O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Durante a sessão, o principal índice da bolsa brasileira também renovou uma marca histórica ao superar os 137 mil pontos e alcançar os 137.778,50 pontos na máxima do dia
Casagrande fazia um comentário sobre a escalação do Brasil na Copa de 2014, quando foi interrompido por Galvão Bueno porque Toni Kroos havia marcado o quarto dos sete gols da Alemanha naquela partida. “Virou passeio”, disse o narrador. Dez anos depois, quem dá um passeio é o Ibovespa — o principal índice da bolsa brasileira já sobe em 11 das 12 últimas sessões, renovando recorde atrás de recorde.
O Ibovespa encerrou a quarta-feira (21) em 136.463,65 pontos — uma nova máxima de fechamento — e uma alta de 0,28%. Durante a sessão, o índice também renovou uma marca histórica ao alcançar os 137.778,50 pontos. O dólar à vista, por sua vez, caiu 0,10%, aos R$ 5,4821.
Para chegar a esse placar, o Ibovespa precisou de alguns dribles, em especial, em um dado nos EUA que sugeriu que as empresas podem ter gerado 818 mil empregos a menos do que o nos 12 meses encerrados em março.
O índice brasileiro foi embalado pela expectativa de redução de juros nos EUA, pela forte valorização do minério de ferro e pela aprovação do projeto de lei da desoneração.
Com isso, as ações da Vale (VALE3) subiram 1,92%, puxando outros papéis do segmento metálico: CSN (CSNA3) avançou 3,70%, enquanto Usiminas (USIM5) teve alta de 2,95%.
Na contramão, as ações da Petrobras não conseguiram deixar os baixos preços do petróleo no escanteio e acabaram terminando o dia com quedas: PETR4 recuou 0,60% e PETR3, -0,88%.
Leia Também
Os 137 mil pontos inéditos do Ibovespa foram alcançados com a expectativa de queda dos juros nos EUA em setembro — uma percepção respaldada pela ata da reunião de julho do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) divulgada na tarde de hoje.
O avanço do Ibovespa reflete ainda a alta de 4,58% do minério de ferro em Dalian, na China. E foi de lá do outro lado do mundo que ecoaram relatos feitos de que Pequim avalia a possibilidade de permitir que governos locais usem títulos especiais para adquirir imóveis não vendidos. A medida seria uma tentativa de estimular o mercado imobiliário chinês.
No cenário doméstico, a retirada de um dispositivo que aumentava a cobrança do Imposto de Renda sobre Juros sobre Capital Próprio (JCP) no projeto de lei que prorroga a desoneração da folha de pagamentos, aprovada ontem no Senado, também foi bem recebida pelo investidores brasileiros.
No mercado de câmbio, o dólar operou boa parte do dia em baixa frente o real e chegou a registrar a mínima intradiária na abertura, a R$ 5,4595 (-0,43%).
Além da tendência de corte de juros nos EUA em setembro, operadores citaram declarações recentes de autoridades brasileiras com efeito no dólar.
Entre elas estão a operação rescaldo do BC brasileiro após a adoção de um tom mais duro de combate à inflação pelo diretor de política monetária do Banco Central, Gabriel Galípolo — cotado como possível substituto de Roberto Campos Neto a partir de 2025 — e declarações do presidente Lula, indicando que aceitará as decisões do BC, seja de alta de juros ou de baixa.
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano
A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro
Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real
Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais
O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar
Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira
No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%
Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana
Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias
O patrimônio do presidente da Tesla atingiu os US$ 700 bilhões depois de uma decisão da Suprema Corte de Delaware reestabelecer um pacote de remuneração de US$ 56 bilhões ao executivo