O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os fundos deveriam ter recebido o pagamento de juros e amortização do CRI Circuito de Compras em 22 de fevereiro
Os fundos Devant Recebíveis Imobiliários (DEVA11), Hectare CE (HCTR11) e Versalhes RI (VSLH11) iniciaram a semana com o pé esquerdo. Após anotarem os maiores recuos do IFIX — índice que reúne os principais FIIs da B3 — ontem, os fundos seguem em forte queda nesta terça-feira (7).
E o motivo por trás do mau desempenho é o mesmo para os três ativos: a inadimplência de um Certificado de Recebível Imobiliário (CRI) presente nos portfólios.
Os fundos deveriam ter recebido o pagamento de juros e amortização do CRI Circuito de Compras em 22 de fevereiro. O título estruturado pela Forte Securitizadora foi emitido para financiar a construção de um shopping popular no Brás, bairro da capital paulista, e vence em junho de 2025.
Com o calote, os três fundos já acumulam quedas bruscas nesta semana. O maior recuo é o de 10% registrado pelo DEVA11, enquanto HCTR11 e VSLH11 caem 7,7% e 6,6%, respectivamente, desde a última segunda-feira (6).
Os tombos não são proporcionais à participação do CRI nos portfólios. Segundo o último relatório gerencial, o Hectare CE é quem está mais exposto ao título, com uma alocação que corresponde a 7,32% do patrimônio líquido.
Na carteira do Devant Recebíveis Imobiliários essa participação é de 4,88%, enquanto no portfólio do Versalhes RI a exposição do PL ao CRI é de 3,57%.
Leia Também
Em comunicado enviado à Vórtx, administradora dos três fundos imobiliários, a Fortsec informou que mantém contato com a emissora do CRI para esclarecer o inadimplemento e regularizar a situação financeira.
Vale destacar que, como é de praxe no mercado, o título oferece garantias para situações como essa. Entre elas, está a alienação de 90% da participação do devedor no empreendimento e a cessão dos recebíveis atrelados ao imóvel.
Mas, de acordo com a securitizadora, o acionamento dessas garantias não será necessário: a devedora comprometeu-se a quitar os valores devidos ainda hoje.
Procurada pelo Seu Dinheiro, a gestora do FII HCTR11 confirmou o recebimento do pagamento com atraso e os juros previstos no contrato.
Já a RCap, responsável pela gestão do VSLH11, afirmou que publicará, em conjunto com a administradora, uma nota sobre o tema mais tarde, após o fechamento do mercado.
A Devant Asset ainda não enviou um posicionamento oficial. Essa nota será atualizada caso a posição da gestora do FII DEVA11 seja recebida.
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano
A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro
Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real
Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais
O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar