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RESUMO DO DIA: O fantasma de uma eventual quebra do First Republic Bank voltou a pressionar os mercados globais — e repercutiu também no Ibovespa.
O temor de uma crise bancária sistêmica apagou o otimismo de Wall Street com os balanços das big techs, deixando pouco espaço para ganhos.
No Brasil, o desempenho ruim das commodities metálicas voltou a ser um fator de pressão aos negócios, mesmo com uma prévia da inflação melhor do que a esperada
Confira os destaques do dia:
Confira as maiores altas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| MRVE3 | MRV ON | R$ 6,52 | 6,89% |
| CMIN3 | CSN Mineração ON | R$ 4,41 | 3,28% |
| SOMA3 | Grupo Soma | R$ 7,73 | 2,38% |
| EZTC3 | EZTEC ON | R$ 13,70 | 1,78% |
| CIEL3 | Cielo ON | R$ 5,16 | 1,78% |
Confira também as maiores quedas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 6,00 | -6,40% |
| CVCB3 | CVC ON | R$ 2,62 | -5,42% |
| PCAR3 | GPA ON | R$ 15,10 | -5,27% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 3,11 | -5,18% |
| B3SA3 | B3 ON | R$ 11,25 | -4,66% |
O quanto você quer perder? É mais ou menos com essa abordagem que o encrencado First Republic Bank pretende convencer os grandes bancos norte-americanos a ajudar a instituição novamente.
Depois de receber um resgate de US$ 30 bilhões que se mostrou insuficiente para conter o estrago no balanço, o First Republic propôs a venda de títulos de dívida do banco acima do valor de mercado como uma forma de obter recursos, de acordo com informações da CNBC.
E por que os bancões "rasgariam" bilhões de dólares comprando esses papéis, ainda mais sobrevalorizados? O argumento dos assessores do First Republic é que as perdas podem ser ainda maiores se a instituição vier a quebrar.
A expectativa é que uma nova injeção de recursos — pelo bem do sistema financeiro ou deles próprios — permitiria ao banco obter o apoio necessário para encontrar uma saída, ainda de acordo com o relato da CNBC.
O Ibovespa fechou a sessão em queda de 0,88%, aos 102.312 pontos
Os bons números das Big Techs até poderia ter dado algum fôlego para o mercado americano, mas os investidores não conseguiram ignorar as tensões no setor bancário. Relatos de que o Fundo Garantidor de Crédito americano (FDIC, na sigla em inglês) pode bloquear o acesso do First Republic Bank à empréstimos do Federal Reserve ampliou a cautela vista no dia anterior, repercutindo por todo o globo.
Apenas o Nasdaq escapou de um fechamento no vermelho.
O dólar à vista encerrou o dia em queda de 0,15%, a R$ 5,0573
As bolsas americanas renovaram mínimas há pouco, após a Bloomberg informar que o Federal Deposit Insurance Corporation (FIDC, o FGC americano) estuda limitar o acesso do banco às janelas de empréstimo do Federal Reserve. A notícia amplia o temor de uma crise sistemática no setor bancário americano.
A piora dos índices em Nova York pesa sobre o Ibovespa, que renova mínimas no dia.
Em Nova York, o bom balanço das big techs seguem impulsionando o Nasdaq com ganhos de mais de 1%, mas os demais índices possuem um desempenho tímido. Vale lembrar que os investidores monitoram uma eventual piora do cenário bancário, com os riscos de uma crises sistêmica ainda no radar.
Todo mundo sabe que a Weg (WEGE3) é das ações preferidas de muitos gestores por aí, capazes de fazer uma longa lista de elogios em cima dos resultados sempre brilhantes trimestre após trimestre. Mas, desta vez, pode ser que essa relação esteja meio abalada após o balanço divulgado na manhã desta quarta-feira (26).
Apesar de um lucro líquido de R$ 1,3 bilhão entre os meses de janeiro e março deste ano, o que representa uma alta de 38,4% na comparação anual, o que desagradou os analistas mesmo foi o resultado operacional da companhia, além da desaceleração na receita.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da Weg somou R$ 1,6 bilhão no primeiro trimestre de 2023. Apesar de representar um crescimento de 37% na comparação com o mesmo período de 2022, ele veio bem abaixo do esperado, já que o consenso da Refinitiv indicava uma expectativa de R$ 2,4 bilhões para essa linha do balanço.
Já a receita da Weg no período somou R$ 7,7 bilhões, enquanto o mercado esperava R$ 8,1 bilhões.
A lista de empresas da B3 que estão recorrendo ao aumento de capital privado para se livrar das pressões no balanço acaba de ganhar mais um membro — a Equatorial (EQTL3).
Na noite de ontem (25), a companhia informou que o conselho de administração aprovou a operação, com um valor mínimo de R$ 77 milhões, mas que pode chegar a R$ 385.155.874 — com a subscrição privada de até 15.406.874 ações.
Caso a operação atinja a sua capacidade máxima, o capital social da empresa poderá chegar a R$ 9,299 bilhões. Acionistas terão prioridade na subscrição dos novos papéis.
As novas ações serão negociadas com um desconto de 9% com relação ao preço atual dos papéis, a R$ 25. O valor foi definido com base na média negociada entre 10 de março e 24 de abril, com um desconto adicional de 7,18%, com o objetivo de incentivar a participação de atuais detentores do papel.
As bolsas em Nova York tentam firmar-se em tom positivo, com impulso das big techs. Ontem, Microsoft e Alphabet, dona do Google, reportaram resultados acima do esperado no primeiro trimestre. Hoje, é a vez do balanço da Meta, dona do Facebook, depois do fechamento dos mercados.
As ações da Gol (GOLL4) zeraram os ganhos da abertura, repercutindo o balanço trimestral, e operam em queda de 4,84%, a R$ 6,10.
A companhia aérea registrou lucro líquido de R$ 619,5 milhões no primeiro trimestre de 2023, queda de 76,2% ante os R$ 2,607 bilhões de um ano antes, informou a companhia.
No critério recorrente, a companhia aérea reverteu prejuízo de R$ 690 milhões no primeiro trimestre de 2022 e passou a reportar lucro líquido de R$ 136,4 milhões nos três primeiros meses de 2023.
A manhã desta quarta-feira (26) se iniciou tão nebulosa para a Microsoft quanto se alguém tivesse jogado uma das bombas de fumaça de Call of Duty (CoD) nos arredores do prédio da dona do Xbox.
Após mais de um ano desde o anúncio da compra da Activision Blizzard, a empresa agora enfrenta um dos maiores obstáculos para o negócio: o bloqueio pelos reguladores ingleses.
As autoridades antitruste decidiram barrar a transação, o que encurrala a dona do Windows, que tentará outra vez convencer os reguladores de que a operação é positiva para o mercado.
Se o apelo da Microsoft ao bloqueio britânico falhar ou a companhia não conseguir a aprovação de outros reguladores, ela deverá pagar à Activision US$ 3 bilhões em taxas de rescisão.
O Ibovespa cai 0,25%, aos 102.959 pontos com piora de cautela do exterior e queda de Petrobras (PETR4). Por outro lado, Vale (VALE3) limita as perdas antes da divulgação do balanço do primeiro trimestre.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| MRVE3 | MRV ON | R$ 6,42 | 5,25% |
| CMIN3 | CSN Mineração ON | R$ 4,37 | 2,34% |
| BRAP4 | Bradespar PN | R$ 24,29 | 1,55% |
| BPAN4 | Banco Pan PN | R$ 5,33 | 1,52% |
| RDOR3 | Rede D'Or ON | R$ 23,17 | 1,53% |
E as maiores quedas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| PCAR3 | GPA ON | R$ 15,13 | -5,08% |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 6,11 | -4,68% |
| CVCB3 | CVC ON | R$ 2,66 | -3,97% |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 9,92 | -3,78% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 3,17 | -3,35% |
O Ibovespa segue em queda acompanhando a retomada da aversão ao risco do exterior, repercutindo os últimos desdobramentos da crise no First Republic Bank.
O principal índice da bolsa brasileira cai 0,29%, aos 102.918 pontos.
O dólar à vista também perdeu a força a R$ 5,0468.
Pressionadas pela cautela com o setor bancário americano, as bolsas europeias fecharam em queda nesta quarta-feira (26):
Os três primeiros meses de 2023 definitivamente não foram favoráveis para a XP (XPBR31). A empresa publicou na noite de ontem sua prévia operacional do primeiro trimestre mostrando uma redução brutal na captação líquida. Hoje, as ações chegaram a cair 5% na Nasdaq.
No total, a diferença entre aplicações e resgates foi de R$ 16,2 bilhões no 1T23, o que representa uma queda de 48% em relação ao 4T22 e um tombo de 65% na comparação com o mesmo período do ano passado.
O número foi o mais baixo desde o primeiro trimestre de 2020, quando a XP registrou captação líquida de R$ 15 bilhões. Lembrando que o período foi impactado pelo início da pandemia de Covid-19.
O JP Morgan destacou que a captação trimestral ficou muito abaixo das projeções da própria XP, que previa uma média de R$ 10 a R$ 14 bilhões por mês. O número reportado entre janeiro e março dá uma média de R$ 5,4 bilhões por mês, mas a XP não publicou o detalhamento mês a mês, um dado importante para identificar qual a trajetória da captação.
As bolsas americanas operam sem direção única. A cautela sobre o setor bancário pressiona Dow Jones; enquanto os resultados acima do esperado de Alphabet e Microsoft impulsionam Nasdaq.
A cautela sobre o setor bancário americano segue pressionando os índices do mercado acionário por aqui e no exterior. As bolsas europeias e dos EUA zeraram os ganhos da abertura e operam em queda nesta quarta-feira (26).
A aversão ao risco também dá o tom negativo ao Ibovespa, além do recuo do petróleo no mercado internacional. O principal índice da bolsa brasileira cai 0,26%, aos 102.950 pontos,
Entre os destaques do dia estão MRV (MRVE3), com alta de mais de 6% e as companhias ligadas a commodities metálicas em movimento de recuperação das perdas recentes.
Na ponta negativa, Pão de Açúcar (PCAR3) cai quase 7% com rebaixamento de recomendação de compra para a venda dos papéis pelo Bank of America, segundo a Broadcast.
As aéreas Gol (GOLL4) e Azul (AZUL4) recuam com o dólar à vista, e apagam os ganhos da abertura, ainda que a Gol tenha reportado resultados positivos no primeiro trimestre hoje, no pré-mercado.
Mais cedo, o IBGE divulgou a prévia da inflação para abril, o IPCA-15. O índice registrou alta de 0,57% no mês, ante 0,69% em março, o que apontou um arrefecimento nos preços acima do esperado pelo mercado. Por outro lado, a média dos núcleos indicam que o movimento de recuo deve ser lento e menor do que projetado pelos analistas.
Sendo assim, o dado repercute de forma mista na curva dos juros futuros (DIs): os mais longos, recuam na esteira dos retornos dos Treasuries; os mais curtos, avançam acompanhando a volatilidade do dólar.
A Neoenergia (NEOE3) deu um passo importante para renovar o portfólio com a venda de 50% de oito ativos de transmissão de energia em operação para o GIC, fundo soberano de Singapura, por R$ 1,2 bilhão.
Além do dinheiro que entra no caixa e da redução do endividamento, o negócio tem um caráter estratégico para a holding. Isso porque a Neoenergia e o GIC pretendem atuar juntos nos próximos leilões de transmissão de energia, incluindo o que acontece no próximo dia 30 de junho.
”O GIC é amplamente reconhecido como alocador estratégico de capital. Essa não é apenas uma transação pontual“, afirmou Eduardo Capelastegui, presidente da Neoenergia, em teleconferência na manhã desta quarta-feira.
De modo geral, os analistas consideraram o negócio positivo, e as ações da Neoenergia (NEOE3) reagem da mesma forma na B3. Por volta das 11h05, os papéis registravam alta de 1,23% na B3, a R$ 15,63.
Com o recuo menor do minério de ferro, as companhias ligadas a commodities metálicas operam em alta no Ibovespa, em movimento de recuperação das perdas recentes.
O minério de ferro encerrou as negociações em Dalian, na China, em leve queda de 0,35%, com a tonelada a US$ 103,53.
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| CMIN3 | CSN Mineração ON | R$ 4,40 | 3,04% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 71,00 | 1,43% |
| USIM5 | Usiminas PNA | R$ 7,09 | 0,57% |
| GOAU4 | Metalúrgica Gerdau PN | R$ 11,21 | 0,45% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 13,69 | 0,00% |
No Giro dos Mercados de hoje (26), o analista Matheus Spiess comenta o resultado do IPCA-15.
Na prévia da inflação houve uma desaceleração para o mês de abril. O especialista explica como este resultado pode influenciar na decisão da próxima reunião do Copom.
Ainda nesta edição o analista Richard Camargo fala sobre o resultado das bigtechs. Nesta quarta-feira (26), Google e Microsoft divulgaram os seus balanços do primeiro trimestre de 2023.
Camargo comenta se vale a pena investir no exterior nesse momento.
Aperte o play e acompanhe:
Os juros futuros mais longos recuam na esteira dos retornos dos Treasuries, com a retomada da cautela sobre os bancos americanos. Em segundo plano, os DIs repercutem a desaceleração do IPCA-15 em abril acima do esperado, mas com a indicação de que o recuo deve ser menos intenso do que o antes projetado.
Os juros mais curtos aceleram os ganhos com a alta do dólar.
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F24 | DI Jan/24 | 13,20% | 13,19% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 11,83% | 11,81% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 11,59% | 11,58% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 11,71% | 11,72% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 11,89% | 11,91% |
As bolsas americanas, que abriram em alta repercutindo os balanços de Alphabet e Microsoft, inverteram o sinal há pouco e passaram a operam em queda. Nasdaq destoa dos demais índices com o otimismo sobre as big techs.
A piora do humor é reflexo da retomada de cautela sobre o setor bancário, repercutindo a corrida ao First Republic Bank no início da semana e ausência de eventuais compradores para conter a crise.
O Grupo Vamos (VAMO3) tem a ambição de dobrar de tamanho.
E, embora a ideia seja alcançar 100 mil ativos sob gestão até 2025 de maneira amplamente orgânica, novas aquisições também fazem parte da estratégia.
No início de abril, a Vamos comprou a Tietê Veículos por R$ 331,4 milhões. Hoje, o grupo de locação de caminhões e outros veículos de grande porte anunciou o desembolso de R$ 93 milhões para adquirir 100% da DHL Tratores.
A DHL mantém concessionárias da marca Valtra nas cidades paranaenses de Londrina, Ponta Grossa, Cornélio Procópio, Araucária, Cambará e Ivaiporã.
O Ibovespa cai 0,57%, aos 102.636 pontos, com peso de Petrobras (PETR4), que acompanha o recuo de quase 2% do petróleo no mercado internacional.
O dólar à vista opera a R$ 5,0560, em leve alta de 0,06%.
As ações da construtora MRV (MRVE3) operam em alta de 2,95%, a R$ 6,28, e figuram entre as maiores altas do dia. O tom positivo dos papéis resulta do movimento de recuperação das perdas recentes da companhia no Ibovespa.
Apesar do avanço de quase 3%, os ativos MRVE3 acumulam queda de 11,41% no mês.
Em movimento repetido do dia anterior, os papéis da Lojas Renner (LREN3) seguem com negociações paralisadas nesta primeira hora do pregão devido à colocação de uma operação direta pelo Goldman Sachs, com lote de mais de 5 mil ações, a R$ 14,83.
Os investidores em telecomunicações podem comemorar, especialmente aqueles que têm ações da TIM (TIMS3) em seu portfólio. O conselho de administração da empresa anunciou a distribuição de R$ 230 milhões em juros sobre capital próprio (JCP) aos acionistas, dando sequência ao plano de pagar R$ 2,3 bilhões em dividendos em 2023.
A má notícia é que as ações passam a ser negociadas ex-dividendo — ou seja, sem direito a receber os proventos — a partir desta quarta-feira (26). O pagamento será feito no dia 9 de maio, na próxima terça-feira.
O valor bruto por ação será de R$0,095010222. No entanto, esse número pode variar a depender da quantidade de ações em posse da empresa, como informa o comunicado ao mercado. Nesse caso, continua, a companhia voltará a informar os acionistas.
Confira o episódio desta semana do quadro A Dinheirista, em que a repórter Julia Wiltgen resolve esse e mais casos cabeludos envolvendo dinheiro. Confira:
O Ibovespa opera em queda de 0,21%, aos 103.009 pontos, acompanhando o recuo de mais de 1% do petróleo no mercado internacional. Em geral, os investidores operam repercutindo os balanços trimestrais divulgados e a desaceleração do IPCA-15 acima do esperado.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| ECOR3 | Ecorodovias ON | R$ 5,92 | 1,72% |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 6,55 | 2,18% |
| ASAI3 | Assaí ON | R$ 12,77 | 2,32% |
| BRAP4 | Bradespar PN | R$ 24,42 | 2,09% |
| MRVE3 | MRV ON | R$ 6,19 | 1,48% |
E as maiores quedas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| PCAR3 | GPA ON | R$ 15,08 | -5,40% |
| CPFE3 | CPFL Energia ON | R$ 32,74 | -3,39% |
| VBBR3 | VIBRA energia ON | R$ 13,08 | -1,88% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 3,22 | -1,83% |
| CVCB3 | CVC ON | R$ 2,74 | -1,08% |
O Ibovespa zerou os ganhos da abertura e cai 0,17%, aos 103.045 pontos. A queda é impulsionada pelo recuo de Petrobras (PETR4), que acompanha o petróleo.
As bolsas americanas abriram em tom positivo, em recuperação, após resultados acima do esperado da Alphabet, dona do Google, e Microsoft reportados ontem (25).
A expectativa dos investidores, agora, está concentrado no balanço trimestral de Meta, dona do Facebook, hoje depois do fechamento dos mercados e; na inflação do mês, o PCE, que será divulgado amanhã (27).
As ações da Movida (MOVI3) iniciou as negociações em alta de 5,99%, a R$ 8,32, após leilão. Os investidores repercutem o balanço trimestral da companhia, divulgado ontem depois do fechamento dos mercados.
O lucro líquido da Movida caiu 91,9% no primeiro trimestre de 2023 em relação ao mesmo intervalo de 2022, para R$ 21 milhões. No release, a empresa aponta que o resultado foi impactado pelos aumentos da despesa financeira e da depreciação.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) consolidado alcançou R$ 875 milhões de janeiro a março, alta de 1,4% sobre igual intervalo de 2022. A margem Ebitda (sobre receita líquida total) foi de 32,4% no período, queda de 12,9 pontos na comparação anual.
Em função dos maiores gastos com depreciação no período, o lucro operacional (Ebit) no primeiro trimestre de 2023 foi de R$ 485,3 milhões, contraindo em 25,4% na relação ano contra ano.
Contudo, apesar dos resultados mais fracos, o lucro líquido de R$ 21 milhões "surpreendeu positivamente" os analista da XP. Em relatório, a corretora avalia que a margem Ebitda de Seminovos ficou acima do esperado.
"Embora a alta depreciação e os resultados financeiros líquidos continuem prejudicando os resultados, damos as boas-vindas aos esforços de recuperação anunciados recentemente pela empresa e reiteramos nossa recomendação de compra."
O Ibovespa abriu em alta de 0,31%, aos 103.536 pontos e acompanha a melhora do exterior.
Lá fora, os índices ensaiam recuperação após a Alphabet, dona do Google, e a Microsoft reportarem resultados acima do esperado para o primeiro trimestre deste ano. Contudo, a aversão ao risco devido à corrida bancária ao First Republic Bank no início da semana continua entre os investidores.
Por aqui, o Ibovespa repercute a prévia da inflação, o IPCA-15 de abril. O índice arrefeceu mais que o esperado, com alta de 0,57%, ante 0,69% em março.
As criptomoedas conseguiram reverter a tensão dos últimos dias e sobem nesta quarta-feira (26). O bitcoin (BTC) recobrou patamares de preço mais elevados e busca os US$ 30 mil com um avanço que chegou a mais de 8% nas primeiras horas da manhã.
Dois fatores principais motivaram a alta das cotações. O primeiro deles foi o mesmo que havia impulsionado o BTC para os US$ 30 mil há algumas semanas: a crise bancária dos Estados Unidos e Europa.
Ontem (25), o First Republic Bank reportou que clientes sacaram mais de US$ 100 bilhões no primeiro trimestre de 2023. Isso fez com que as ações do banco americano caíssem quase 50% no pregão regular em Nova York.
No início da crise bancária há pouco mais de um mês, o First Republic Bank precisou de uma injeção de liquidez da ordem de US$ 30 bilhões e levantou suspeitas sobre ser o próximo banco a quebrar, junto com o Silicon Valley Bank (SVB), Signature Bank, Silvergate e o Credit Suisse.
Com a melhora dos índices futuros americanos, após resultados acima do esperado de Microsoft e Alphabet, os recibos de ações (ADRs) de Vale e Petrobras sobem no pré-mercado.
O dólar à vista ensaia alta a 0,04%, a R$ 5,0530.
Ainda que o IPCA-15 tenha registrado alta de 0,57% em abril, de 0,69% em março, abaixo das expectativas do mercados, os juros futuros (DIs) abriram em alta em toda a curva:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F24 | DI Jan/24 | 13,21% | 13,19% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 11,84% | 11,81% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 11,62% | 11,58% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 11,77% | 11,72% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 11,97% | 11,91% |
Isso porque, na visão de analistas, o índice aponta uma desaceleração bem menos intensa e em patamar mais elevado, observado a partir da média dos núcleos.
A TEMPORADA DE RESULTADOS COMEÇA A ESQUENTAR LÁ FORA
No exterior, os mercados da Ásia e do Pacífico tiveram um pregão misto nesta quarta-feira (26), depois que temores sobre o setor bancário americano foram acesos novamente em Wall Street.
Para se ter uma ideia do estrago de ontem, as ações do First Republic Bank caíram mais de 49% depois que o banco regional divulgou seus últimos resultados trimestrais, dizendo que os depósitos caíram 40% para US$ 104,5 bilhões no primeiro trimestre, se estabilizando desde então.
As preocupações com a saúde das economias globais aumentaram após a crise bancária nos EUA, apesar de alguns resultados trimestrais melhores do que o esperado.
Uma crise bancária ainda presente, a constatação de que a Rússia é um adversário do Ocidente e o aumento acentuado das tensões entre China e EUA fazem do contexto atual nada trivial.
Para piorar, o governo da China parece mais preocupado com a economia, propondo um novo plano para aumentar as exportações.
Os mercados europeus têm uma manhã de queda, enquanto os futuros americanos são sustentados pelo bom resultado da Microsoft. As ações da companhia saltaram mais de 8% no after hours de ontem depois dos números terem superado as expectativas dos investidores.
Ainda temos mais resultados para absorvermos, como o de Meta na noite de hoje, mas pelo menos há algum espaço para alívio. No Brasil, os investidores estão ansiosos pelos dados de inflação.
A ver…
00:58 — Entre dados de inflação e resultados corporativos
Por aqui, o mercado lida com a continuidade da temporada de resultados do primeiro trimestre, com os números da Vale sendo divulgados depois do fechamento de hoje — a prévia operacional da companhia não foi grande coisa, então não há grande expectativa para o relatório em si.
Ontem, o Santander Brasil divulgou seus números em linha com a expectativa, embora ajudado por uma reversão de provisão para contingência tributária. Ficou claro que a inadimplência segue pesando sobre o resultado do banco, que possui uma carteira de crédito mais arriscada.
A entrega ajudou os bancos no interior do Ibovespa, mas a tendência pode ser alterada hoje.
Fora da agenda corporativa, nos debruçamos hoje sobre a prévia da inflação oficial de abril, o IPCA-15, que deve desacelerar ainda mais que o esperado, a 0,57%. O entendimento é de que a inflação em 12 meses deve desacelerar continuamente até o final do semestre, voltando a subir por conta de efeito comparativo (deflações artificializadas do começo do ano passado).
Por fim, ainda digerimos a participação comedida do presidente do BC, Roberto Campos Neto, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.
Respondendo às afrontas, a autoridade monetária manteve o tom conservador na política monetária.
01:50 — Algumas preocupações
Nos EUA, os principais índices tiveram seu pior dia em pelo menos um mês durante o pregão de ontem. O declínio com foco em tecnologia veio com as grandes empresas prontas para divulgar seus resultados do primeiro trimestre — o índice Nasdaq subiu 15% este ano, estabelecendo grandes expectativas para o setor de tecnologia.
A venda não foi apenas sobre tecnologia, no entanto. As preocupações ressurgiram sobre o setor bancário após o relatório trimestral do First Republic, o banco regional que quase quebrou durante a turbulência bancária de março e recebeu uma injeção de dinheiro de US$ 30 bilhões dos maiores bancos do país.
Parece, contudo, que não foi o suficiente conter as retiradas de clientes do banco (depósitos caíram 41% no trimestre).
Também entrou para a lista de preocupações o relatório de manufatura decepcionante do Fed de Richmond e a leitura de confiança do consumidor mais fraca do que o esperado para abril.
Esses dados do consumidor foram baseados em uma pesquisa realizada após as preocupações bancárias de março, sugerindo que as falências do Silicon Valley Bank e do Signature Bank podem ter preocupado os consumidores.
02:46 — A existência da First Republic Bank ainda está em jogo
O First Republic Bank revelou a extensão da fuga de depósitos durante o pânico e exatamente quanto apoio precisava para cobrir seus livros. Os investidores estão longe de se impressionar.
O problema agora não é ter dinheiro suficiente para cobrir os depósitos, mas, sim, pagar os juros dos empréstimos necessários para superar a tempestade. Com isso, os temores de mais corridas aos bancos são válidos.
Os depósitos do First Republic Bank caíram quase US$ 100 bilhões, ou 41%, depois que os clientes retiraram quantias “sem precedentes” durante a turbulência bancária de março, durante a qual outros dois credores dos EUA quebraram.
Em resposta à crise, o banco disse que cortaria de 20% a 25% de seus funcionários, além de cortar o pagamento de executivos. Mais estratégias podem ser utilizadas.
Adicionalmente, o banco também avalia vender até US$ 100 bilhões em ativos como parte do plano de recuperação. Bancos e reguladores agora precisam evitar que a perda inicial de confiança que pode desencadear saídas cada vez maiores seja evitada. Mais fácil falar do que fazer.
Embora o nervosismo de março possa ter passado, a preocupação é que haverá um novo ataque de nervos nos próximos meses.
03:35 — E as gigantes?
Após o rali da Nasdaq neste ano, os investidores estavam apreensivos com a temporada de resultados. Hoje, porém, haverá certo alívio depois dos números da Microsoft e da Alphabet.
Ambas as gigantes da tecnologia relataram resultados tranquilizadores para o período encerrado em março — hoje mais tarde teremos Meta, a dona do Facebook, WhatsApp e Instagram, também gerando ansiedade entre os investidores especializados, principalmente depois de um 2022 tão difícil.
Com números robustos, a Microsoft mostrou crescimento de receitas, margens e do lucro por ação, mais uma vez surpreendendo positivamente os investidores.
Enquanto isso, o trimestre da Alphabet, controladora do Google, foi ruim, mas não tanto quanto o esperado. No geral, o resultado mostrou crescimento magro, pressão nas margens e uma queda em seu lucro por ação. A magnitude dessa desaceleração, porém, não foi tão drástica quanto os mais pessimistas entre os investidores esperavam.
04:27 — O presidente mais velho da história dos EUA
Agora é oficial. O atual presidente americano, Joe Biden, de 80 anos (fará 81 no final de 2023), lançou oficialmente sua campanha de reeleição na manhã de ontem, buscando um segundo mandato depois de derrotar o ex-presidente Donald Trump em 2020.
O lema da campanha do octogenário, que se ganhar mais uma vez terminará o segundo mandato com 86 anos, mira na ideia de "deixar terminar o trabalho iniciado em 2021". E contra quem ele poderá concorrer? Trump ainda é o principal nome.
Uma revanche entre os dois é altamente provável, já que Donald Trump ainda comanda muita influência sobre o Partido Republicano, embora haja uma lista crescente de adversários dentro do partido que buscam uma vitória nas primárias em 2024 — o governador da Flórida, Ron DeSantis, é o favorito depois de Trump.
Será uma corrida presidencial importante, uma vez que falamos do cargo mais importante do mundo em um momento tão delicado da história. Fortes emoções nos esperam.
O Ibovespa futuro abriu em leve queda de 0,38%, aos 105.150 pontos e acompanha a cautela do exterior, de olho no setor bancário americano.
Por aqui, os investidores repercutem a desaceleração do IPCA-15 acima do esperado e aguardam os dados de emprego (Caged), ambos divulgados pelo IBGE.
O dólar à vista abre em queda de 0,46%, a R$ 5,0414
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) subiu a 0,57%, após alta de 0,69% em março, informou há pouco o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); O dado arrefeceu mais que expectativa, de queda a 0,61%.
No acumulado em 12 meses até abril, o IPCA-15 arrefeceu a 4,16%, ante 5,36% em março; abaixo da expectativas dos analistas, que previam o índice a 4,20%.
No ano, o índice registrou alta de 2,59%.
Na tentativa de recuperação, o minério de ferro registra queda menor de 0,35%, com a tonelada cotada a US$ 103,53.
O petróleo tipo Brent opera em queda de 0,71%, com o barril a US$ 80,00, com maior cautela dos investidores sobre o setor bancário.
A Gol registrou lucro líquido de R$ 619,5 milhões no primeiro trimestre de 2023, queda de 76,2% ante os R$ 2,607 bilhões de um ano antes, informou a companhia.
No critério recorrente, a companhia aérea reverteu prejuízo de R$ 690 milhões no primeiro trimestre de 2022 e passou a reportar lucro líquido de R$ 136,4 milhões nos três primeiros meses de 2023.
Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) recorrente do trimestre alcançou R$ 1,238 bilhão, ante os R$ 542,2 milhões no mesmo período de 2022, representando uma alta de 113,9%. Com isso, a margem Ebitda recorrente foi de 25,2% de janeiro a março, ante margem de 18% na mesma base de comparação.
A receita operacional líquida da companhia alcançou R$ 4,920 bilhões no primeiro trimestre, alta de 52,8% sobre o mesmo período de 2022.
[Estadão Conteúdo]
A temporada de balanços do primeiro trimestre segue aquecida aqui e no exterior. Em destaque estão os resultados da Vale e Weg, por aqui, e Boeing e Meta, no exterior.
ANTES DA ABERTURA
DEPOIS DO FECHAMENTO
Em meio à temporada de balanços, a quarta-feira (26) é um dia de atenção para os investidores locais. Por aqui, o IPCA-15 e dados de empregos serão divulgados ao longo do dia.
No exterior, a cautela sobre o setor bancário, após a corrida ao First Republic Bank, deve permanecer e pressionar os mercados internacionais.
Confira os principais destaques do dia:
| Horário | País / Região | Evento |
| 9h | Brasil | IPCA-15 em abril |
| 9h30 | Estados Unidos | Encomenda de bens duráveis em março |
| 9h30 | Estados Unidos | Balança de bens comerciais em março |
| 11h30 | Estados Unidos | Estoques de petróleo bruto na semana |
| 13h | Reino Unido | Produtividade da mão de obra no 4T22 |
| 14h | Brasil | Índice de evolução de emprego do CAGED |
| 22h30 | China | Lucro das indústrias em março |
Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis da Braskem (BRKM5).
BRKM5: [Entrada] R$ 19.50; [Alvo parcial] R$ 19.88; [Alvo] R$ 20,46; [Stop] R$ 18.86
Recomendo a entrada na operação em R$ 19.50, um alvo parcial em R$ 19.88 e o alvo principal em R$ 20.46, objetivando ganhos de 4.9%.
O stop deve ser colocado em R$ 18.86, evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.
Como sempre acontece, a Weg (WEGE3) é das primeiras companhias brasileiras a trazer seus resultados trimestrais. E, também sem surpresa alguma, a fabricante trouxe bons números no balanço referente ao primeiro trimestre deste ano.
Entre os meses de janeiro e março, a Weg anotou um lucro líquido de R$ 1,3 bilhão, uma alta de 38,4% na comparação anual.
Segundo o balanço trimestral disponível na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a receita líquida da Weg foi de R$ 7,6 milhões no período, 12,7% maior do que aquela que foi registrada um ano antes.
Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da companhia somou R$ 1,6 bilhão nos três primeiros meses do ano, o que representa um crescimento de 37% na comparação com o mesmo período de 2022.
O temor pesou sobre as ações americanas — e também nas brasileiras —, ainda que a curva de juros tenha passado por uma reprecificação diante da perspectiva de uma atuação mais contida do Fed.
No Ibovespa, o segundo dia consecutivo de queda do minério de ferro acabou prejudicando o índice, que encerrou em baixa de 0,70%, aos 103.220 pontos.
O dólar à vista encerrou o dia em alta de R$ 0,47%, aos R$ 5,0647.
Confira tudo o que movimentou os mercados na última terça-feira (25), AQUI.
Os índices futuros das bolsas de Nova York amanheceram no azul.
Os investidores norte-americanos buscam fôlego nos balanços da Microsoft e da Alphabet (Google).
Ambas as big techs reportaram lucro acima das expectativas no primeiro trimestre de 2023.
Com isso, o Dow Jones e o S&P-500 tentam pegar uma carona com o Nasdaq.
Para hoje, estão previstos balanços de Boeing, pela manhã, e da Meta (Facebook), após o encerramento dos negócios em Wall Street.
As principais bolsas de valores da Europa abriram em queda nesta quarta-feira.
Os mercados da região dão continuidade ao tom negativo da véspera em Wall Street.
Voltaram a pesar sobre o mercado as preocupações sobre a saúde do setor bancário global depois de a ação do americano First Republic Bank ter sofrido um tombo de quase 50% em reação a uma forte queda em seus depósitos.
Confira a bolsas por lá hoje:
As principais bolsas de valores da Ásia fecharam sem direção única nesta quarta-feira.
Os investidores da região passaram o pregão digerindo as perdas da véspera em Wall Street.
O mercado financeiro norte-americano revisitou ontem as preocupações com o setor bancário dos EUA.
O índice japonês Nikkei caiu 0,71% em Tóquio. O sul-coreano Kospi recuou 0,17% em Seul.
Já o Hang Seng avançou 0,71% em Hong Kong e o Taiex marcou alta marginal de 0,02% em Taiwan.
Na China continental, o Xangai Composto ficou praticamente estável, com ligeira perda de 0,02%.
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
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