O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A varejista de moda decidiu passar a liderança da empresa para um novo executivo para “reforçar a volta do DNA da Marisa”; entenda
Enquanto os investidores ainda se preparam para voltar à rotina depois do fim de semana, o ritmo segue acelerado no setor de varejo na manhã desta segunda-feira (04) — e a Lojas Marisa (AMAR3) já deixou claro que a música ainda não se encerrou na dança das cadeiras corporativa por lá.
Quase um mês depois de nomear a conselheira Andrea Maria Meirelles de Menezes como CEO, a varejista de moda decidiu passar a liderança da empresa para um novo executivo, em mais uma “mudança estratégica”.
O conselho de administração da Marisa elegeu Edson Garcia para o cargo de diretor presidente da companhia, com a posse marcada para acontecer em até 30 dias contados a partir desta segunda-feira.
As ações da companhia (AMAR3) iniciaram o pregão em alta de 1,75%, negociadas a R$ 2,33 na abertura da sessão. No ano, porém, os papéis amargam uma queda acumulada de 35%. Confira a cobertura de mercados em tempo real do Seu Dinheiro aqui.
Edson Garcia tem mais de 25 anos de experiência no varejo e já atuou em empresas como Nestlé e Riachuelo — mas ficou reconhecido pela passagem na Caedu como presidente.
De acordo com o fato relevante enviado à CVM hoje, Edson Cargia “chega à Marisa com o objetivo claro de impulsionar a eficiência operacional, a proposta de valor e retomar a estratégia de negócios bem-sucedida da empresa”.
Leia Também
Segundo a empresa, a troca de gestão visa “reforçar a volta do DNA da Marisa”. “Este movimento estratégico está alinhado aos objetivos futuros da empresa, destacando-se como um passo significativo para o crescimento e sucesso contínuo do negócio.”
Enquanto isso, a atual CEO deixará a posição para assumir uma nova posição: a de presidente do conselho de administração (chairwoman, no jargão do mercado). A atual CEO tomará posse depois da assembleia geral ordinária (AGO) de abril.
Além da vaga de chairwoman, Menezes assumirá o cargo de coordenadora do novo conselho de administração para suporte ao varejo.
O colegiado recém-criado ficará encarregado de dirigir todas as frentes de trabalho ligadas a produtos e serviços financeiros e securitários, digital e inovação e riscos e compliance.
A reestruturação da Lojas Marisa (AMAR3) já se arrasta há algum tempo — e inclui o fechamento de lojas e foco em produtos de melhor performance e menor risco.
Recentemente, o conselho de administração da varejista ainda propôs aos acionistas um aumento do limite de capital autorizado da companhia.
A direção da empresa quer elevar de 90 milhões para 300 milhões de ações o limite possível de emissão para AMAR3.
Caso aprovado e posteriormente implementado, um aumento dessa magnitude no número de ações provocaria uma forte diluição dos atuais acionistas.
A proposta do conselho acontece em meio ao processo de reestruturação da Marisa. No último balanço publicado, a varejista registrou um prejuízo líquido de R$ 196,4 milhões no terceiro trimestre de 2023, equivalente a uma piora de 92,45% em relação ao apurado em igual intervalo do ano anterior.
Já o prejuízo líquido ajustado recorrente foi de R$ 171,6 milhões, um aumento de 69,9% na comparação anual.
A empresa afirma que o resultado foi impactado, principalmente, pela redução de receitas com vendas de mercadorias devido ao menor nível de estoques.
A companhia pretende divulgar os últimos números financeiros referentes a 2023 nas próximas semanas, com a publicação do balanço do quarto trimestre marcada para o dia 14 de março. Confira o calendário de resultados completo do 4T23 aqui.
Segundo uma carta da Squadra, o conselho de administração da empresa deve ganhar R$ 57 milhões em 2026, o que equivale a 1% do valor de mercado da empresa e coloca o time entre os mais bem pagos da bolsa
Analistas do banco apontam descolamento do minério e indicam potencial de valorização acima de 20% para ações
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”
Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3