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Os dispositivos foram desenvolvidos para “ler” as informações cerebrais; ainda não há previsão do início do recrutamento de pacientes para o ensaio clínico
Ter um chip no cérebro como enredo para trama de ficção científica deve deixar de ser apenas uma realidade cinematográfica em breve. A Neuralink, empresa de pesquisa científica de Elon Musk, recebeu autorização para realizar testes cerebrais em humanos.
A permissão foi concedida pela agência americana Food and Drug Administration (FDA) — equivalente à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) — e o anúncio foi feito pela empresa no Twitter — que também tem Elon Musk como dono.
A ideia da Neuralink é implantar um chip no cérebro humano, com conexão com um computador através de fios entrelaçados com eletrodos, sendo o objetivo ajudar pessoas com paralisia ou lesões cerebrais traumáticas a se comunicarem usando apenas os pensamentos.
Mas ainda não há previsão do início do recrutamento de pacientes para o ensaio clínico. E, segundo a agência Bloomberg, ainda que os testes tenham sucesso, a expectativa é que os dispositivos se tornem acessíveis entre cinco e dez anos.
E, por enquanto, os dispositivos foram desenvolvidos para “ler” as informações cerebrais. Contudo, a empresa também estuda a criação de chips para restaurar a visão e para pessoas paralisadas por danos na medula espinhal.
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Fundada em 2016, a Neuralink é mais um negócio de Elon Musk na fronteira da inovação. O bilionário também é dono da Starlink, que desenvolve satélites; da SpaceX, de aeronaves espaciais, e da Tesla — fabricante de carros elétricos.
Uma das tentativas da Neuralink de conseguir o aval para testes do chip cerebral em humanos aconteceu no ano passado. Segundo a agência Reuters, a FDA recusou o pedido por conta de preocupações sobre o material e desenvolvimento do dispositivo.
Na época, questões como o possível superaquecimento da bateria do chip, a remoção e a probabilidade de infecção ou rejeição pelo corpo foram cruciais para a não liberação dos ensaios clínicos em humanos.
Há pelo menos três anos, a Neuralink vem realizando estudos e teste em animais. Um deles foi divulgado em abril de 2021, em que um macaco com o chip cerebral joga um videogame apenas com a atividade do cérebro.
No ano anterior, a Neuralink também demonstrou testes com uma porca. Mas, desde o início dos testes, a empresa vem sendo alvo de críticas de órgão de defesa animal, com diversas acusações por maus tratos.
Por fim, o Departamento de Transportes dos EUA investiga o deslocamento de materiais possivelmente perigosos — como chips contaminados de primatas doentes — de forma inadequada pela Neuralink, após uma denúncia de um grupo de defesa aos animais.
Não é a primeira vez que uma empresa recebe o “sinal verde” para implantar um dispositivo de “ler” pensamentos no cérebro humano.
A Synchron Inc., que tem o investimento dos bilionários Bill Gates e Jeff Bezos, conseguiu a autorização da FDA para conduzir ensaios clínicos de implantes em seres humanos no início deste ano. Um paciente já foi inscrito para iniciar os testes nos EUA, com um dispositivo considerado menos invasivo que o da Neuralink.
*Com informações de Bloomberg, CNBC e Reuters
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