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No podcast Touros e Ursos desta semana, a analista da Empiricus, Lais Costa, fala sobre o que fazer com as suas aplicações de renda fixa com a queda da Selic
No começo de novembro, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) cortou, mais uma vez, a taxa básica de juros (Selic) em 0,50 ponto percentual, baixando-a de 12,75% para 12,25% ao ano. Com isso, o CDI – taxa de juros que caminha próxima à Selic e que baliza os retornos das aplicações de renda fixa – voltou a ficar abaixo da marca psicológica de 1% ao mês.
Com as aplicações de renda fixa mais conservadoras geralmente indexadas ao CDI, isso significa que elas se tornaram menos atrativas? É hora de rever a alocação em renda fixa, reduzindo a parcela de investimentos pós-fixados?
E quanto aos juros, até que ponto devem cair? As questões fiscais podem levar o Copom a segurar os cortes na Selic?
Quem responde a essas questões na edição desta semana do podcast Touros e Ursos é a nossa convidada Lais Costa, analista de renda fixa da Empiricus, que bateu um papo comigo e com o Vinícius Pinheiro sobre o que esperar para a renda fixa daqui para frente.
Além disso, ela, assim como nós, escolheu seus touros e ursos da semana. Entre eles, Enel, reforma tributária, preços da gasolina e os Beatles. Para conferir o programa na íntegra, basta clicar aqui ou então no tocador abaixo:
Relatório da Empiricus com gestores de crédito atingiu o pico de pessimismo em abril, diante do alinhamento de más notícias para a classe de renda fixa
Debêntures e bonds da companhia de saneamento estão sendo penalizados em meio ao aumento da percepção de risco
Levantamento da Quantum Finance mostra que a reprecificação da renda fixa também chegou aos títulos de emissão bancária em março
Troca de CFO e possível venda de ativos animou os acionistas, mas repercussão nos títulos de dívida foi mais comedida
A guerra no Oriente Médio mexeu com a renda fixa em março; analistas indicam cautela e confiança no longo prazo para investir em meio às incertezas
Aumento nos casos de recuperações judiciais e extrajudiciais mexeu na precificação dos títulos de dívida
Os casos de recuperações judiciais e extrajudiciais se avolumam a cada dia e trazem à tona o papel das agências de classificação de risco, que ficaram atrás de alguns eventos, como Raízen e Banco Master
Em evento do Bradesco BBI, executivo defendeu uma lei de falência mais pró-credor, ante tantas recuperações judiciais e extrajudiciais
O AREA11, do BTG Pactual, estreou faz pouco tempo e traz duas novidades para o investidor que gosta de dividendos, mas quer se manter na renda fixa
Bitcoin e dólar também fecharam o mês no azul, mas com um caminho bem mais tortuoso do que o rentismo garantido de um juro em 15% ao ano
É hora de ser cauteloso em relação ao crédito privado de maior risco no mercado local, mas no exterior há boas oportunidades, dizem gestores
Excesso de dívida e queima de caixa preocupam investidores, que exigem prêmio maior para manter papéis na carteira
Tesouro fez recompras de títulos públicos ao longo da semana para diminuir a pressão vendedora, mas volatilidade deve continuar com escala da guerra no Oriente Médio
Preocupação com inflação levou o principal título da Inglaterra a oferecer 5% de juro, maior nível desde 2008; nos EUA, o Treasury de 30 anos chegou a 4,95%
O Copom reduziu a taxa Selic, mas o retorno da renda fixa continua o mais atrativo do mercado; confira as rentabilidades
Iniciativa do Tesouro acalmou o mercado de títulos públicos e tende a diminuir preços e taxas diante da crise com a guerra no Oriente Médio
Fundos de crédito começam a registrar resgates pelos investidores, mas volume ainda é pequeno — o risco é aumentar nos próximos meses
Alterações em prazos, juros ou conversões para ações podem afetar os títulos de dívida que têm a Raízen como devedora
As emissões com taxas prefixadas ofereceram 11,59% de juro ao ano — quase 1% ao mês isento de IR
Incerteza global mexeu nas taxas dos títulos públicos e interrompeu os ajustes na precificação dos títulos de renda fixa pela perspectiva de corte nos juros
Ciclo de queda da taxa básica de juros tende a aumentar a volatilidade no mercado secundário de crédito privado e lembrar ao investidor que renda fixa não é proxy de CDI
Relatório da Empiricus com gestores de crédito mostra quais são as apostas dos especialistas para um corte maior ou menor nos juros; confira