidade.
A perda de patrimônio do ex-presidente dos EUA acompanha a forte queda das ações da sua rede social, a Truth Social, em Wall Street.
As ações da Trump Media & Technology Group, empresa dona da Truth Social, fizeram Donald Trump ir do céu ao inferno em menos de um mês.
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A companhia estreou no mercado de ações de Wall Street em 26 de março, sob o ticker DJT. No primeiro pregão de negociação dos papéis após o IPO, os ativos dispararam mais de 35% em um só dia.
Mas desde o início de abril, as ações viram seu preço cair pela metade na bolsa de valores, com uma desvalorização acumulada de mais de 55% no mês.
Hoje, em específico, os papéis recuam 17% em Wall Street, acompanhando as notícias de que a empresa de Trump pretende despejar milhões de novas ações DJT no mercado norte-americano.
A Trump Media entrou com pedido na SEC, a CVM norte-americana, para a emissão de 21,4 milhões de ações adicionais. A ideia é que os novos papéis sejam emitidos mediante ao exercício de warrants (garantias), que dão ao titular a possibilidade de comprar ações a um preço determinado dentro de um período de tempo específico.
Segundo as contas da empresa, a Trump Media receberá “até US$ 247,1 milhões do exercício das warrants”, de acordo com o documento enviado à SEC.
Vale destacar que a operação não acontecerá até que a empresa receba uma declaração de registro da xerife do mercado de capitais dos EUA.
Como Trump possui uma participação de 58% no Trump Media & Technology Group, a fortuna do republicano acompanhou a derrocada, que passou de US$ 7,16 bilhões após o IPO da Truth Social para os atuais US$ 4 bilhões.
É importante destacar ainda que o candidato à Casa Branca não poderá transformar a participação acionária em dinheiro tão cedo. Isso porque uma das cláusulas do contrato da empresa prevê que os acionistas controladores estarão impedidos de venderem suas ações ou usá-las como garantia para empréstimos por pelo menos seis meses.
Enquanto Trump vê parte da sua fortuna evaporar, ele também enfrenta a justiça — de novo. Começou na manhã desta segunda-feira (15) o primeiro dos quatro julgamentos criminais em que ele é réu.
O republicano enfrenta 34 acusações criminais de falsificação de registros comerciais para encobrir seu suposto papel em um esquema de “hush money” (“dinheiro secreto", na tradução livre) para em silêncio Stormy Daniels antes das eleições de 2016.
Segundo as acusações, Trump teria pago US$ 130 mil à atriz de filmes adultos para impedi-la de falar publicamente sobre seu suposto relacionamento com o político uma década antes.
É importante ressaltar que as investigações não apuram o pagamento em si, mas um potencial disfarce como despesas legais por meio das Organizações Trump. O dinheiro tinha como objetivo reembolsar o ex-advogado de Trump, Michael Cohen, que afirma ter desembolsado a cifra do próprio bolso a pedido do republicano.
Cohen se declarou culpado em 2018 de violar leis federais de financiamento de campanha eleitoral — e atualmente atua como uma das principais testemunhas da acusação sobre a ligação direta de Trump ao suposto esquema.
Cada uma das 34 acusações que o republicano enfrenta poderia resultar em até quatro anos de prisão, caso seja condenado por falsificação de documentos com objetivo de violar leis eleitorais.
Trump se declara inocente no processo e afirma que é vítima da “caça às bruxas” do Partido Democrata para ser impedido de voltar à Casa Branca. As eleições presidenciais estão marcadas para 5 de novembro e o republicano deve enfrentar Joe Biden, que tenta a reeleição.
O julgamento de Trump teve início nesta manhã e ele enfrentará um júri anônimo composto por 12 cidadãos. A seleção do júri deverá levar de uma a duas semanas, com todo o julgamento previsto para durar de seis a oito semanas.
*Com informações de CNBC e CNN.
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