O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Quem quiser participar da operação, que é destinada a investidores no geral, pagará R$ 9,29 por cada nova cota do FII, incluindo a taxa de distribuição primária
O volume de emissões de cotas de fundos imobiliários já ultrapassava os R$ 4,5 bilhões com as ofertas que vieram a público em novembro. E essa cifra acaba de ser turbinada após o Valora Hedge Fund (VGHF11) anunciar que também deve movimentar uma soma bilionária com uma operação do tipo.
O FII aprovou a realização de uma emissão de, inicialmente, 130,57 milhões de cotas. Considerando o preço unitário de R$ 9,19, que foi fixado com base no valor patrimonial das cotas do fundo em 31 de outubro deste ano, a oferta movimentará R$ 1,2 bilhão.
Mas esse número pode ser ainda maior caso o lote adicional, de 32,64 milhões de cotas, entre em jogo. Nesse caso, a captação total pode ficar próxima de R$ 1,5 bilhão.
Quem quiser participar da operação, que é destinada a investidores no geral, pagará R$ 9,29 por cada nova cota, incluindo a taxa de distribuição primária. O valor é 0,75% inferior à cotação do o VGHF11 no mercado secundário nesta quarta-feira (22).
Há um valor mínimo a ser subscrito: 545 novas cotas, ou R$ 5.063,05. Mas quem estiver na base de cotistas do FII — que está entre os cinco maiores da B3 em número de investidores — na próxima sexta-feira (24) não estará sujeito a essa regra e terá direito de preferência na oferta. A prerrogativa poderá ser exercida entre os dias 24 de novembro e 8 de dezembro.
Vale destacar que a oferta do Valora Hedge Fund ocorre em um momento muito favorável para os fundos imobiliários.
Leia Também
O volume de novas emissões na indústria cresceu 23,3% no acumulado de 2023 até setembro, para R$ 16,4 bilhões, de acordo com dados da Anbima, a associação das instituições que atuam no mercado de capitais.
E a operação em questão tem potencial para movimentar um valor bilionário, mas o VGHF11 estabeleceu um montante mínimo de colocação na casa dos milhões. Ou seja, o FII topou fazer uma distribuição parcial de novas cotas, desde que ela levante ao menos R$ 500 milhões para o caixa.
O fundo deve aplicar a maior parte do dinheiro a ser obtido em ativos alvo já definidos pela gestão. O pipeline — que inclui Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), cotas de outros FIIs, ações e participações em empresas — é extenso, veja abaixo:
Fonte: Valora Hedge Fund
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça