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Azarão da temporada de balanços, Bradesco tem lucro de R$ 4,621 bilhões no terceiro trimestre, pouco acima do esperado pelo mercado

Grande azarão da temporada de balanços dos grandes bancos, o Bradesco (BBDC4) acabou entregando resultados um pouco melhores do que as previsões dos mais pessimistas. O segundo maior banco privado brasileiro teve lucro líquido de R$ 4,621 bilhões no terceiro trimestre deste ano.
É verdade que a expectativa já era baixa. Os analistas projetavam um lucro de R$ 4,554 bilhões para o banco, de acordo com a média das estimativas que o Seu Dinheiro compilou.
O resultado do Bradesco representa um recuo de 11,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Com o lucro menor, a rentabilidade sobre o patrimônio líquido (ROE) do Bradesco foi de apenas 11,3%.
Assim, ficou atrás do Banco do Brasil (21,3%), Itaú (21,1%) e Santander Brasil (13,1%) no terceiro trimestre.
Apesar da lanterna em rentabilidade, os números do terceiro trimestre do Bradesco mostram alguma evolução na comparação trimestral. Houve queda, por exemplo, na inadimplência de curto prazo (15 a 90 dias) e nas despesas com provisões para calotes.
Mas de modo geral os resultados seguem fracos. A margem financeira — linha do balanço que inclui as receitas com a concessão de crédito menos os custos de captação — recuou 4,2% no trimestre e 2,6% em relação ao mesmo período do ano passado, para R$ 15,9 bilhões.
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A carteira de crédito encerrou o terceiro trimestre em R$ 877,5 bilhões, alta de 1% em relação a junho deste ano e uma leve queda de 0,1% em 12 meses.
O pé no freio no crédito tem relação direta com a inadimplência, a maior entre os grandes bancos. O índice de calotes acima de 90 dias atingiu 6,1%, alta de 0,2 ponto percentual no trimestre. Para se ter uma ideia do salto, o indicador era de apenas 3,9% em setembro do ano passado.
O Bradesco também apresentou a inadimplência sem o efeito do calote da Americanas. Nesse caso, o índice apresenta uma redução de 0,1 ponto no trimestre, para 5,6%.
Apesar da redução de 10,9% no trimestre, as despesas do banco com provisões para calotes apresentaram uma alta de 26,4% na comparação com os meses de julho a setembro de 2022, para R$ 9,2 bilhões.
Quem salvou a lavoura mais uma vez o resultado de seguros, que teve uma expansão de 33,3%, para R$ 4,6 bilhões. Nesse caso, porém, houve uma redução trimestral de 4,5%.
As receitas do Bradesco com prestação de serviços seguem em ritmo lento. O banco faturou um total de R$ 9,1 bilhões com a cobrança de tarifas, um avanço de 2,9% em relação ao mesmo período de 2022.
Enquanto isso, as despesas operacionais cresceram num passo maior, de 8,1%, e somaram R$ 13,4 bilhões.
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