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Ajustado pela Selic, montante a ser distribuído pela Petrobras na forma de dividendos extraordinários subiu de R$ 21,9 bilhões para R$ 22,7 bilhões

Extraordinário significa algo fora do comum, que extrapola a normalidade. E, desde as polêmicas até os valores envolvidos, os dividendos extraordinários da Petrobras (PETR3; PETR4) têm feito jus a essa condição.
No fim de abril, os acionistas da Petrobras aprovaram a distribuição de R$ 21,9 bilhões em dividendos extraordinários referentes ao exercício de 2023. O valor corresponde a metade da reserva de remuneração da companhia.
Acontece que esse caminhão de dinheiro ficou ainda maior.
De acordo com a mais recente atualização divulgada pela Petrobras, com data de corte de 2 de maio, o dividendo extraordinário devido aos acionistas está em R$ 1,75997704 por ação.
Isso significa que o montante total a ser distribuído de maneira extraordinária pela petroleira atingiria R$ 22,7 bilhões se o desembolso ocorresse hoje.
No entanto, como o pagamento está programado para ocorrer em duas parcelas — metade em 20 de maio e a outra metade em 20 de junho —, os dividendos ficarão ainda mais extraordinários com o passar dos dias.
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Isso porque as parcelas continuarão sendo reajustadas até a data dos respectivos depósitos. A referência é taxa Selic, que encontra-se atualmente em 10,75% ao ano.

Fonte: Petrobras.
Tão extraordinária quanto a quantia envolvida foi a polêmica que cercou o desembolso.
No início de março, quando divulgou os números fechados de 2023, a Petrobras informou que pagaria R$ 14,2 bilhões em dividendos regulares.
Entretanto, mais de R$ 43 bilhões do lucro remanescente do exercício ficariam retidos em uma reserva estatutária.
A retenção dos dividendos extraordinários provocou uma reação imediata dos investidores, que penalizaram as ações da Petrobras nos pregões subsequentes.
O recuo repentino e acentuado da cotação dos papéis levou a uma queda de braço entre o governo e os acionistas minoritários da Petrobras.
Também colocou em rota de colisão o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o CEO da Petrobras, Jean Paul Prates.
O desfecho dessa disputa foi uma proposta por meio da qual a Petrobras liberou metade da reserva estatutária e se comprometeu a decidir até o fim do ano quando será depositada a outra metade do dinheiro.
Também não é demais lembrar que, como o governo brasileiro é maior acionista da Petrobras (28,67%), o Tesouro Nacional é o maior beneficiário individual de qualquer distribuição de dividendos pela companhia.
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