O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os executivos da farmacêutica lamentaram o fato de a proposta de fusão ter sido feita e divulgada com a bolsa aberta, o que afetou o desempenho das ações
A Hypera (HYPE3) ficou nos holofotes do mercado financeiro na última semana após receber uma oferta de fusão com a EMS, o que foi bem visto pelos investidores e se refletiu em uma forte recuperação das ações da farmacêutica.
Na manhã desta quinta-feira (24), porém, um comunicado enviado pela Hypera à CVM lançou um balde de água fria sobre as ambições da EMS.
O documento afirma que, após reunião do Conselho de Administração para avaliar a proposta, a Hypera decidiu não aceitar os termos propostos.
“A decisão do Conselho de Administração considerou, principalmente, no melhor interesse da Companhia e seus acionistas”, diz a publicação.
Por volta das 10h40, as ações HYPE3 operavam em queda de 3,84%, negociadas a R$ 26,31.
São três os motivos que levaram à rejeição da proposta:
Leia Também
Além disso, os executivos da Hypera lamentaram o fato de a proposta de fusão ter sido feita e divulgada com o pregão da B3 em pleno funcionamento, o que afetou o desempenho dos papéis naquele dia.
“Por fim, a Companhia reforça que a administração segue focada na execução da estratégia de otimização de capital de giro divulgada ao mercado em 18 de outubro de 2024, com enorme potencial de geração de valor para seus acionistas de longo prazo”, conclui o documento.
Para entender toda a novela da fusão entre as farmacêuticas, é preciso voltar alguns passos.
Na última segunda-feira (21), as ações da farmacêutica chegaram a desabar 17% na bolsa brasileira na abertura do pregão antes de entrarem em leilão por oscilação máxima permitida.
Acontece que na sexta-feira (18) anterior, a empresa havia anunciado o início de um processo de otimização de capital de giro. Além da nova estratégia, a Hypera ainda informou a descontinuidade das projeções financeiras (guidance) para 2024.
Na sequência, o Itaú BBA rebaixou a recomendação para as ações HYPE3 de “outperform” — equivalente a compra — para “market perform”, correspondente a neutro. XP Investimentos, o Goldman Sachs e o BTG Pactual também mantiveram as recomendações neutras para o papel.
Mas foi na tarde de segunda-feira que a Hypera recebeu a proposta da EMS para uma fusão das farmacêuticas, o que fez as ações passarem a subir após o anúncio.
De acordo com o documento, a ideia não era apenas fazer uma combinação de negócios, como também pretende fazer uma oferta pública de aquisição (OPA) pelas ações dos acionistas minoritários da Hypera. No entanto, a proposta foi rejeitada nesta quinta-feira.
Para os analistas do JP Morgan, em um relatório publicado após a recusa da Hypera, ainda é preciso esperar para ver com maior clareza todos os possíveis desdobramentos do caso. Isso porque há espaço para que a EMS melhore os termos do acordo ou até mesmo que outras empresas do setor façam alguma proposta para incorporar as operações da farmacêutica.
Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica
Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas
Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG
Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom
Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira
Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano
Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação