🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Larissa Vitória

Larissa Vitória

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo portal SpaceMoney e pelo departamento de imprensa do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

TRANSAÇÃO COM LUCRO

Fundo Imobiliário VINO11 vende imóvel com ganho de capital nove vezes superior a dividendos pagos nos últimos meses

O VINO11 vendeu quase metade do Edifício BM 336, que está localizado no RJ, para outro FII por R$ 112 milhões

Larissa Vitória
Larissa Vitória
8 de abril de 2024
16:01 - atualizado às 14:30
Notas de dinheiro caindo sobre prédios - fundos imobiliários fiis dividendos fundos imobiliários
Imagem: Adobe Stock/Montagem: Giovanna Figueredo

A participação do Vinci Offices (VINO11) no Edifício BM 336, que está localizado na cidade do Rio de Janeiro e serve de escritório para a Vinci Partners, gestora do fundo imobiliário, vai diminuir quase pela metade. Mas por um bom motivo: o FII acertou a venda de 49% do imóvel com um lucro milionário.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O comprador é o Valora Renda Imobiliária (VGRI11), que pagará R$ 112 milhões pelo ativo. A cifra é cerca de 4% superior ao laudo de avaliação do ativo e implica em uma taxa interna de retorno (TIR) de CDI + 3,9% ao ano.

Do total, 45% já foi recebido pelo VINO11 na última sexta-feira (8). O restante será dividido em duas parcelas a serem quitadas em abril de 2025 e 2026.

Além da venda, o FII realizou também o pré-pagamento de um Certificado de Recebível Imobiliário (CRI) ligado ao BM 336. O pagamento foi proporcional à fatia alienada: R$ 20,1 milhões, ou 49% do saldo devedor do título.

Qual será o impacto nos dividendos do VINO11?

Com dinheiro já em caixa, mais recursos para chegarem e uma alavancagem menor, o Vinci Offices deve distribuir dividendos maiores nos próximos meses.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo os cálculos da gestão, o ganho de capital gerado pela venda representa um resultado caixa não recorrente de cerca de R$ 41,6 milhões, ou R$ 0,50 por cota. A cifra equivale a um efeito líquido nove vezes superior ao rendimento distribuído pelo FII nos últimos seis meses.

Leia Também

Mas o impacto não será sentido de uma vez: o resultado será reconhecido conforme o cronograma de recebimento das parcelas e, conforme indica a gestão, não representa promessa ou garantia de rentabilidade futura.

ONDE INVESTIR EM ABRIL: VEJA OS MELHORES INVESTIMENTOS NA BOLSA - AÇÕES, FUNDOS IMOBILIÁRIOS E BDRS

Por que o FII decidiu vender o imóvel?

Vale destacar que, mesmo com a venda, o VINO11 ainda permanecerá dono de 51% do imóvel. Além da própria gestora do fundo, o edifício, que tem cerca de 4,9 mil metros quadrados, também está locado para a Austral.

O Vinci Offices entrou no imóvel em 2013, comprando uma participação de 66% ainda durante a etapa de desenvolvimento. A fatia restante foi adquirida em 2019, após o IPO do FII. No total, foram gastos R$ 29,7 mil por metro quadrado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Agora, a venda de 49% para o Valora Renda Imobiliária — que foi realizada ao preço de R$ 46,5 mil por metro quadrado — faz parte da estratégia de destravar o valor dos ativos do portfólio e gerar caixa para garantir ganho de capital aos cotistas e recursos para pagar as obrigações financeiras do VINO11.

"A implementação de uma estratégia diferenciada, baseada em uma visão de longo prazo e em uma análise cuidadosa das condições de mercado, possibilita ao fundo realizar aquisições de alta qualidade a preços atrativos, além de aproveitar oportunidades de vendas em momentos favoráveis ao desinvestimento", afirma a gestão do FII.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

AÇÃO DO MÊS

Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto

5 de janeiro de 2026 - 6:03

Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

QUEDA FORTE NA BOLSA

Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?

2 de janeiro de 2026 - 17:31

Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar