O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Na avaliação da XP, depois de mais do que dobrar de valor na B3 em um ano, o Inter agora confere uma “vantagem limitada” para quem quer investir na fintech
Depois de uma alta de 75% em Nova York e de 103% na bolsa brasileira desde janeiro, as ações do Inter (INBR32) deixaram de ser uma pechincha. Pelo menos essa é a visão da XP Investimentos, que cortou a recomendação para os BDRs (recibos de ações) negociados na B3 de “compra” para “neutro”.
O rebaixamento ocorre pouco mais de um mês depois que o banco digital apresentou um balanço de peso no segundo trimestre, com recordes de lucro e rentabilidade.
No entanto, os analistas elevaram o preço-alvo dos BDRs do Inter de R$ 34 para R$ 44 por papel para 2025, implicando em uma valorização potencial de 10,4% em relação ao último fechamento.
Vale lembrar que o Inter migrou para Wall Street em 2022, onde possui ações listadas na Nasdaq sob o ticker INTR.
O corte de recomendação pelos analistas teve um “culpado” principal: o preço. Na avaliação da XP, depois de mais do que dobrar de valor na B3 em um ano, o Inter (INBR32) agora confere uma “vantagem limitada” para quem quer investir no banco digital.
Nas contas dos analistas, a fintech atualmente é negociada a um múltiplo de 13 vezes a relação entre preço e lucro para 2025 — acima dos bancões incumbentes, mas ainda abaixo de seu principal rival, o Nubank.
Leia Também
“Acreditamos que o prêmio atual em comparação com os operadores históricos reflete de forma justa o potencial de crescimento do banco”, afirmaram.
Para a XP Investimentos, depois da forte valorização do Inter, o mercado começou a levar a sério o ambicioso plano 60-30-30 do banco digital.
Afinal, o guidance de cinco anos implicava mais do que duplicar a base de clientes, quadruplicar a carteira de crédito e alcançar uma taxa de rentabilidade sobre patrimônio líquido (ROE) maior que a do Itaú. Tudo isso até o fim de 2027.
No entanto, apesar de verem uma trajetória ascendente de lucros, os analistas ainda avaliam que existe um caminho a ser trilhado para que o Inter mereça um múltiplo mais alto.
Na visão da XP, é preciso ver uma mudança mais clara no apetite ao risco para acreditar que o banco alcançará uma trajetória de crescimento de rentabilidade (ROE) mais acelerada.
Considerado um dos destaques positivos da safra de balanços do segundo trimestre, o Inter registrou um lucro líquido de R$ 223 milhões, alta de 247% na base anual, e um retorno sobre o patrimônio líquido anualizado (ROE, na sigla em inglês) de 10,4%.
“Existem oportunidades de crescimento, mas elas não parecem mover a agulha sem crédito”, afirmaram os analistas.
Segundo a XP, o grande desafio do banco ainda está concentrado na monetização e faturamento — e o Inter precisa demonstrar sua capacidade de aumentar o envolvimento do cliente, que se traduzirá em um “aumento mais significativo” na receita média mensal por cliente ativo (ARPAC).
“Olhando para o futuro, não está claro qual será a estratégia do banco para aumentar a monetização do cliente. Em nossa opinião, o aumento do apetite pelo risco e, consequentemente, das concessões de crédito será crucial para isso”, escreveu a XP.
Entretanto, os analistas avaliam que a proposta de valor para clientes de alto padrão do Inter é frágil.
Isso somado à “falta de vontade de oferecer mais crédito a clientes de baixa renda” deve atrasar a monetização dos clientes e adiar o cumprimento das metas de 2027 estabelecidas pelo “plano 60-30-30”.
“Vemos potencial tanto nas PMEs [pequenas e médias empresas] quanto na expansão internacional. No entanto, essas linhas parecem ter um mercado total limitado e estão navegando em mercados competitivos.”
Para analistas, fundo imobiliário de CRIs combina perfil defensivo, IPCA e gestão forte para entregar renda consistente em cenário incerto
Apesar do fluxo bilionário para o Ibovespa, uma bolsa na Ásia já disparou mais de 50% no ano e lidera o ranking global entre os emergentes
Com cripto operando 24/7 lá fora, mudança busca aproximar o investidor local do ritmo global do mercado; veja o que muda na prática
Escalada das tensões reacende temor sobre oferta da commodity e pressiona ativos globais na abertura da semana; veja o que mexe com os mercados hoje
A posição do Brasil no contexto geopolítico, de guerra e pressão inflacionária, favorece a entrada de mais investidores globais nos próximos meses
O índice das ações medianas não entrou no apetite dos estrangeiros e, sem os locais, os papéis estão esquecidos na bolsa
Embora o banco veja bons resultados para a companhia, há outras duas ações do setor de saúde que são as preferidas para investir
Conhecido como “discípulo de Warren Buffet”, ele reforça que o modelo da Pershing Square se baseia em investir no longo prazo em poucas empresas de alta qualidade, com forte geração de caixa e vantagens competitivas duráveis
O cessar-fogo no Líbano e a abertura do Estreito de Ormuz pelo Irã derrubaram o petróleo, que já chegou a cair 14% nesta sexta-feira (17), e mexeu com as bolsas aqui e lá fora
Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos
O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII
O novo rendimento tem como referência os resultados apurados pelo fundo em março, que ainda não foram divulgados
O vencimento de Opções sobre o Ibovespa movimentou R$ 81 bilhões, funcionando como o grande motor que empurrou a bolsa para o um novo topo operacional
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim
Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA
Para os analistas, a B3 tem buscado a liderança na agenda de sustentabilidade; a ação divide o pódio de recomendações com uma varejista que pode valorizar até 44%
No começo da semana, a companhia anunciou a ampliação de seu acordo de fornecimento de carne com a subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita, além de avanços nas aprovações para um possível IPO da Sadia Halal
Volume estrangeiro nos primeiros dois meses do ano cresceu 60% em relação a 2025; só em fevereiro, gringos representaram 24% do volume negociado de fundos imobiliários
Bolsa brasileira segue o bom humor global com o alívio das tensões no Oriente Médio, mas queda do preço do petróleo derruba as ações de empresas do setor; dólar também recua
Apesar de preço mais alto para o aço, o valuation da empresa não é mais tão atraente, e potenciais para a empresa já estão precificados, dizem os bancos