O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O VINO11 vendeu quase metade do Edifício BM 336, que está localizado no RJ, para outro FII por R$ 112 milhões
A participação do Vinci Offices (VINO11) no Edifício BM 336, que está localizado na cidade do Rio de Janeiro e serve de escritório para a Vinci Partners, gestora do fundo imobiliário, vai diminuir quase pela metade. Mas por um bom motivo: o FII acertou a venda de 49% do imóvel com um lucro milionário.
O comprador é o Valora Renda Imobiliária (VGRI11), que pagará R$ 112 milhões pelo ativo. A cifra é cerca de 4% superior ao laudo de avaliação do ativo e implica em uma taxa interna de retorno (TIR) de CDI + 3,9% ao ano.
Do total, 45% já foi recebido pelo VINO11 na última sexta-feira (8). O restante será dividido em duas parcelas a serem quitadas em abril de 2025 e 2026.
Além da venda, o FII realizou também o pré-pagamento de um Certificado de Recebível Imobiliário (CRI) ligado ao BM 336. O pagamento foi proporcional à fatia alienada: R$ 20,1 milhões, ou 49% do saldo devedor do título.
Com dinheiro já em caixa, mais recursos para chegarem e uma alavancagem menor, o Vinci Offices deve distribuir dividendos maiores nos próximos meses.
Segundo os cálculos da gestão, o ganho de capital gerado pela venda representa um resultado caixa não recorrente de cerca de R$ 41,6 milhões, ou R$ 0,50 por cota. A cifra equivale a um efeito líquido nove vezes superior ao rendimento distribuído pelo FII nos últimos seis meses.
Leia Também
Mas o impacto não será sentido de uma vez: o resultado será reconhecido conforme o cronograma de recebimento das parcelas e, conforme indica a gestão, não representa promessa ou garantia de rentabilidade futura.
Vale destacar que, mesmo com a venda, o VINO11 ainda permanecerá dono de 51% do imóvel. Além da própria gestora do fundo, o edifício, que tem cerca de 4,9 mil metros quadrados, também está locado para a Austral.
O Vinci Offices entrou no imóvel em 2013, comprando uma participação de 66% ainda durante a etapa de desenvolvimento. A fatia restante foi adquirida em 2019, após o IPO do FII. No total, foram gastos R$ 29,7 mil por metro quadrado.
Agora, a venda de 49% para o Valora Renda Imobiliária — que foi realizada ao preço de R$ 46,5 mil por metro quadrado — faz parte da estratégia de destravar o valor dos ativos do portfólio e gerar caixa para garantir ganho de capital aos cotistas e recursos para pagar as obrigações financeiras do VINO11.
"A implementação de uma estratégia diferenciada, baseada em uma visão de longo prazo e em uma análise cuidadosa das condições de mercado, possibilita ao fundo realizar aquisições de alta qualidade a preços atrativos, além de aproveitar oportunidades de vendas em momentos favoráveis ao desinvestimento", afirma a gestão do FII.
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA