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Fusão entre Grupo Soma e Arezzo deve adicionar R$ 1,1 bilhão em receita à Azzas 2154 em 2027, segundo projeções da companhia
O destaque do noticiário da Azzas 2154 (AZZA3) nesta semana ficou por conta do primeiro Investor Day da nova gigante do varejo, com a apresentação dos pilares do início da operação da companhia, resultado da fusão entre o Grupo Soma e a Arezzo.
Entretanto, o mercado parece não ter se animado muito com as novidades, já que as ações da companhia operaram em queda durante todo o pregão desta sexta-feira (16).
Por volta das 16h49, os papéis caíam 5,10%, a R$ 51,14. Desde que as ações AZZA3 começaram a ser negociadas na B3, no dia 1º de agosto, as ações acumulam queda de 4,98%. No fechamento, as ações da gigante varejista de moda caíram 5,17%, a R$ 51,15.
De acordo com o novo guidance divulgado ontem (15) ao mercado, a empresa estima que a receita bruta incremental com a sinergia das operações será de R$ 54 milhões neste ano.
Para os próximos anos, a projeção é de que a receita adicional gerada pela fusão chegue a R$ 358 milhões em 2025, R$ 767 milhões em 2026 e R$ 1,09 bilhão em 2027.
Já as despesas relacionadas à implementação da fusão entre as duas companhias são de R$ 145,9 milhões em 2024, considerando o que já foi gasto até o momento.
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Embora os números sejam positivos, especialmente as projeções de crescimento da receita, a empresa ainda precisa dar mais detalhes sobre as despesas, segundo os analistas.
A XP Investimentos considerou o Investor Day neutro, ressaltando que as sinergias divulgadas vieram ligeiramente abaixo do esperado. Além disso, “metade dos investidores não incorporam nenhuma sinergia em seus modelos”, afirmou o relatório da corretora.
Para a XP, a falta de projeções sobre os custos associados à produção e as despesas com vendas (COGS/SG&A) e outras sinergias tributárias frustrou alguns investidores.
Apesar da avaliação, a corretora possui recomendação de compra para a ação AZZA3, com preço-alvo de R$ 70 — equivalente a uma alta de 30% em relação ao preço do fechamento anterior.
“Embora um guidance preciso não tenha sido detalhado, logística, marketing e sourcing são alavancas importantes e já devem ser incorporadas ao orçamento de 2025”, completa.
Já os analistas do Itaú BBA avaliaram que a administração da nova companhia está focada em drivers de receita nesta primeira fase. Ou seja, os fatores que impulsionam o crescimento das vendas e a geração de receita para a nova gigante do varejo.
Com recomendação outperform, equivalente à compra, os analistas da instituição acreditam que os investidores provavelmente precificarão gradualmente esses ganhos à medida que a empresa começar a entregar, apesar dos “riscos de execução inerentes”.
O preço-alvo do Itaú BBA para a ação AZZA3 é de R$ 74, equivalente a uma alta de 37%.
O Goldman Sachs, por sua vez, destacou alguns riscos para a Azzas 2154. Entre eles, a “potencial” canibalização da marca; riscos de execução relacionados a aquisições e ao caminho para as margens Ebitda de dois dígitos para empresas internacionais.
Por outro lado, os analistas do banco saíram “encorajados pela impressão de que o relacionamento entre as gerências de ambas as empresas foi cooperativo e tranquilo.”
O Goldman Sachs recomenda a compra para as ações, também com preço-alvo de R$ 74.
Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana
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