O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O temor generalizado de uma crise bancária pressiona as ações do Nubank e outras fintechs por por dois motivos — o primeiro é a possível reação em cadeia no sistema financeiro e o segundo é a eventual perda de recursos com a quebra da instituição americana.

O mercado financeiro global, que ainda tem as memórias da crise de 2008 bem vívidas na cabeça, acordou com um novo temor — o de que os bancos americanos entrem em uma crise financeira irreversível e que muitas empresas sejam afetadas pela tabela.
Tudo começou com a falência do banco americano Silicon Valley Bank (SVB), conhecido por atender diversas empresas da área de tecnologia e fintechs, uma vez que diversos fundos de venture capital utilizavam contas do banco para promover os seus investimentos.
Com o boom das empresas techs e fintechs dos últimos anos no Brasil, não demorou para que especialistas e investidores começassem a imaginar o possível impacto da quebra do banco para empresas brasileiras.
No fim de semana, a Bloomberg Línea apurou que algumas instituições locais não haviam conseguido retirar seus recursos da instituição em tempo hábil, com empresas acumulando mais de US$ 10 milhões parados no banco — valor superior ao limite de US$ 250 mil por cliente coberto pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) dos Estados Unidos (FDIC).
Ainda no fim de semana, o Nubank negou que tenha exposição ao banco. Já nesta segunda-feira (13), foi a vez do Pagbank, Inter e do C6 emitirem comunicados semelhantes, desmentindo qualquer tipo de relacionamento entre as instituições.
O temor generalizado, no entanto, segue pressionando as empresas por dois motivos — o primeiro é a possível reação em cadeia no sistema financeiro e o segundo é a eventual perda de recursos com a quebra da instituição americana.
Leia Também
Assim, o dia começou com os olhos do mercado local voltados para os papéis das fintechs listadas em Nova York.
O Nubank (NUBR33) chegou a abrir o dia em queda superior a 5%, mas reverteu o movimento e agora sobe 4,12%. As ações do Pagseguro (PAGS34) sobem 0,82%. O Banco Inter, no entanto, não escapou da cautela generalizada e tomba 4,80%. Acompanhe a nossa cobertura completa de mercados.
O SVB sofreu uma corrida para saque de fundos nos últimos dias, depois que anunciou um plano de aumento de capital para cobrir um rombo de quase US$ 2 bilhões após a venda de títulos com prejuízo. Os papéis de renda fixa vêm passando por uma forte desvalorização nos Estados Unidos devido à escalada dos juros.
O pedido de resgate feito por clientes precipitou a falência do banco, dada a sua incapacidade de honrar todos os saques de uma vez.
Segundo apuração do Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Estadão, startups brasileiras que tinham reservas no SVB começaram a pedir resgate ainda na quinta-feira (09), mas conforme mostrou a Bloomberg Línea, nem todas conseguiram receber.
Apenas dois dias após a crise no SVB se tornar pública, arrastando os preços de suas próprias ações e dos papéis de todo o setor bancário nas bolsas americanas, a FDIC decretou sua falência, temendo risco de contágio no sistema financeiro.
EFEITO PETRÓLEO
HORA DE COMPRAR?
CLIENTES DE PESO
PROGRAMA DE PONTOS
ALÔ, ACIONISTA
CORRIDA PELO FUTURO
TESOURO?
RECARREGÁVEL?
ALERTA VERMELHO
QUASE NINGUÉM QUIS?
ACABOU O SEGREDO
VEJA DETALHES
FIM DO MISTÉRIO?
PLANO DE EMERGÊNCIA
GIGANTE DA TECNOLOGIA
EXPANSÃO NO NORTE
ADIADO
REMÉDIO AMARGO?
DEPOIS DA TURBULÊNCIA
SOB NOVA DIREÇÃO?