O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Inflação de janeiro veio mais alta do que se esperava nos EUA e adiou apostas em relação a início dos cortes de juros pelo Fed
As bolsas de valores de Nova York abriram em queda nesta terça-feira (13).
Os índices futuros já vinham sinalizando uma abertura no vermelho em Wall Street.
No entanto, o primeiro dado de inflação referente a 2024 mostrou uma alta de preços mais forte do que a esperada.
Diante disso, a reação inicial dos investidores leva a uma queda acentuada nos índices Dow Jones, S&P-500 e Nasdaq já na abertura.
Logo nos primeiros movimentos do mercado, o Dow Jones cedia 0,83%, o S&P-500 recuava 1,25% e a queda do Nasdaq oscilava em torno da marca de 2%.
A inflação nos Estados Unidos também acentuou a queda observada nas bolsas da Europa.
Leia Também
Por volta das 11h30, o índice pan-europeu Stoxx-600 caía pouco mais de 1%.
Conhecido pelas iniciais CPI, o índice de preços ao consumidor norte-americano até mostrou desaceleração em janeiro, mas veio mais salgado do que se esperava.
Na leitura mensal, o CPI de janeiro subiu 0,3%. Analistas esperavam uma alta de 0,2%.
Já na leitura anual, a inflação ao consumidor norte-americano desacelerou de 3,3% em dezembro para 3,1% em janeiro. O consenso era de uma alta de 2,9%.
O núcleo da inflação, por sua vez, ficou estável em 3,9% na leitura anualizada. A expectativa era de que o núcleo desacelerasse a 3,7%.
A inflação nos EUA vem mostrando forte resistência à política monetária restritiva do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).
O Fed elevou os juros agressivamente na tentativa de colocar a inflação sob controle e levá-la de volta à meta de 2% ao ano.
Embora exista a expectativa de que o Fed comece a baixar os juros em 2024, uma inflação mais alta que a esperada tende a embasar o discurso mais cauteloso por parte dos dirigentes da autoridade monetária norte-americana.
Logo depois da divulgação do CPI de janeiro, um monitoramento em tempo real do CME Group passou a mostrar como majoritárias as apostas de que o Fed manterá os juros nos níveis atuais não apenas na reunião de março, mas também na de maio (65,9%).
Até o início do ano, a maioria dos participantes do mercado acreditava em um corte de juros já em março.
Depois do CPI de janeiro, a hipótese mais provável passou a ser a de que o ciclo de alívio monetário comece apenas em junho.
Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global
As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice
Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento
Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação
Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano
Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias
No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários
Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias
A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente
Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima
Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores
Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA
Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores
Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições
Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores
O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA
A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços
Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário