O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O banco iniciou a cobertura das ações da BrasilAgro (AGRO3) com recomendação “outperform” e preço-alvo de R$ 34 para o fim de 2025.
Enquanto o agronegócio faz torcer os narizes de investidores mais avessos ao risco — especialmente diante das incertezas sobre condições climáticas cada vez mais extremas no planeta —, o Itaú BBA vê oportunidade em uma ação barata e “estrategicamente posicionada para aproveitar essas condições” mais desafiadoras.
O banco iniciou a cobertura das ações da BrasilAgro (AGRO3) com recomendação “outperform” — equivalente a compra — e preço-alvo de R$ 34 para o fim de 2025.
A cifra implica em uma valorização de aproximadamente 32% em relação ao último fechamento para a empresa de propriedades rurais.
A primeira reação das ações à visão mais otimista dos analistas é positiva. Os papéis iniciaram o pregão desta quarta-feira (25) em alta de 1,59%, a R$ 26,15. A companhia atualmente é avaliada em pouco mais de R$ 2,6 bilhões.
Para o Itaú BBA, a BrasilAgro (AGRO3) apresenta uma “história de crescimento convincente" dentro do setor de agronegócio, impulsionada por aquisições estratégicas de terras, portfólio diversificado de culturas e compromisso com práticas sustentáveis.
De acordo com o banco, o foco da empresa em otimizar o uso da terra enquanto continua a gerar fluxo de caixa livre (FCF) recorrente por meio das operações agrícolas continuará a dar suporte à criação de valor no longo prazo.
Leia Também
“A criação de valor decorrente de oportunidades de transformação de terras compreende uma parte significativa do potencial de alta que vemos na tese de investimento da BrasilAgro neste momento. Assim, acreditamos que a sustentabilidade da execução histórica neste segmento é fundamental para desbloquear valor.”
Outro pilar importante da tese otimista do Itaú BBA para as ações da BrasilAgro (AGRO3) é o preço.
Segundo o banco, o valuation atual da companhia é atraente, com desconto de cerca de 25% em relação ao valor patrimonial líquido “VPL”.
Esse patamar de desconto forneceria um “colchão” de segurança para investidores de longo prazo que buscam aumentar a exposição ao setor de agronegócio brasileiro a um valuation favorável.
“Vemos a empresa como uma alternativa barata para adquirir terras no Brasil”, escreveu o banco.
Nas contas dos analistas, as métricas de valuation da BrasilAgro indicam uma “perspectiva de investimento favorável para o longo prazo”.
Isso porque a empresa atinge consistentemente uma taxa interna de retorno (TIR) sobre vendas de terras que excede a marca de 20%, o que demonstra sua “capacidade de entregar retornos significativos sobre o capital investido”, segundo os analistas.
Além disso, os analistas avaliam que atualmente há um “bom ponto de entrada” para a BrasilAgro (AGRO3) — especialmente devido à forte correlação da ação com os preços dos grãos.
Considerando que as cotações das commodities agrícolas atingiram a mínima de cinco anos recentemente, os analistas avaliam que o ponto de entrada para investir nas ações AGRO3 em uma negociação de longo prazo pode estar próximo.
“No longo prazo, essas condições podem representar um ponto de entrada atraente para investidores”, afirmaram os analistas. “O foco duplo da empresa na transformação de terras e na agricultura garante que ela possa gerar valor mesmo em condições de mercado desafiadoras.”
Para os analistas, a desaceleração do mercado agrícola também apresenta oportunidades para aquisições estratégicas de terras pela BrasilAgro a preços mais favoráveis, o que pode render um valor significativo aos acionistas no futuro.
Segundo o banco, à medida que os preços dos grãos se recuperarem e os valores das terras continuarem a se valorizar, a BrasilAgro estará “bem posicionada para capitalizar essas tendências e fornecer retornos sustentáveis aos acionistas”.
Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês
JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda
As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte
Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada
A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.
Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido
Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos
Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar
Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta
Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.
Segundo o banco de investimentos, o cenário macro mais favorável coloca o Brasil em evidência
Levantamento com assessores indica que apetite por risco permanece inalterado, com o sentimento pelo Ibovespa deteriorando na margem
Companhia inicia campanha de perfuração e aproveita cenário externo turbulento para ganhar tração no Ibovespa
Os mercados começaram a semana sob tensão geopolítica, com guerra no Oriente Médio elevando o preço do petróleo e dividindo investidores, enquanto falas de Galípolo reforçam cautela do BC
De acordo com o FII, a operação, que ainda depende do cumprimento de condições precedentes, com expectativa de fechamento até o fim de abril
Itaú BBA fez uma lista de ações que ganham e que perdem com a popularização do medicamento; confira o ranking
Do Caged ao Payroll, a semana será de temperaturas elevadas para a economia global; saiba como os indicadores e as tensões no Oriente Médio mexem com o seu bolso
Com o petróleo em alta e um carry trade atrativo, o BofA Securities aposta na moeda brasileira; confira os alvos da operação e como o cenário eleitoral pode ditar o ritmo do câmbio
Analistas se debruçaram sobre as diferenças das ações de shoppings e afirmam que a qualidade dos portfólios justifica o patamar de preços de cada papel
O setor caminha para uma redução no número de fundos imobiliários e um foco em veículos maiores, mais robustos e líquidos