O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A Localiza estima um impacto milionário para o braço de seminovos já no segundo trimestre, considerando a competição com os carros zero
O programa de incentivo do governo à indústria automotiva, de modo viabilizar um novo automóvel zero "popular", tem sido um dos carros-chefes da pauta econômica nas últimas semanas (com o perdão do trocadilho). Mas há uma empresa que não se mostra particularmente empolgada com a novidade: a Localiza (RENT3).
Líder no segmento de aluguel de veículos de passeio, a companhia informou que a redução súbita no valor dos carros zero quilômetro — estão sendo concedidos descontos nos modelos até R$ 120 mil, a partir de créditos fiscais concedidos às montadoras — vai afetar diretamente o valor de sua frota, com impactos na revenda de seminovos.
A lógica é simples: se os carros novos estão mais baratos, a tendência é a de que a demanda por usados diminua; com isso, o valor de revenda dos veículos que já passaram pelo ciclo de locação deve cair, de modo a manter a competitividade com os novos produtos que chegarão às revendedoras.
E qual o tamanho do problema? Segundo estudos conduzidos pela própria Localiza, espera-se um impacto negativo entra R$ 575 milhões e R$ 650 milhões no resultado do segundo trimestre, antes da incidência de impostos. As cifras representam de 1,3% a 1,5% do valor da frota da companhia ao fim de março.
Esses números não estão fechados, uma vez que ainda há uma série de variáveis que ainda não foram totalmente definidas: a priori, a medida do governo irá durar quatro meses, mas e se houver uma extensão de prazo? Como as montadoras vão se comportar, mesmo em relação aos veículos não contemplados pelo programa?
Dito isso, a Localiza ressalta que as estimativas levam em conta as informações atualmente disponíveis à sociedade — os impactos podem ser maiores ou menores, a depender da maneira como a medida será implantada pelo governo.
Leia Também
Se é verdade que o braço de seminovos da Localiza (RENT3) tende a sentir o baque do barateamento do carro zero, também é verdade que a divisão de aluguel pode ser beneficiada: a companhia, afinal, também poderá se aproveitar dos descontos para renovar a sua própria frota.
Segundo o texto da MP 1.175/2023, a medida iniciada no último dia 6 será exclusiva para pessoas físicas nos primeiros 15 dias; a partir daí, empresas e pessoas jurídicas também poderão aproveitar os preços mais baixos — a janela de oportunidade está limitada a quatro meses de compras ou descontos acumulados de R$ 500 milhões.
Ou seja: há um possível impacto positivo para a Localiza no capex para crescimento e renovação, ou seja, os investimentos previstos para a expansão das atividades de uma companhia. Ainda no que diz respeito à unidade de locação, não é esperado variações nos preços praticados atualmente em função do programa do governo.
As ações da Localiza (RENT3) têm tido um bom desempenho em 2023, superando, inclusive, o próprio Ibovespa: enquanto o principal índice da bolsa brasileira acumula ganhos de 10% no ano, os papéis da locadora de automóveis sobem mais de 30% no mesmo período.
O bom momento operacional e financeiro, somado à consolidação da fusão com a Unidas e o caixa levantado a partir da venda da frota da rival e ao poder de barganha do conglomerado junto às montadoras, colocam a Localiza numa boa posição dentro do setor — a rival Movida (MOVI3), por sua vez, passou por um enfraquecimento em seus balanços.

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos