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Os papéis da mineradora subiram cerca de 80% nos últimos 12 meses, impulsionadas principalmente por fluxos estrangeiros para mercados emergentes, pela valorização de metais e pelo crescente interesse dos investidores em ativos ligados ao cobre
As águas de março chegaram e parece que o fim do caminho para o rali das ações da Vale (VALE3) também — pelo menos é nisso que acredita a XP Investimentos. Segundo a corretora, os papéis da mineradora subiram demais nos últimos meses e o espaço para novas altas pode ser limitado diante do atual nível de valuation.
As ações da Vale subiram cerca de 80% nos últimos 12 meses, impulsionadas principalmente por fluxos estrangeiros para mercados emergentes, pela valorização de metais e pelo crescente interesse dos investidores em ativos ligados ao cobre.
“A Vale tem se beneficiado de um ambiente de entrada de capital estrangeiro no Brasil, além da rotação global para commodities e ativos expostos ao cobre”, afirmam os analistas Lucas Laghi e Guilherme Nippes.
Apesar do bom momento das ações, a corretora mantém recomendação neutra para a mineradora, com preço-alvo de R$ 85, o que implica um potencial de valorização de cerca de 1% em relação aos níveis atuais.
“O momentum das ações melhorou significativamente, mas, em termos de valuation, vemos o papel negociando próximo do valor justo”, escrevem os analistas.
No início da tarde desta quinta-feira (5), as ações da Vale chegaram a cair mais de 3%, contribuindo para a renovação de uma série de mínimas do Ibovespa, que recuava mais de 2% e não conseguia manter os 181 mil pontos.
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Um dos principais pontos positivos na visão da XP é o crescimento da divisão de metais básicos, especialmente o cobre, que vem ganhando relevância na estratégia da companhia.
Segundo o corretora, a produção de cobre da Vale pode quase dobrar até 2035, saindo de cerca de 350 mil a 380 mil toneladas em 2026 para aproximadamente 700 mil toneladas ao ano no longo prazo.
“A história do cobre na Vale se tornou mais tangível, com aumento da produção e perspectivas mais favoráveis de preços no longo prazo”, afirmam os analistas.
Projetos como Bacaba, Salobo, Alemão e a joint venture com a Glencore fazem parte do pipeline de crescimento da companhia e apresentam taxas internas de retorno consideradas atrativas.
Esse avanço do cobre ajuda a compensar a percepção de um cenário estruturalmente mais fraco para o minério de ferro, hoje o principal produto da Vale.
Apesar da melhora operacional e do avanço da tese do cobre, o minério de ferro, na visão da XP, ainda representa um fator de pressão para a empresa.
A corretora projeta que os preços da commodity devem recuar ao longo dos próximos anos, passando de cerca de US$ 100 por tonelada em 2026 para aproximadamente US$ 90 por tonelada a partir de 2028.
Segundo os analistas, o mercado enfrenta um ambiente de estoques elevados na China, desaceleração na demanda por aço e crescimento de novos projetos de oferta global — caso, por exemplo, da usina de Simandou, na Guiné, que está em ramp-up (etapa inicial da cadeia de produção).
“O minério de ferro continua sendo um fator de pressão para a tese de investimento, especialmente em um cenário de demanda estruturalmente mais fraca na China”, dizem os analistas.
Mesmo com o desconto em relação a algumas concorrentes globais, a XP avalia que o atual valuation da Vale já reflete boa parte das expectativas positivas.
A mineradora negocia com valor da firma sobre Ebitda (EV/Ebitda) projetado de cerca de 4,9 vezes para 2026, enquanto o yield de fluxo de caixa livre estimado é de aproximadamente 7,2%, nível superior ao de várias pares internacionais.
Ainda assim, os analistas avaliam que esse retorno já não é tão atrativo quanto no passado recente.
“Embora a Vale continue mais barata que alguns pares, os yields absolutos já não parecem atrativos após a reprecificação recente das ações”, afirmam.
Segundo a XP, novas altas mais relevantes dependeriam principalmente de dois fatores:
Enquanto isso não acontece, a corretora acredita que a ação da Vale pode continuar sendo sustentada pelo fluxo de capital estrangeiro e pela exposição crescente ao cobre, mas sem muito espaço adicional de valorização.
“Reconhecemos a melhora do momentum das ações, mas o valuation atual sugere um potencial de alta limitado”, afirmam os analistas.
*Com informações do Money Times
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