O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Por terem as cotas negociadas na B3, os FIIs têm sofrido com a falta de apetite ao risco que afeta outros ativos de renda variável, como as ações
Os fundos imobiliários oferecem uma série de vantagens para quem gosta de investir no mercado de imóveis. Entre eles, estão os dividendos isentos de Imposto de Renda, a proteção contra a inflação por meio dos investimentos em ativos reais e a liquidez propiciada pela listagem em bolsa de valores
Essa última característica, porém, se mostrou uma faca de dois gumes para o setor nos últimos meses. Por terem as cotas negociadas na B3, os FIIs têm sofrido com a falta de apetite ao risco que afeta outros ativos de renda variável, como as ações.
O IFIX, índice que reúne os principais fundos imobiliários da bolsa brasileira, acumula queda de 1,3% em junho até esta sexta-feira (28), último pregão do mês.
Mas, assim como a presença em bolsa pode ser uma vantagem ou uma desvantagem, o recuo dos FIIs também pode apresentar uma oportunidade para quem gosta de pagar barato em ativos de qualidade.
De acordo com Cauê Pinheiro, estrategista de investimentos do Safra, os fundos negociam com um desconto “importante” nas cotas — em média 12% abaixo do valor patrimonial, uma medida de “valor justo” para o portfólio — que já vem sendo carregado há algum tempo.
É preciso ser rápido, porém, pois a “promoção” pode ter data para acabar. “O desconto tende a se fechar no próximo ano, com a retomada da queda dos juros”, afirmou o estrategista hoje durante evento do setor promovido pela Fincare Investimentos, escritório credenciado ao Safra.
Leia Também
O banco acredita que o Banco Central não vai mais cortar a taxa Selic neste ano. Mas aposta que, com a inflação se aproximando da meta do próximo ano, o BC teria espaço para voltar a reduzir os juros.
Esse afrouxamento monetário deve ser um gatilho para a alta de diversos ativos de renda variável, incluindo os FIIs.
Por enquanto, porém, as cotas permanecem em níveis mais baixos. Especialmente nos segmentos de híbridos, escritórios, fundos de fundos e agências bancárias, de acordo com Pinheiro.
Para quem quer aproveitar o momento para alocações com desconto, o estrategista do Safra diz o que analisar na hora de comprar um ativo. Os principais fatores são:
Para fundos de tijolo, que investem em imóveis reais como galpões, escritórios e shoppings, também é importante verificar outros elementos do portfólio, como a localização, a qualidade técnica dos ativos, a carteira de locatários, a inadimplência e a vacância.
“Localização é tudo no mercado imobiliário, se os imóveis estão em uma região que é bastante demandada, provavelmente o FII não terá problema de vacância e repasse de preços no aluguel”, diz o estrategista.
Já no caso dos fundos de papel, cujo nome alude à carteira formada, em sua maioria, por títulos de crédito do setor imobiliário, vale checar como anda a rentabilidade da carteira ante os títulos públicos, os indexadores dos ativos e as garantias das operações — ou seja, o quão protegido está o FII em casos de inadimplência.
Pinheiro recomenda ainda uma análise do rating das operações que compõem o portfólio para entender a qualidade da carteira e o risco que o investidor corre ao investir nos fundos imobiliários do tipo.
Itaú BBA fez uma lista de ações que ganham e que perdem com a popularização do medicamento; confira o ranking
Do Caged ao Payroll, a semana será de temperaturas elevadas para a economia global; saiba como os indicadores e as tensões no Oriente Médio mexem com o seu bolso
Com o petróleo em alta e um carry trade atrativo, o BofA Securities aposta na moeda brasileira; confira os alvos da operação e como o cenário eleitoral pode ditar o ritmo do câmbio
Analistas se debruçaram sobre as diferenças das ações de shoppings e afirmam que a qualidade dos portfólios justifica o patamar de preços de cada papel
O setor caminha para uma redução no número de fundos imobiliários e um foco em veículos maiores, mais robustos e líquidos
Data máxima para investir nas ações da B3 e ter direito ao pagamento se aproxima; confira o valor por ação e o calendário para a renda extra cair na conta
Companhia reporta lucro de R$ 125 milhões no ano passado após prejuízo bilionário em 2024, enquanto resultado ajustado aponta perda de R$ 4,3 bilhões; veja os números
Durante evento FII Experience, gestores dizem que o mercado ainda não percebeu os valores patrimoniais desses ativos, que seguem descontados na bolsa
Apesar da fuga de US$ 44 bilhões dos emergentes, país atrai capital e pode se beneficiar quando o cenário virar; veja onde investir, segundo o banco
Em painel do evento Imersão Money Times, especialistas apontaram que a correção recente no mercado de IA abriu espaço para novos investimentos; veja como se expor
Movimento do dia vai além do noticiário da estatal — e ajuda a explicar o comportamento do setor
O empreendimento está localizado em Pernambuco e, atualmente, é ocupado por apenas uma inquilina
Companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 (penny stock) não são elegíveis, por exemplo
Na semana passada, a Allos recebeu, pela primeira vez, o rating AAA.br da Moody’s Local Brasil, com perspectiva estável;; a nota máxima indica que a companhia possui extrema solidez financeira e baixo risco de crédito
Desde o início do ano, o papel da holding já saltou 17% — acima do Ibovespa, que sobe 13,7% em 2026
Movimento reflete esperança de reabertura de mercados no Oriente Médio, região chave para a empresa
Parceria para projeto no Minha Casa Minha Vida impulsiona ações de Helbor e Cyrela, reforça estratégia de desalavancagem e geração de caixa e sustenta visão construtiva do BTG para os papéis, mas impacto de curto prazo é limitado
Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda
Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil